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Facebook lança ferramenta que informa se dados de usuário foram vazados; faça o teste e descubra

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Os 443.117 brasileiros que tiveram informações pessoais vazadas pelo Facebook poderão saber se tiveram seus dados compartilhados com a Cambridge Analytica. O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou a criação de uma ferramenta na rede social que informa se as informações do usuário foram vazadas.

Depois do anúncio, a notícia imediatamente viralizou no Twitter com usuários comentando sobre a novidade. A ferramenta, com possibilidade de ser conectada por esse link, tem um texto explicando sua serventia e oferece redirecionamento para que seja visto os planos de ações da rede social para resolver os transtornos.

O aplicativo intitulado “This Is Your Digital Life”, da Cambridge Analytica, capturou dados de usuários que foram usados pela equipe de Donald Trump na campanha presidencial dos Estados Unidos, em 2016, e no plebicito do Brexit, no Reino Unido, que decidiu da saída dos britânicos da União Europeia. A Cambridge Analytica também influenciou em eleições de outros países.

O vazamento de dados de usuários do Facebook para a Cambridge Analytica levou à abertura de investigação pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês). O episódio gerou reações também no Brasil. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios abriu um inquérito civil para apurar eventuais irregularidades, violações à privacidade e prejuízos aos internautas brasileiros.

Fonte: O Povo Online.

Blog do Crica

Flaviano de despede da política e defende que Jarude seja o presidente do MDB 

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FLAVIANO MELO FOI TUDO o que um político almeja na carreira. Foi prefeito de Rio Branco, governador, senador, e encerra seu ciclo na política como deputado federal. Já tinha antecipado que ganhando ou perdendo, esta seria a última campanha que disputaria. Perdeu, mas fleumático, reconhece ser esta a hora de mudanças. 

Citou ontem na conversa com o BLOG que, o vereador Emerson Jarude (MDB), eleito deputado com uma expressiva votação, saiu da campanha como a grande revelação da nova geração de políticos. “O Jarude é novo, tem vontade, qualidade, e pode ser o próximo presidente do MDB, se o partido assim entender. Eu vou apenas cumprir o meu mandato na presidência e entregar o bastão,” disse Flaviano. 

Sobre a vitória do governador Gladson Cameli, comentou que ele não deve a eleição a nenhum político, e está livre de pressões para compor um novo governo. E, se depender da sua opinião, o MDB não integrará a base do governo e cumprirá o seu papel de oposição. “Mesmo porque o Gladson nem vai precisar de novos aliados”, destacou o velho lobo Flaviano Melo (MDB) na sua despedida da política. 

Pode-se gostar ou não dele, mas foi um vencedor, ocupou todos os cargos relevantes da política no estado. Não se reeleger não lhe tira o mérito. Todos têm seus tempos na vida política. 

CESSEM AS HIPOCRISIAS

O QUE TEM SE VISTO depois da espetacular vitória do  Gladson Cameli para mais um mandato, é deputado, prefeito, se dizendo responsável por sua vitória nas suas bases. É a mais pura hipocrisia. O Gladson não precisou de nenhum deles para vencer. E, venceria mesmo se esta turma estivesse em outro palanque na eleição.

FEZ TUDO PARA PERDER

O QUE impressiona na vitória do Gladson é que, ele fez tudo o que se tem que fazer para perder a eleição. Como por exemplo, brigar com todas as lideranças de peso, que estiveram no seu palanque em 2018. E, venceu. Repete-se o bordão: político não é dono de votos.

O RESTO É CONVERSA

O QUE PESA na escolha de um candidato a presidente da Assembleia Legislativa, pelo menos no estado, não é ter a maior ou menor bancada na casa, mas o apoio de quem se encontra no governo. O resto é conversa fora.

ELEIÇÃO DA POUCA VERGONHA

“NUNCA se comprou tanto voto de forma descarada como nesta eleição”. A afirmação foi feita ontem ao BLOG pelo ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (MDB). “Não se faz mais política séria”, disparou. Citou o caso de Mâncio Lima, onde a deputada federal Jéssica Sales (MDB), sua filha, destinou 18 milhões de reais de emendas parlamentares para obras pela prefeitura, e teve mil votos. “E, tem político que se soltarem num bairro de Mâncio Lima, não sabe voltar para o centro, e teve mais votos no município do que ela para federal. O mesmo aconteceu para deputado estadual”, enfatizou Vagner.

