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Gedeon consegue eleger presidente da Câmara e fica com maioria na Câmara de Plácido de Castro

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O prefeito do município de Plácido de Castro, Gedeon Souza, deu a volta por cima, conseguiu eleger o vereador irmão Paulo (PSD) como presidente da Câmara Municipal com votos dos vereadores Denísio (PCdoB), Enfermeira Meire (PSDC), professor Marcelo e Meire do Dino (ambos do PSDB) e Mineirinho (DEM). A eleição da Câmara que aconteceu no dia da posse do prefeito, acabou em confusão e só veio a ser realizada ontem (3).

Uma ação protocolada pelo Partido dos Trabalhadores na Justiça impediu a candidatura de Denísio (PCdoB) como presidente na chapa escolhida por Gedeon após rebelião dos vereadores Zé Nunes (PR) e Dr. Denys (PP). Zé era o candidato escolhido por Gedeon para continuar presidindo a Câmara, mas o processo foi interrompido pelo vice prefeito, o Zé Maria, causando toda celeuma.

Até o deputado federal Major Rocha, do PSDB, fixou residência em Plácido de Castro desde o último domingo para garantir a eleição de um vereador da base e sustentação de Gedeon na Câmara Municipal.

Hoje pela manhã, era grande a movimentação de vereadores no gabinete do prefeito em Plácido de Castro, tudo por conta do resultado apertado nas eleições.

A adesão do PCdoB na chapa e na base de sustentação de Gedeon, para alguns analistas, pode gerar dor de cabeça ao prefeito, mas ele afirmou para a reportagem do ac24horas que está tranquilo.

“Nossa intenção é de fazer uma gestão muito transparente e com total equilíbrio fiscal, portanto, acreditamos que com o nosso trabalho vamos ampliar a maioria da base na Câmara, vamos governar para todos e por uma Plácido de Castro melhor” assegurou Gedeon.

Polêmica acabou dividindo opiniões e suscitando debates no grupo de oposição estadual

A polêmica em torno do resultado da eleição para Câmara de Vereadores em Plácido de Castro acabou aquecendo o debate sobre a postura de lideranças da oposição em todo o estado, com uma ajudinha do episódio da Câmara de Vereadores de Rio Branco, onde, a chapa eleita, presidida pelo vereador Manuel Marcos (PRB) teve votos de dois vereadores do PSDB.

Grupos de militantes nas redes sociais debatem desde o último domingo, em quem se deve confiar no novo grupo de políticos eleitos em outubro do ano passado. Criticas pesadas foram direcionadas por peemedebistas contra o deputado federal Major Rocha.

Major Rocha partiu para o contra-ataque e disse que, “mais uma vez a oposição está atendendo interesse pessoais e atacando os próprios integrantes. Se eles estão dispostos a fazer a limpa vamos começar pela Aleac. Expulsem os deputados de oposição que votaram no Ney Amorim, que podemos começar a conversar, mas não venham questionar apenas o PSDB”, dispara Rocha.

Os ânimos continuam exaltados. Hoje pela manhã, Valdete do PMN ressuscitou a postura do vereador Rogério Pontes, do PMDB, de Brasileia, que segundo ela, abandonou a oposição e se uniu ao PT, “iludido para ser presidente da Câmara com apoio da Frente Popular”, acrescentou.

A lembrança feita por Valdete foi suficiente para reascender o debate em torno de “verdadeira oposição”, slogan criado pelo grupo do deputado Major Rocha nas redes sociais.

Acre

Reversão do Saerb só voltará a ser debatido em janeiro de 2022

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A discussão em torno da reversão do sistema de água e esgoto de Rio Branco só deve voltar a ocorrer entre a prefeitura e o governo do estado a partir de 1° de janeiro de 2022. Isso porque o gestor municipal Tião Bocalom (Progressistas) oficializou nesta semana o adiamento do prazo para transferência junto ao governador Gladson Cameli (Progressistas).

Ambos se encontraram nessa segunda-feira, 27, no Palácio Rio Branco, para assinar o termo de prorrogação da transferência do serviço de água e esgoto para o município, que só deve se concretizar no ano que vem. Para Bocalom, o principal problema foi a questão orçamentária. “À princípio a gente achava que daria para fazer esse ano, acontece que nós esbarramos numa questão técnica, que chama-se orçamento do município”, declarou. Segundo o prefeito, o orçamento do Saerb e do município não deu condições de a prefeitura assumir o serviço de água e esgoto neste momento.

“Não tem como gastar o dinheiro. O dinheiro a gente tem, o problema é em como gastar, que chama-se orçamento. Nós não conseguimos nenhuma brecha dentro do orçamento para poder fazer a reversão esse ano”.

