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Alvorecer: No domingo da ressurreição, católicos reúnem mais de 4 mil pessoas na Concha Acústica de Rio Branco

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O evento que marca a ressurreição de Jesus Cristo para os católicos conhecido como ‘Alvorecer’ reuniu pouco mais de 4 mil pessoas na Conha Acústica do parque da Maternidade na madrugada deste domingo, 1ª de Abril.

O bispo Dom Joaquim acompanhado dos demais padres que representam as diversas paróquias de Rio Branco comandou a celebração da missa da ressurreição. Os membros de cada paróquia prestigiaram o evento que foi embalado por músicas de adoração e de boas vindas também aos simpatizantes da celebração Católica.

A encenação da ressurreição de Jesus Cristo foi realizada logo no início da missa e deixou a todos admirados pela forma simples, mas contagiante que foi apresentada. Usando jogos de luzes, a encenação apresentou o Cristo ressuscitado com uma luz radiante o envolvendo acima de todos os presentes.

Durante a celebração, o padre Asfury, que também participou destacando algumas palavras durante a missa, pediu vida longa ao papa Francisco e destacou o trabalho que vem sendo feito pelo líder maior da igreja.

Ao final, Dom Joaquim simbolizou cada criança representando as paróquias presentes ao evento uma bandeira da paz. O significado é relacionado ao tema da campanha da fraternidade este ano denominado de “Fraternidade e Superação da Violência”.

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Justiça Federal nega adiamento do Enem no Acre

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A juíza federal da 1º região, Carolynne Souza de Mâcedo, negou neste sábado, 16, o pedido do Ministério Público Federal (MPF), da Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público do Acre (MPAC) acerca do adiamento da aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Acre devido à crise de saúde pública decorrente da pandemia de covid-19.

Com a decisão da juíza, a aplicação do Enem fica mantida e a abertura dos portões está prevista para ocorrer às 9h30 (horário local) e fecha às 11h (horário local).

Na decisão, a juíza argumentou que não é o Judiciário quem deve avaliar a conveniência ou não da implementação de uma política pública em detrimento de outra acerca da adiação do Exame. Segundo ela, cabe ao Executivo [Gladson Cameli], fundado em sua legitimidade democrática.

“Ao Judiciário compete tão somente o exame da legalidade da decisão tomada, realizado mediante a certificação de que aquela escolha política é possível à luz do regramento jurídico pátrio”, afirmou.

As instituições sugeriram que a prova fosse remarcada para outra data já prevista pelo Ministério da Educação (MEC), em fevereiro, para os alunos que não poderiam realizar o exame em janeiro, o que foi prontamente negado.

A solicitação levava em consideração o fato de o Acre enfrentar aumento no número de casos registrados da doença e de óbitos.

A ação foi ajuizada nesta sexta-feira, 15, e os órgãos responsáveis pediram que as provas sejam aplicadas no estado só quando “existir estrutura suficiente e necessária na rede de saúde, pública e privada, para atendimento dos índices de casos relacionados à pandemia de covid-19 – condição que deve ser atestada por órgão técnico do governo estadual”, diz em nota.

Para o MPF, DPE e MPF, “as medidas apresentadas pelo INEP se mostram insuficientes para garantir a não propagação dos casos, de modo que não é presumível que serão suficientes para a aplicação do exame sem o risco de contágio entre os participantes”.

No entanto, a juíza argumentou em outro trecho da decisão, “que os protocolos sanitários preconizados pelo INEP para a realização dos exames não convergem para o cenário acima descrito, em face da exigência de uso de máscaras, distanciamento entre os candidatos, ausência de comunicação entre os participantes, minimização do contato físico e de superfície entre colaboradores e candidatos, higienização e ventilação dos locais de prova, dentre outros”, alegou em decisão.

No Acre, 41.841 candidatos estão confirmados para fazer o exame, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Em Rio Branco, são 32 mil candidatos. O número é 8,25% maior do que a edição de 2019, quando 38.649 candidatos se inscreveram.

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Mesa diretora é eleita com N.Lima presidente, Michelle Melo vice e Antônio Morais 1º secretário

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Como já era esperado, o vereador reeleito N. Lima (Progressista) foi escolhido pela maioria dos votos como presidente da Câmara Municipal de Rio Branco pelos próximos dois anos. Lima surpreendeu nos bastidores da política e conseguiu o apoio de 11 parlamentares e com isso foi escolhido presidente da Câmara nesta sexta-feira, 1º de janeiro, logo após ser empossado.