“SEREI VOTO VENCIDO”

A DEPUTADA federal Jéssica Sales (MDB) beirou os 21 mil votos. Não se elegeu por o MDB não ter feito o coeficiente eleitoral. Ficou como um nome forte para disputar a prefeitura de Cruzeiro do Sul daqui dois anos. Mas, se depender da opinião do pai Vagner Sales, ela vai exercer a medicina, já tendo vários convites para entrar em quadros médicos de hospitais. “Ela quer disputar a prefeitura, não quer sair da política, mas se depender de mim, ela vai trabalhar como médica, serei voto vencido quanto a ser candidata”, comentou Vagner.

SEM GRANDES VOTAÇÕES

O GRANDE número de candidatos a deputado federal nesta eleição pulverizou os votos. A legislação obrigava os partidos a terem chapa própria A mais votada na eleição de 2018 foi a Mara Rocha com 40 mil votos. A mais votada agora foi a Socorro Neri, com pouco mais de 25 mil votos.

CEDO PARA DEFINIÇÃO

O SECRETÁRIO-GERAL do MDB, Aldemir Lopes, disse ontem que reconhece ser o deputado eleito Emerson Jarude um bom nome para a presidência do MDB, mas que é cedo para definições; e crê que poderá haver mais de uma chapa disputando a presidência do partido. Não me disse, mas ele pode ser um nome para disputa. 

BANCADA LIBERADA

SOBRE ser base do governo na ALEAC, Aldemir Lopes disse ser norma no MDB liberar seus deputados, como aconteceu com o Roberto Duarte nesta legislatura.

OPOSIÇÃO MAJORITÁRIA

DOS TRÊS deputados eleitos pelo MDB, apenas um é declaradamente governista e deverá compor a base do Gladson Cameli, o ex-prefeito Tanízio de Sá. Antônia Sales e Emerson Jarude têm perfil de oposição.

VOTEI NA SIMONE

MEU VOTO para presidente foi na Simone Tebet (MDB). Não me sinto então responsável por o Brasil não ter na disputa do segundo turno um nome de centro, equilibrado, com perfil de estadista, como a Simone; e ter de escolher entre o Lula e o Bolsonaro.

PENSAR E REPENSAR

O COMANDO DO PT tem que pensar e repensar o papel do partido para as próximas disputas majoritárias. Vem de derrotas acachapantes. Perdeu tudo em 2018, na disputa da PMRB; e agora não elegeu um deputado para fazer um chá. O JV foi o mais votado da oposição, mas perdeu feio a disputa do governo. E, na política, o que vale é ter mandato. A hora no PT deve ser de meditação.

ERROU NA ESCOLHA

O professor Minoru Kinpara perdeu a eleição, no momento em que, ele escolheu o PSDB para disputar o mandato de deputado federal, apostando que teria 30 mil votos e compensaria a fraca chapa. Errou na escolha.

TUDO SERÁ DIFERENTE

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) vai dar destinação diferente para as suas emendas parlamentares; muitos prefeitos beneficiados na distribuição anterior, vão ficar de fora. Cada senador prioriza como quer suas emendas.

VOTOS CASADOS

PELA votação que se viu, os votos da deputada federal Vanda Milani (PROS) para o Senado, foram casados na capital, com o candidato ao governo Sérgio Petecão (PSD). Foi de uma lealdade extrema á aliança montada.

COISAS QUE NÃO SE EXPLICAM

HÁ COISAS na política que não se explicam. O deputado Nicolau Junior (PP) foi o artífice na montagem de uma aliança de 11 partidos para eleger o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha (PP). Não fosse o Nicolau, nem escolhido candidato teria sido. E, Nicolau não teve a recíproca nesta eleição; quando perdeu em CZS para o candidato Clodoaldo Rodrigues, apoiado pela prefeitura. Com isso, o Nicolau não será obrigado a manter a aliança. Na política, ou tem mão dupla ou não tem nada.

LIVRE PARA MUDAR

ALIADOS do deputado Nicolau Junior (PP) comentaram ontem com o BLOG que, agora ele ficará livre para daqui dois anos apoiar um outro nome a prefeito de CZS. “Não poderemos ser leais, com quem não foi leal com a gente”, ponderou um dos aliados do Nicolau. 

