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Para ficar pronta em 2018, ponte sobre o Rio Madeira depende de aprovação de projeto de suas cabeceiras até abril

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Prevista para ser inaugurada até o final de 2018, a ponte sobre o rio Madeira atualmente tem 69% de sua obra física pronta, mas a falta de revisão e aprovação de um dos projetos, ainda não garante a conclusão em definitivo até o prazo estabelecido. A construção da ponte que começou em 2014, mas há décadas sempre foi um sonho definitivo de ligação por terra do Acre ao restante do Brasil, teve seu orçamento inicial girando em torno de R$ 128 milhões, chegando a quase R$ 150 milhões em valores atualizados até o momento.

A ponte que tem uma área de projeção de 1084 metros sem os acessos chega a 1800 metros com as cabeceiras concluídas. Atualmente falta ser concluído somente um dos quatro ‘BES’ conhecidos popularmente como sustentação dos pilares, sendo que um está em fase de fundação. Já as vigas e Lages estão praticamente prontas e esperando somente a conclusão dos últimos pilares para o termino.

A obra é de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) de Rondônia que contratou a JDS Engenharia e Falcão Bauer como consórcio supervisor, além da empresa ArteLeste como construtora. O que garante uma execução da obra com mais qualidade e fiscalização intensas em cada etapa.

De acordo com o engenheiro de produção da construtora ArteLeste, Max Barbosa, neste período de chuva vem sendo feito o que é possível. “Tem dias que com as intensas chuvas não há como trabalhar, mas estamos dando seguimento dinâmico à obra garantindo sempre a total segurança. Atualmente temos toda a estrutura de lages e vigas prontas, faltando somente um dos BES para a construção de mais um dos pilares”, explica o engenheiro.

O engenheiro supervisor da JDS e Falcão Bauer, Fernando Arantes, destacou as principais dificuldades de se fazer a ponte sobre o rio Madeira. “Temos aqui uma região com suas situações climáticas totalmente diferente. O rio Madeira é muito perigoso pelo tipo de material que transporta em suas águas, as madeiras passam a todo instante pelo leito do rio, isso para trabalhar exigi uma atenção ainda maior. A região não tem produção do material que precisamos para a construção, tudo vem de outras fora. Estas são as principais dificuldades que estamos superando para concluir esta importante obra para esta região amazônica”, destacou Arantes.

Projeto para garantir a inauguração da ponte

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Segundo os engenheiros as obras da ponte em sua parte física ficarão prontas até o final deste ano, mas um projeto que corresponde à parte dos acessos “cabeceiras” falta ser aprovado em Brasília, o que garantiria uma entrega completa da obra até o final deste ano. Mas o projeto precisa ser aprovado até o mês de abril para que as empresas tenham garantias de concluir o serviço até o final de 2018.

O engenheiro supervisor da obra, Fernando Arantes, destacou que por conta da ultima enchente do rio Madeira que atingiu parte da área de acesso da ponte “as cabeceiras” que estavam estipuladas a 94 metros do leito do rio foi modificada pelo DNIT para 100 metros depois da enchente de 2014. O que dentro do planejamento da obra acabou afetando o que estava definido para a região.

“Temos ainda a indefinição dos projetos, que falta a aprovação que estão em analise em Brasília. Havendo a autorização para a execução, daremos inicio as obras do acesso da ponte para garantir a entrega completa da obra”, explica o engenheiro.

Fernando destaca ainda que o projeto inicial dos acessos teve que ser modificado por conta da ultima enchente. “Foi verificado que estava estipulado no planejamento caso acontecesse uma nova enchente igual à de 2014 os acessos à ponte ficariam submersos. Por conta disso o projeto teve que ser modificado junto com a projeção dos acessos. Estamos aguardando a autorização para executarmos o serviço”, finalizou o supervisor.

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Covid-19 mata mais 7 no Acre e 570 novos casos são registrados neste sábado

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) registrou na tarde deste sábado, 06, 570 novos casos de infecção por coronavírus, sendo 357 casos confirmados por exame de RT-PCR e 213 testes rápidos. O número de infectados saltou de 59.500 para 60.070 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 162.833 notificações da doença, sendo que 102.284  casos foram descartados e 479 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 51.346 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 350 pessoas seguem internadas.

Mais sete notificações de óbitos foram registradas neste sábado, 6, sendo 3 do sexo masculino e 4 do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 1.054 em todo o estado.

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Diretor do Into revela que nova onda tem internado jovens com sintomas graves da Covid-19 no Acre

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Em entrevista ao Jornal do Acre na manhã desta sexta-feira, 05, o diretor do Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), Osvaldo Leal, responsável pela unidade escolhida como referência para tratamento da Covid-19, alertou para o aumento de casos e internações de jovens em razão do vírus.

Osvaldo destacou que desde janeiro houve um aumento da demanda de atendimentos na unidade. “No mês de fevereiro encerramos com cerca de 250 a 300 atendimentos por dia”, pontuou.

Em outro trecho, Osvaldo Leal afirmou que a 2º onda da Covid-19 vem acometendo mais jovens na capital. “A gente tem percebido que o agravamento dessa pandemia, nessa segunda onda, tem acometido pessoas mais jovens. E essas pessoas têm apresentado, inclusive, sintomas mais graves da doença, com quadros inflamatórios graves, inclusive, com óbitos, que a gente tem percebido nesse período do mês de janeiro e fevereiro”, destacou.

Segundo o diretor, apesar de todo o reforço de novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), a unidade vem apresentando mais de 90% de ocupação.