A vice-presidente escolhida foi a vereadora Michelle Melo (PDT), com 12 votos. O 1° secretário eleito foi o vereador Antônio Morais, com 12 votos. O 2° secretário escolhido foi Hildegard Pascoal, com 12 votos. E o suplente ficou com Ismael Machado, com 13 votos.

Entenda

As articulações para a escolha de Nogueira Lima, de 65 anos, para o comando da Casa passou por altos e baixos devido ele ter se lançado candidato sem consultar o partido, pois a cúpula do PP tinha o interesse velado que Samir Bestene, filho do deputado estadual José Bestene, fosse o candidato, porém a possibilidade foi inviabilizada com o passar dos dias.

Com o prefeito eleito Tião Bocalom, do mesmo partido de Lima, abrindo mão publicamente de influenciar na escolha do comando do Parlamento, coube ao governador Gladson Cameli, por meio de emissários, entrar na disputa interna para que se chegasse a um consenso em torno de uma presidência sob o comando do PP. O ex-deputado Moisés Diniz foi escalado para intermediar as conversas que fecharam apoio a N.Lima.

Mesmo N.Lima conseguindo a maioria do apoio no parlamento, o vereador Emerson Jarude (MDB) manteve sua candidatura a presidência da casa.

Declararam apoio a N, Lima os vereadores eleitos Rutênio Sá, Samir Bestene, Adailton Cruz, Raimundo Nenem, Ismael Machado, Hildegard Pascoal, Michele Melo, Antônio Morais, Joaquim Florêncio, Fábio Araújo e Pastor Arnaldo Barros.

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Com mais de 15 mil pessoas afetadas pela enchente, rio Tarauacá continua apresentando vazante

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As águas do Rio Tarauacá, que banham o município de Tarauacá, continuam dando sinais de vazantes. Uma medição realizada pelo Corpo de Bombeiros do Acre, na régua que localiza em uma das pilastras de sustentação da ponte, às 16 horas, da tarde desta quarta-feira, 30 , aponta uma diminuição de 0,40m.

Pela manhã, desta quarta-feira, 30, o rio estava em 10,50m, sendo que a cota de alerta é de 8,40m. Segundo o Corpo de Bombeiro, às 16 horas, o rio se encontrava com 10,10m, com diminuição de 0,40m em seis horas.

Da tarde de segunda-feira até o início da noite desta terça-feira, 29, as medições apontavam uma estabilidade em que o nível se mantinha em 10,60m.

Segundo o Major Cláudio Falcão, do Corpo de Bombeiros do Acre (CBMAC), a previsão é que diminua nas próximas horas.

Pelo menos 4,9 mil casas foram atingidas pelas águas do manancial em quatro bairros: Centro, Senador Pompeu, Flores e Triângulo. São pelo menos 15 mil pessoas nesses bairros atingidos. A enchente desabrigou 87 pessoas que foram levadas para duas escolas da cidade.

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Presidente da OAB/AC celebra êxito nas ações de auxílio ao advogado na fase crítica da pandemia

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O programa Bar do Vaz deste domingo, 27, traz uma entrevista com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC), Erick Venâncio, que apresenta as medidas tomadas durante o período de pandemia do novo coronavírus que auxiliaram a advocacia do estado num momento delicado de crise em vários setores.

Ao jornalista Roberto Vaz, o presidente revela as dificuldades enfrentadas pela advocacia no ano de 2020 e as ações emergenciais da OAB/AC, bem como todo o trabalho desenvolvido em prol da defesa da justiça e o direito do cidadão.

“Um ano difícil e atípico, mas que nos trouxe novidades. Estamos tendo que aprender ainda [a lidar com o trabalho na pandemia], e a advocacia não fugiu disso. Tivemos imensa dificuldade e fizemos muito para auxiliar os advogados na pandemia”, explica Venâncio.

Segundo o presente, houve duas principais preocupações da entidade durante a crise da Covid-19: a primeira era como iria se dar a prestação do jurisdicional, defender o direito das pessoas e a segunda na garantia da subsistência dos advogados.

“Os advogados são profissionais liberais e sobrevivem do trabalho diário. Buscamos tomar uma série de providências para que esses profissionais não ficassem desassistidos”, garante o presidente. Além disso, a entidade criou meios e  plataformas para manter o profissional ativo e realizaram testagem em massa. “Fizemos mais de 2 mil testes de Covid-19, cursos tele presenciais, palestras e outras atividades para que os advogados não ficassem parado”. Outras ações criadas na pandemia, como o escritório solidário, deve permanecer após o surto do coronavírus.

Veja a entrevista completa:

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