FRASE MARCANTE

“Não existe soldado fraco quando o general é forte”. (Ditado coreano).

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Acre 01

“Bancada xapuriense” na Aleac encolhe após sucesso de Moraes e derrocada de Antônio Pedro

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Há oito anos contando com dois deputados estaduais com residência oficial na cidade, Xapuri acaba de ficar órfã de um dos representantes políticos na Aleac após a eleição deste último domingo, quando apenas um deles, Manoel Moraes (PP), logrou êxito na quarta eleição enquanto Antônio Pedro (União) ficará pelo caminho ao fim do seu segundo mandato.

Essa espécie de “bancada xapuriense” de dois deputados deu margem para muitas histórias nos bate-papos de esquina e, inegavelmente, houve, desde sempre, uma rivalidade entre os dois grupos políticos – ora velada, ora mais evidente. Durante o primeiro mandato do governador reeleito, Gladson Cameli, ocorreu o momento manifesto da disputa.

Era claro o esforço que havia dos dois deputados em mostrar as ações e reivindicações que faziam em prol do município junto ao governo estadual. Ocorre que em certos momentos, as pautas se misturavam e ambos chegaram a chamar para si a responsabilidade por um mesmo investimento ou ação que o Poder Executivo concretizou em Xapuri.

Além disso, havia um certo embate nas redes sociais, promovido por militantes e simpatizantes, alguns mais e outros menos exaltados, sobre qual dos dois parlamentares era o mais atuante ou de influência mais forte junto ao governo quanto às demandas do município. Eles podem até negar, mas a constante concorrência entre ambos era pública e notória.

Muito se discutiu sobre a real importância para o município de Xapuri da condição de contar com dois deputados na Assembleia Legislativa, mas nunca houve – e é certo que nem poderia haver – consenso a respeito da vantagem ou indiferença da atuação dessa bancada de dois e prol dos xapurienses. Fato é que, de um jeito ou de outro, agora a cidade ficou órfã de um deputado.

Na busca por chegar competitivos à disputa pelo quarto e terceiro mandatos, respectivamente, Manoel Moraes e Antônio Pedro seguiram caminhos naturalmente opostos, mas que tiveram mudanças de rotas, durante o último ciclo eleitoral, especialmente após a eleição municipal, que talvez tenham sido determinantes no desfecho da atual eleição.

Moraes claramente se fortaleceu ao deixar o PSB e ir para o Progressistas de Gladson. Antônio nitidamente enfraqueceu em meio à grande confusão que se formou em torno da relação do partido do governador com o recém-criado União Brasil, que passou a ser a casa do deputado após o fim do Democratas. A contragosto, ele se afastou do seu guia político e líder maior.

Como o resultado de uma eleição tem reflexos imediatos na seguinte, não é equivocado dizer que a vitória de Manoel Moraes vai além da cadeira na Aleac e escancara a sua força para as próximas eleições municipais. Já Antônio Pedro sai deste pleito com um peso bem maior que o da mera derrota, que no âmbito municipal já vem precedida de outras duas.

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Destaque 6

Ipec: Lula tem 55% dos votos válidos, Bolsonaro tem 45%

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Pesquisa Globo/Ipec sobre a disputa presidencial divulgada nesta quarta-feira (5) mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 55% das intenções de votos válidos, seguido por Jair Bolsonaro (PL), com 45%. O segundo turno das eleições está marcado para 30 de outubro.

Os votos válidos, que excluem os votos em branco e nulos, determinam o resultado das eleições. Nas disputas para presidente e governador, o candidato que atinge mais de 50% dos votos válidos vence as eleições no primeiro turno. Caso nenhum alcance esse percentual, é realizado um segundo turno.

A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas de forma presencial entre os dias 3 e 5 de outubro e tem como margem de erro dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Pesquisas eleitorais mostram uma tendência e, não necessariamente, correspondem ao resultado das urnas. Não é uma ciência exata e as amostragens são limitadas. A CNN Brasil divulga os dados de 11 institutos tradicionais por entender que as pesquisas são uma ferramenta importante para análise do eleitor.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (STE) com o número BR-02736/2022.

