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Na TV, Gladson diz que não vai interferir na eleição da presidência da Assembleia

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O governador eleito Gladson Cameli disse no Gazeta Entrevista (TV Gazeta – Rede Record) desta quinta-feira, 25, que não vai interferir na eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Na entrevista concedida ao jornalista Rogério Wenceslau, Cameli afirmou ainda que não pretende “fatiar” o Estado e acrescentou que não há nenhum nome oficialmente anunciado como secretário de seu governo.

Perguntado sobre o helicóptero de propriedade do Estado, apelidado de Estrelão por causa do desenho de uma estrela vermelha enorme em sua fuselagem, Cameli respondeu: “A estrela vai ficar do tamanho que é pra ficar. É um patrimônio público. Aquilo (estrela grande) é um desrespeito à democracia. A primeira manutenção, vou comunicar ao secretário de Segurança, vai tirar, vai mudar. Como é que eu vou permitir um negócio daquele? A estrela ser maior do que as cores nossa bandeira? O helicóptero é do PT, é?”.

Gladson disse que por respeito aos poderes conversou com os deputados de sua base para que “se resolvam” pela Presidência da Casa.

“Sobre a transição da Assembleia, o que foi que eu pedi para os nossos aliados? Que de resolvam. Eu defendo a democracia. Temos aí três meses para a eleição da Mesa. Tem tempo suficiente pra decidirem quem será o presidente. Não pergunte quem será o presidente. No meu partido tem três nomes, como no MDB tem três nomes. A oposição, que a partir de janeiro passa a ser situação, vai ter que entrar num acordo para evitar eu estar me expondo a essa situação. Eu quero respeitar os poderes.”

Alguns prováveis nomes do primeiro escalão de seu governo vieram à tona por meio da imprensa, porém Cameli ressalta que está conversando com aliados e seu vice Major Rocha para fazer os anúncios oficiais.

“Estou num processo de transição governamental, ouvindo todos os partidos. Não tem nomes ainda oficialmente decididos. Os nomes que irão sair eu vou anunciar juntamente com meu vice e os partidos que nos apoiam.”

Acre 01

Servidores da saúde cobram promessas e lembram de colegas mortos pela Covid-19

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Servidores da saúde realizaram na manhã desta segunda-feira, 14, em frente ao Palácio Rio Branco, uma manifestação com direito a caixões numa forma de chamar a atenção do governador Gladson Cameli em relação às promessas feitas às categorias. O ato deu início a greve geral da saúde.

Mais cedo, a categoria iniciou uma carreata em frente a Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre) percorrendo as principais vias da capital e encerrou com esse ato em frente ao Palácio.

Vestidos de preto, servidores da saúde colocaram caixões e relembraram as mortes de colegas para a Covid-19 neste ano. Os profissionais decidiram por uma paralisação geral em conjunto com todos os trabalhadores da Saúde no estado a partir desta segunda (14).

Serviços tido de Urgência e Emergência não serão prejudicados e tampouco o atendimento para casos Covid-19, informou o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Guilherme Pulice.

A decisão foi tomada devido às sucessivas recusas de tratativas de reajuste do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) por parte do governo do estado e diversos outros problemas que afetam todos os empregados da área.

A proposta do movimento é chamar a atenção da sociedade sobre os empecilhos que comprometem a qualidade do atendimento nas unidades públicas, além de pressionar os gestores a implementar as melhorias necessárias.

Outras reivindicações são a recomposição das perdas inflacionárias, o pagamento retroativo do adicional Covid-19 de dezembro de 2020, a gratificação de 20% de insalubridade até a regularização do novo LTCAT, além da revisão da Lei do Igesac, fornecimento de insumos necessários para o exercício profissional e concurso público.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com (proibida a reprodução).

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Acre 01

Governo convoca mais de 300 professores aprovados em processo seletivo da Educação

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Mesmo sendo ponto facultativo, o governo do estado publicou uma edição especial do Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira, 14, para convocar mais de 300 aprovados em processo seletivo simplificado para a formação de cadastro de reserva para o cargo de professor temporário na Secretaria Estadual de Educação.

Os contratados irão prestar serviços no programa Educação no Campo na rede pública estadual de atenção básica.

Estão sendo convocados, aprovados para os cargos de professor de ensino fundamental, professor de linguagens, professor da área de ciências humanas, matemática, ciências da natureza e educação física.

Os convocados têm até o dia 25 de junho para a entrega da documentação exigida. Foram convocados professores para 20 municípios do estado, ficando fora apenas Santa Rosa e Acrelândia.

A documentação deve ser entregue em Rio Branco no Departamento de Pessoas na sede da SEE e nos demais municípios, em cada núcleo da educação.

A lista completa dos convocados e os documentos exigidos, podem ser acessados AQUI. 

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Acre 01

Governo recua e estádio voltará a ser Arena da Floresta e caixa d’água será prata ou bronze 

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Após receber centenas de críticas, o governador Gladson Cameli decidiu voltar atrás em algumas decisões sobre o uso das cores em prédios e monumentos públicos, assim como a nomenclatura que haviam sido alteradas em sua gestão.  Neste domingo, 13, o governo anunciou por meio da assessoria nas redes sociais que erros devem ser reconhecidos, referindo-se à pintura na cor azul da caixa d’água da Seis de Agosto, ao nome do estádio Arena Acreana e entre outros.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Gladson reclama que qualquer cor que seja usada resulta em críticas à sua gestão. “Sendo assim,  o estádio Arena da Floresta vai continuar sendo Arena da Floresta e não Arena Acreana. A caixa d’água do bairro 6 de Agosto terá a pintura na cor prata original ou na cor bronze dos últimos anos”, garante.

O governo informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, disse.

Por fim, Cameli assegurou ser autêntico, com capacidade de recuar e reconhecer eventuais erros de sua gestão. “Já fiz isso várias vezes e farei quantas forem necessárias. Minha preocupação é evitar o erro daqueles que perderam a capacidade de ver e ouvir e jamais recuaram ou admitiram as suas falhas. Não carrego esse peso”, concluiu.

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Acre 01

Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

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O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

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