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Roselane quer uso de nome social de travestis e transexuais em serviços de Rio Branco

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A vereadora Roselane Esportes utilizou o grande expediente da Câmara Municipal desta terça-feira (17) para falar da importância do combate a LGBTfobia afirmando que a violência não se reduz apenas a sua expressão física, mas também psicológica, verbal e moral.

Ela apresentou uma indicação que trata da inclusão e uso do nome social de travestis e transexuais nos registros municipais relativos a serviços públicos e privados, solicitando ao prefeito Marcus Viana que adote o que já foi proposto por lei em nível federal.

“Poder utilizar seus nomes sociais em crachás ajuda a vencer preconceitos e dar um bem estar a essas pessoas que enfrentam constante estado de violência no dia a dia”, acrescentou.

Em várias capitais do Brasil foram realizadas passeatas em apoio ao movimento LGBT. Ao falar que a educação é a grande saída para se vencer os preconceitos, a vereadora acredita que ampliar os direitos desse segmento é fundamental para construir uma sociedade plural e democrática.

“A democracia também consiste em vivermos de maneira harmônica com as diversas formas de manifestação da individualidade humana” concluiu.

A indicação segue para o prefeito Marcus Viana analisar.

Acre 01

Acadêmico de medicina baleado por policial passa bem após cirurgia, segundo familiares

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O acadêmico de medicina Flávio Endres de Jesus Ferreira, de 30 anos, que foi baleado na madrugada deste domingo (28) pelo sargento da PM Erisson Nery, passou por cirurgia e estaria fora de perigo de morte, segundo informaram familiares ao jornal O Alto Acre, de Brasiléia.

Flávio Endres foi baleado duas vezes na região do tórax e do abdômen após uma confusão no QGIV Gastrobar com o militar e suas esposas, em Epitaciolândia.

De acordo com as informações obtidas pelo jornal da fronteira o seu estado clínico é bom e que a equipe médica está acompanhando o paciente na evolução pós-cirúrgica, já podendo ser transferido para uma enfermaria.

O caso está sob a responsabilidade da delegada Carla Ivane, de Brasiléia, uma vez que o delegado de Epitaciolândia está de férias. Ela informou que um inquérito foi instaurado e que os procedimentos estão sendo tomados.

O sargento Erisson Neri ainda não foi localizado e informações não dão conta de que ele se apresentará nesta segunda-feira (29).

Por meio de nota, o comando da PM disse que continua em diligências com o fim de localizar o sargento e que a instituição não compactua com ações que firam as normas legais ou que contrariam os valores castrenses seguidos pela corporação ao longo de sua história.

“Atitudes tomadas por quaisquer membros da corporação no âmbito de suas vidas privadas não refletem no posicionamento institucional e devem ser apuradas à luz do que determina a legislação”, diz a manifestação.

O sargento ficou conhecido nas redes sociais após assumir um trisal com a mulher, que também sargento da PM do Acre, Alda Radine, e a administradora Darlene Oliveira, que é quem aparece em um dos vídeos que circulam na internet tomando a arma da mão do militar após o estudante ter sido baleado.

Alda Radine acusa o rapaz de tê-la assediado e depois a agredido, motivos pelo qual a confusão que resultou nos tiros teria se iniciado. Ela registrou queixa à polícia por importunação sexual e agressão. Segundo a militar, antes de ser baleado, o acadêmico de medicina passou a mão em sua bunda e lhe deu um soco na boca quando ela foi tomar satisfações.

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Acre 01

Mulher de PM que atirou em estudante defende marido e diz que foi vítima de assédio e agressão

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A sargento da Polícia Militar do Acre, Alda Radine, mulher do também sargento Erisson Neri, que na madrugada deste domingo (28) atirou no estudante de medicina Flávio Endres, em Epitaciolândia, se manifestou no stories do seu Instagram sobre o ocorrido.

Em uma das postagens, Alda Radine diz que foi vítima de assédio sexual e de agressão por parte do estudante.

“Mulher não merece respeito? Não pode estar ou circular em um ambiente livremente sem que seja assediada, desrespeitada e tocada desrespeitosamente, e se tomar satisfação ainda é agredida”.

Em outra mensagem ela questiona os seus seguidores sobre a atitude do marido, que para ela apenas a defendeu das agressões.

“Você conseguiria ver seu parceiro ou parceira, esposo ou esposa, caído no chão sangrando por uma injusta agressão sem defendê-lo. Você teria esse sangue de barata?”, perguntou.

Por fim, ela afirma que suas postagens não têm o fim de angariar o apoio ou compreensão, mas de expor o seu lado da história.

“Eu não estou aqui em busca de apoio ou compreensão de ninguém. Como sempre eu exponho o meu ponto de vista, toda verdade tem dois lados”, concluiu.

Em determinado momento, ela contesta a informação veiculada pelo ac24horas de que ela “estaria dançando” com o estudante, afirmação que não foi feita pelo jornal, mas por pessoas que estavam no local relataram isso por meio de áudios divulgados nas redes sociais.

“Um cara que eu nem conheço, nunca dirigiu a palavra a mim, meteu a mão na minha bunda e quando eu reclamei me deu um soco na boca me deixando desacordada”, ela disse.