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Acre

Prestação de contas de Kiefer Cavalcante é irregular, diz TCE

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O prefeito de Feijó, Kiefer Cavalcante (Progressistas), teve sua prestação de contas referente ao exercício de 2019 considerada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). A decisão foi publicada nesta terça-feira, 28, no Diário Oficial do TCE. Em março, o TCE reprovou a prestação de contas do exercício de 2017, do prefeito de Feijó, Kiefer Cavalcante.

Segundo a conselheira-relatora, Maria de Jesus Carvalho de Souza, em parecer prévio, foram constatadas diversas irregularidades na prestação de contas da prefeitura de Feijó.

Na decisão, a Corte de Contas entendeu que o prefeito cometeu infringência ao não realizar pagamento de dívidas referentes a Obrigações Trabalhistas, Previdenciárias e Assistenciais, além da ausência de comprovação de bens imóveis, no valor de R$ 6.959.222,52 tendo em vista que consta no processo uma relação desses bens, porém não apresenta os valores monetários.

Por fim, o TCE decidiu encaminhar a cópia da prestação de contas à Câmara de Feijó para adoção de medidas cabíveis e pela abertura de processo de Tomada de Contas Especial, considerando válida a reprodução da documentação acostada nestes autos para o novo processo, a fim de apurar possíveis danos.

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Acre

Vereador de Rio Branco é alvo novamente de operação da PF

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Agentes da Polícia Federal estiveram na manhã desta terça-feira, 28, cumprindo um mandado de busca e apreensão na casa do vereador de Rio Branco, Raimundo Neném (PSB). As autorização foi expedida pelo juiz Eleitoral da 1ª Zona Eleitoral da capital e 8 policiais federais participaram da operação batizada de Sine Vox 2. Em maio deste ano, o parlamentar já havia sido algo da primeira fase da ação policial.

De acordo com a PF, durante as investigações, verificou-se a existência de indícios de formação de uma organização criminosa com a finalidade de cometer os crimes de corrupção eleitoral, transporte irregular de eleitores e falsidade ideológica eleitoral durante as eleições de 2020 na capital acreana. O alvo da operação é o núcleo administrativo da organização.

A operação é resultado do aprofundamento das investigações referentes à operação SINE VOX deflagrada no dia 20 de maio de 2021, ocasião em que foram cumpridos 4 mandados de busca e apreensão, incluindo o gabinete de vereador da cidade de Rio Branco/AC, bem como na residência deste parlamentar.

As investigações tiveram início em março de 2021 após chegar ao conhecimento da Polícia Federal a existência de mensagens, em um grupo de aplicativo de mensagens instantâneas, na qual um dos alvos afirmou que angariou o valor de R$ 50,00 por ter votado em determinado candidato a vereador nas eleições municipais. O alvo ainda frisou que, se soubesse que obteria aquele valor, teria avisado a todos os componentes do grupo.

Na operação Sine Vox 2, quatro pessoas ligadas ao parlamentar municipal são investigadas, suspeitas de serem as responsáveis por organizar o pagamento de votos a eleitores, bem como realizar o transporte ilegal de eleitores no dia das eleições. Somadas, as penas do crime de corrupção eleitoral, transporte irregular de eleitores e organização criminosa podem chegar a 18 anos de reclusão.

O nome da operação (SINE VOX), em tradução livre do latim para o português, significa “SEM VOZ”. Este nome foi escolhido pois quando uma pessoa vende o seu voto ela perde o direito de falar, ou seja, de exigir dos seus representantes eleitos melhorias para toda a sociedade.

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Acre

Em Rondônia, variante Delta atinge pessoas de 20 a 45 anos

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Foto: Mineia Capistrano e Frank Néry

A Fiocruz Rondônia está divulgando o resultado do sequenciamento genético do vírus Sars-CoV-2, realizado com amostras referentes ao mês de agosto naquele Estado. De 73 amostras recolhidas, 35 foram caracterizadas como variante Delta (B.1.617.2), o que representa 47,94% das amostras analisadas.

O estudo comprovou ainda que 38 amostras foram caracterizadas como P.1 e subvariantes (52,5%), e 22 amostras como exclusivamente P.1 (58%).

Ao todo, 16 municípios de Rondônia participaram do estudo e, dentre os fatores que chamam a atenção, os pesquisadores destacam que oito pacientes, já com o ciclo vacinal completo (duas doses, ou dose única), foram diagnosticados com a variante Delta. Outro fator também observado é a faixa etária.

Na maioria dos casos em que houve diagnóstico positivo para a variante Delta, o paciente tem idade entre 20 e 45 anos. Dos oito pacientes com o esquema vacinal concluído e que contraíram a variante Delta, apenas três têm idades abaixo de 50 anos.

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