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Um voto de confiança para o dirigente do DNIT, Thiago Caetano

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As explicações técnicas dadas pelo dirigente do DNIT, Thiago Caetano (foto), como estão se realizando e quais as projeções para o trabalho atual e de futuro para as obras de restauração da rodovia 364, me pareceram bem convincentes e vindas de alguém bem intencionado. Primeiro por jogar com a verdade que o que se está fazendo é uma restauração de trechos críticos, não é a recuperação total da rodovia. O dinheiro alocado de 130 milhões não daria nem para o começo. Reverberou de forma positiva de que, quer fazer muito e bem feito com pouco dinheiro.  Também joga com a verdade ao falar que não existe verba alocada para restaurar o trecho entre Tarauacá-Cruzeiro do Sul, mas apenas o compromisso da direção nacional que estes recursos serão liberados. As obras mal começaram e as críticas surgem de todos os lados, até dos deputados da base do governo. A classe política, principalmente, os deputados com base ao longo da 364 para o Juruá têm o direito de cobrar. A imprensa também tem este papel. Mas o correto é esperar as obras avançarem para denunciar se ficar uma porcaria ou elogiar se forem bem feitas. Não se pode é fazer um julgamento de um trabalho que está apenas no início. Da parte da coluna vai um voto de confiança. É esperar para comentar.

Bem para a primeira viagem
Quem se saiu bem como marinheiro de primeira viagem foi o deputado Heitor Junior (PDT). Criticou e cobrou do governo quando foi necessário, sempre esteve na tribuna nos grandes debates de temas importantes como o da questão das hepatites e, vai para o recesso com saldo. O Heitor caminha para chegar em 2018 com moral para pleitear a sua reeleição.

Só não dançou quadrilha
O prefeito Marcus Alexandre é visto sempre tirando uma casquinha nas atividades culturais das festas juninas. Isso serve para projetar ainda mais de forma positiva a sua imagem de político próximo ao povo. Marcus já declarou que é pré-candidato a governador.

Iniciativa pragmática
A PEC do senador Jorge Viana (PT) que pretende diminuir o número de deputados federais e senadores é extremamente simpática. Se fosse para um plebiscito passaria de lavada. Não precisa do número atual exorbitante de deputados e senadores. Mas, não sei se passa.

Mulheres pedem passagem
Sempre reclamam que poucas mulheres se fazem presente no parlamento. Mas é porque não colocam nomes qualificados como candidatas. Em 2018 teremos bons nomes para deputado estadual: Maria Antonia, Sawana Carvalho, Juliana Rodrigues, Antonia Sales, Eliane Sinhasique, Leila Galvão e Carla Brito. Todas com qualificação para ocupar uma cadeira na Aleac. Escolham.

Por mais que tente explicar
Tenho o maior respeito pelo trabalho político do deputado federal Major Rocha (PSDB), no combate ao PT. Mas nenhuma das explicações desta sua rápida mudança de rumo me é convincente: era contra a Dilma para pôr o Temer, agora quer tirar o Temer, uma bandeira do PT.

Sabe que redundará numa convulsão
Se a queda do presidente Temer implicasse numa mudança de rumo para melhorar o país estaria me associando a este sentimento, mas não, convulsionará ainda mais o país. O que de prático vai mudar tirando o Temer? Como se diz no popular: em porra nenhuma.

Apostaram errado
Os que apostaram no fechamento do jornal OPINIÃO apostaram errado: sua equipe é coesa. Vamos continuar sendo o único jornal que circula no interior e não só na Capital e com a edição de segunda-feira. Claro que isso causa inveja, mas figa da Bahia e mangalô três vezes.

Não consigo ver este quadro
É um direito a coligação PSDB-DEM tentar emplacar uma candidatura alternativa ao governo, que nunca deu certo no Acre para cargo majoritário. Três bons exemplos foram os fracassos nas urnas para a PMRB da Antonia Lúcia, Fernando Melo e recentemente Raimundo Vaz.

Mais renitente
O mais renitente a favor da candidatura alternativa é o DEM. O PSDB, nem tanto, está escaldado do seu fracasso na última eleição municipal e acabará por se somar à candidatura do senador Gladson Cameli (PP) ao governo, por ser a única viável no quadro da oposição.