Segundo turno

Votos válidos

Intenção de votos estimulada para presidente::

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 55%
Jair Bolsonaro (PL) — 45%

Votos totais

Intenção de votos estimulada para presidente:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 51%
Jair Bolsonaro (PL) — 43%
Brancos/Nulos — 4%
Indecisos — 2%

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Extra Total

Pedro Longo atribui vitória de Gladson ao carisma e se diz à disposição do governo

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O deputado estadual reeleito mais votado no pleito eleitoral pelo PDT, com 7.732 votos, Pedro Longo, atual líder do governo, participou do “Bar do Vaz” nesta quarta-feira, 5, e comemorou a quebra de tabu que os parlamentares que defendiam a gestão na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) carregavam em pleitos eleitorais anteriores.

Em um papo descontraído com o jornalista Roberto Vaz, Longo disse que não teve “segredo” para acabar com a maldição do “líder do governo”. Segundo o parlamentar, a receita para o sucesso foi a realização de um trabalho focado no diálogo com as entidades públicas e a população – que detém o direito do voto. “Eu atribuo ao reconhecimento das pessoas pela forma que atuamos. Foi intenso. Não tive receio de assumir o cargo de líder do governo. A soma desses fatores permitiram ter resultados favoráveis”, declarou.

Longo considerou ruim o fato de as eleições realizadas no último domingo, 2, terem elegido apenas um parlamentar de oposição e da esquerda – o deputado estadual reeleito, Edvaldo Magalhães do PCdoB. Para ele, a oposição ajuda no trabalho da gestão pública. “Na base não tive dificuldades, enfrentamos uma oposição qualificada. Precisamos ter oposição, ela é necessária. Vamos ter mais da base na próxima legislatura. Na assembleia houve uma renovação de 50%”, contou.

Sobre o partido ter elegido 4 parlamentares dos 24 eleitos para ocupar cargos na Assembleia Legislativa, Pedro disse que os candidatos já tinham consciência que fariam uma grande bancada para o quadriênio 2023/2026. “Não sabíamos em qual posição nós sairíamos, sempre soubemos que faríamos 4, por 200 votos teríamos feito 4 deputados. Eu sabia que minha situação não era confortável. Eu disse aqui: vamos quebrar. Eu falei que tabu existe para ser quebrado. Temos um grupo de campanha grande nos municípios já há um bom tempo”, ressaltou.

O deputado deixou claro que não teve apoio direto do governador reeleito, Gladson Cameli do Progressistas e descartou a existência de esquema financeiro durante sua campanha – tanto no período que antecede a votação, quanto no dia do pleito. “Não recebi apoio diretamente, ele teve que fazer a campanha dele. Ele [Cameli] não podia se concentrar em um nome. Claro que ele ficou feliz pela vitória da gente. Percorri por todo o Estado. Se não fizer campanha, pré-campanha, apertar as mãos das pessoas por achar que não precisa, fica difícil. Se dependesse de esquema financeiro, não seríamos eleitos. Gastei algo em torno de R$ 250 mil e a equipe ainda está fazendo a prestação de contas”, avaliou.

O atual líder do governo adiantou que o PDT já iniciou os debates para a composição da nova mesa diretora do Parlamento Legislativo e aproveitou para se colocar à disposição para assumir a presidência da Casa do Povo. “Estamos iniciando esse debate, é normal o partido ter a maior bancada ter esse diálogo. As comissões da Casa Legislativa são formadas pela maior bancada. O candidato que tiver a maior bancada, será o novo presidente da Casa. O meu nome está à disposição do partido para ser considerado, me sinto preparado, a experiência do líder nos dá essa credencial. Eu posso ajudar no governo e na mesa diretora”, afirmou.

Questionado sobre os fatores que levaram Gladson Cameli a ser bem votado contra seus adversários, Longo atribuiu o feito ao “carisma” do Chefe do Estado com a população do Acre. “O Gladson teve o voto de confiança da população pelo carisma dele. Ele teve mais votos que na eleição passada. Ele não é um produto falso, ele é daquele jeito, ele caiu no gosto popular. Ele virou vítima [campanha], os ataques foram muito pesados. Sobre a investigação, qual o problema de ser investigado, o Lula foi preso e está concorrendo a presidência da República. O povo não compra mais esse pensamento e o povo se voltou contra os agressores. Ele teve nesse período [pandemia] o apoio da população”, argumentou o pedetista.

Assista a entrevista:

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