“De fato esse percentual de leitos de UTI e enfermaria tem ficado acima de 90% há mais de um mês. No Into, estamos em torno de 96% e 97%, mas temos regulado nessa taxa de ocupação. Os pacientes que precisam de UTI são assistidos em ambientes que chamamos de salas chamadas vermelhas, essas salas são as que tem todos os equipamentos de UTI e  que são montados tanto no pronto atendimento quanto na enfermaria na espera de leitos de UTI, enquanto permanecem aguardando a remoção para leitos de UTI”, salientou.

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Polícia prende membro do CV envolvido em 12 homicídios

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Agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção (DHPP) da Polícia Civil cumpriram um mandado judicial e prenderam na noite desta quarta-feira, 3, o homicida de alta periculosidade, Matlisson Malzone Caetano de Freitas, de 18 anos, vulgo “19”, membro da facção Comando Vermelho (CV), amigo e comparsa de Valdivino Marques, o vulgo “Diabão” do “CV” envolvido em pelos menos 12 homicídios na capital, que foi morto em uma troca de tiros com a Polícia Militar, no dia 05 de janeiro deste ano, no bairro Boa União, na região da Baixada da Sobral.

A prisão do faccionado aconteceu em via pública, na rua Floriano Peixoto, no bairro Base ,em Rio Branco, enquanto ele caminhava com destino a uma festa. Segundo a Polícia, a relação de amizade de Matlisson e “Diabão” era tão afetuosa que até a cor dos seus cabelos eram iguais (avermelhados), bem como, o instinto de matador.

De acordo com a Polícia, Matlisson é acusado de matar o jovem Lougan Tayson Rodrigues, de 21 anos, que foi ferido a tiros dentro de sua residência localizada na rua Jatobá, no bairro Airton Sena, na região da Baixada da Sobral, em Rio Branco, na noite do dia 24 de dezembro de 2020. Após uma semana internado no Pronto-Socorro, Lougan não resistiu aos ferimentos e morreu.

Já no dia 29 de dezembro de 2020, o membro do “CV” agiu novamente e feriu com 4 tiros o jovem Saulo Isaías de Pinho, de 19 anos, em via pública enquanto tomava tereré com um amigo na frente de uma distribuidora localizada na rua Raimundo Melo no bairro Ayrton Senna, a ambulância do SAMU encaminhou o ferido ao Pronto-Socorro e Saulo morreu ao dar entrada no hospital.

Além dos dois homicídios cometidos no mês de dezembro de 2020, Matlisson matou e feriu a tiros pessoas inocentes na noite dia 13 de fevereiro de 2021, após juntamente com um comparsa se aproximarem em um veículo de cor prata, de uma distribuidora de bebidas localizada na rua Diamantina, no bairro Cidade Nova, e em posse de uma arma de fogo efetuarem vários tiros na direção dos clientes que se encontravam no estabelecimento. Durante a ação dos criminosos o Idoso Valmir Procópio, de 67 anos, e um adolescente de 17 anos, foram feridos e encaminhados pela ambulância do SAMU ao Pronto-Socorro da capital. O idoso não resistiu aos ferimentos e morreu.

As investigações através da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continuam e a polícia acredita que o matador do “CV” esteja envolvido em outras situações de homicídios, bem como tráfico de drogas e roubos na capital.

O criminoso de alta periculosidade foi encaminhado à Delegacia especializada e será encaminhado ainda hoje a Penitenciária Francisco de Oliveira Conde (FOC).

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Mesmo na Bandeira Vermelha, todo o Acre reduz isolamento social e permanece em nível de emergência

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Mesmo há mais de 20 dias estando na Bandeira Vermelha (nível de emergência) na classificação de risco da pandemia de Covid-19, todas as regiões do Estado do Acre apresentaram uma redução no índice de isolamento social. Durante a 19ª coletiva do governo e do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, na manhã desta segunda-feira, 1º de março, ficou decidido que o Acre segue na faixa vermelha da pandemia.

O Alto Acre reduziu o índice de isolamento em 9%. O Baixo Acre reduziu 11% e a região do Juruá/Tarauacá/Envira também reduziu esse índice. Todas as regiões continuam apresentando uma curva ascendente no número de casos da doença, segundo a coordenação do Comitê. Tal fato indica que para os próximos dias, caso o comportamento da sociedade acreana seja o mesmo, a tendência continua sendo de piora no aumento de notificações de novos casos de Covid-19.

Os membros do Comitê continuam pedindo à população que sigam as medidas sanitárias que inibem a contaminação do novo coronavírus, como uso de máscara, evitar aglomeração e fazer higienização das mãos constantemente. “Esse vírus vem circulando de forma muito rápida”, disse o médico Osvaldo Leal, diretor do Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into), salientando que os hospitais estão cada vez mais lotados e com casos graves.

O período de análise apresentando nesta segunda é do dia 14 a 27 de fevereiro. A classificação da pandemia considera 4 níveis de risco preconizados pelo Pacto Acre sem Covid.

A região do Alto Acre ficou com nota 16, tendo evolução também no índice de notificação por síndrome gripal, taxas de óbitos e ocupação em leitos clínicos. O Baixo Acre ficou com nota 19,03, também estando na Bandeira Vermelha, com aumento de notificação por síndrome gripal em 39%, novos casos de Covid-19 em 9% e aumento na ocupação de leitos clínico em 104%.

A região Juruá/Tarauacá/Envira ficou com nota 17, também ficando na Bandeira Vermelha, com aumento na ocupação de leitos cínicos em 44%.

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