Será que todos estão errados?
Não converso com um político de Cruzeiro do Sul, seja ele de partido da oposição ou da base de apoio ao governo que diga que o prefeito Ilderlei Cordeiro conseguiu decolar a sua administração. Será que todos estão errados ou a unanimidade é burra, como dizia Nelson Rodrigues?

Polícia na rua
Nos últimos dois dias a Polícia Civil e a Polícia Militar estão fazendo o que era para ser feito não somente nos momentos de crise, de estar presente na cidade e fazendo abordagens constantes de carros e motos, nas ruas do centro e na periferia. É a polícia que nós queremos.

Não tem sido omisso
O secretário de Segurança, Emylson Farias, não tem sido omisso e participa de todas as ações. E as operações realizadas estão tendo sucesso com dezenas de prisões e apreensão de drogas e armas.

Fora da disputa
A vereadora Lene Petecão (PSD) não será candidata a deputada estadual e deve continuar no mandato até o final. A Lene tem sido até aqui na Câmara Federal uma voz ativa na oposição.

Briga pela suplência
Vários presidentes de partidos nanicos me ligaram ouriçados para dizer que não vão recuar na briga de indicarem os suplentes nas chapas ao Senado do senador Jorge Viana (PT) e do deputado Ney Amorim (PT). E com argumento que quem não serve para ser parceiro não serve para pedir votos. Não deixa de ser uma posição coerente, esta dos nanicos sobre as suplências.

Questão fechada
Importante dirigente da oposição me disse ontem que, o problema já foi detectado e que no momento certo será feito um fechamento de questão, para evitar o escoamento do segundo voto do Senado da oposição para candidatos do PT. E quem insistir perderá a legenda.

Não é uma atitude inteligente
Dentro do PT existem cabeças mais lúcidas que acham que a Delegada Carla Brito (PSB) não deveria ser candidata a deputada estadual em 2018, mas preservar o seu nome para disputar a prefeitura de Cruzeiro do Sul. Porque caso não se eleja, praticamente lhe tira do páreo.

Exemplo próximo
Citam o caso do professor Marcelo Cerqueira (PT). Projetou seu nome quando foi o vice na chapa do deputado federal Henrique Afonso na disputa com Vagner Sales, deveria ter esperado a próxima eleição para disputar a prefeitura, foi açodado, disputou a eleição para deputado e obteve baixa votação. E hoje está fora do cenário político do Juruá.

Não metam Deus no meio
“Deus, nos livre!”. É quase uma exclamação unânime entre os partidos nanicos quando se fala na aprovação do “Distritão”, pelo qual se elegem os mais votados dos partidos. É que a maioria tem sido eleita através da atolagem das legendas, no sistema proporcional.

Fora do circuito
Quem está fora do circuito político é o Chicão Brígido, hoje secretário municipal. Foi um fenômeno de votos para vereador e deputado federal quando ainda não estava instituída a compra de votos. Depois que prevaleceu ter dinheiro para poder se eleger, ele saiu da cena.

Limpa nas gavetas
A mesa diretora quer começar o recesso parlamentar com as gavetas limpas, todos os projetos aprovados. Nas legislaturas passadas isso rendia uma boa grana extra para os deputados, hoje as sessões extraordinárias não são mais pagas. É na base do 0800.

Besteirol dos grandes
Vejo alguns protestos por causa do ex-vereador professor Roger ter ido da oposição para o DEM. O Bocalon, Calixto, Petecão, Gladson, Márcio Bittar, já não estiveram nos palanques da FPA e não desfraldam agora com vigor a bandeira da oposição? Qual o problema você se desencantar com um partido e mudar? A política é soma e não subtração. O resto é besteirol.

Uma CPI louca e muda
A “CPI da SEHAB” é a coisa mais louca que vi na minha longa vivência no meio político, na Assembléia Legislativa: nem o PT e tampouco a oposição fazem movimentos para que ande. Parece que combinaram levar na embromação até a extinção do prazo de funcionamento. E como estamos na porta do recesso parlamentar é que não andará. O presidente deputado Lourival Marques (PT) e os deputados da oposição Eliane Sinhasique e Gehlen Diniz (PP) aparentam que fizeram um pacto de silêncio a respeito da CPI. Se não era para funcionar, por qual razão instalaram? Este tipo de comportamento torna mais desmoralizado o instituto da CPI.

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