A reportagem tentou entrar em contato com a tenente na manhã deste domingo para ouvir a sua versão dos fatos, mas não conseguiu o contato da militar. O espaço segue à disposição para que ela possa se manifestar, caso deseje.

Até as últimas informações levantadas pelo ac24horas o sargento Nery não havia sido localizado. Uma fonte disse que ele teria comunicado que se apresentaria nesta segunda-feira (29) com advogado.

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Acre 01

Lovisaro, Curti e Cosmo entram na lista tríplice para PGJ do MPE

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Com 100% das urnas apuradas, os membros do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) escolheram, nesta sexta-feira, 26, a lista tríplice de candidatos a Procurador-Geral de Justiça, compostas pelos procuradores de Justiça, Danilo Lovisaro (32,65% – 48 votos), Rodrigo Curti (27,89% -.41) e Cosmo Lima (20,4% – 30), que disputam a sucessão da atual procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane. Em quarto, ficou Carlos Maia com 19,4% -28 votos. A eleição ocorreu das 8 às 17, na sede da instituição.

O novo procurador-geral vai conduzir a instituição no biênio 2022-2024. Ao todo, dos 80 votos previstos, foram 59 computados presencialmente, 20 de forma antecipada e apenas uma abstenção.

A atual procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane, revelou ao ac24horas que sai ao fim do mandato com a sensação de dever cumprido na instituição. “Tivemos dificuldade e muitos avanços. A eleição contou com quatro candidatos valorosos, qualquer um que assumir vai encontrar um MP com as contas sanadas. A expectativa é que se dê continuidade aos avanços”, argumentou.

A lista tríplice com os três mais votados será encaminhada ao governador do estado, Gladson Cameli, que, de acordo com a Lei Complementar 291/2014, têm até 15 dias, após ter recebido a lista oficialmente, para nomear o novo chefe do MPAC.

A procuradora de Justiça, Gilcely Evangelista, da Comissão Eleitoral, disse que oitenta membros, entre promotores e procuradores de Justiça, estavam aptos a participar da votação, que se deu de forma presencial, em sistema de cédulas de papel, na Sala de Sessões do Edifício-Sede do MP acreano, no horário das 8 às 17 horas.

O que dizem os procuradores da lista

O procurador de Justiça Carlos Maia, Cosmo Lima, revelou que essa é a sua 6° candidatura ao pleito, porém, segundo ele, desta vez, espera vencer e ser escolhido Procurador-Geral do órgão. “Historicamente, eu sempre entro na lista, mas nunca fui escolhido e nomeado pelo Governador, pois ele é quem escolhe. Espero ingressar e espero vencer, obviamente”.

Cosmo Lima disse ainda que caso se torne Procurador-Geral, o principal legado que pretende deixar no órgão é manter o espírito de união, de unidade, de compromisso com a gestão e maior efetividade nas áreas de atuação e com o fortalecimento da instituição que é essencial para a defesa da democracia”, afirmou.

Já o procurador Danilo Lovisaro contou que o sistema de votação é de suma importância para o Ministério Público. “Esse é um momento em que todos os candidatos podem entrar em contato com os membros da instituição, apresentar os votos”.

Lovisaro disse ainda que a expectativa é grande quanto a escolha do governador Gladson Cameli. “É de acordo com o ordenamento constitucional”. Quanto ao legado que pretende deixar ao órgão, o promotor diz que deverá primar pelo diálogo com a classe. “Pretendo dá um tratamento isonômico a todos e incentivar a forma integrada, bem como combater as facções criminosas”, pontuou.

O procurador Carlos Maia contou que os quatro candidatos têm condições de chegar a ser o escolhido do governador Gladson Cameli, porém, Maia disse que qualquer um dos procuradores que for o procurador-geral, o MP vai estar bem representado. “Eu quero deixar como legado um cuidado maior e melhor com os membros do órgão. Já cuidamos de tanta gente, precisamos dar uma atenção aos nossos servidores”.

O procurador de Justiça, Rodrigo Curti, não quis conceder entrevistas. Segundo ele, o momento mais oportuno será quando o governador Gladson Cameli escolher o novo Procurador-Geral do Ministério Público.

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Médicos renomados de São Paulo capacitam profissionais de saúde no Acre

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Na manhã desta sexta-feira, 26, ocorreu no auditório da Livraria Paim, o curso ‘Da Emergência à UTI’, organizado pelo coordenador e médico Marcelo Grando, direcionado à classe médica do Acre visando aprimorar o aprendizado aos pacientes em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O curso foi promovido pela iniciativa privada e conta com a presença de mais de 100 profissionais. De acordo com o médico Marcelo Grando, a iniciativa foi proposta devido à falta de cursos na área. Segundo ele, a classe foi buscar o que há de melhor no mercado, com os médicos Luciano Azevedo e João Paulo Ladeira. “A gente mora no estado onde os recursos são difíceis, mas nem por isso não precisa dizer que não temos que fazer uma medicina de ponta. A nossa logística é ruim, por ser distante dos grandes centros, muitas vezes o profissional precisa se especializar fora do Acre. Então eu e a doutora Íris, vimos a oportunidade de trazer um especialista que entende do assunto. Não só para médicos, mas para enfermeiros e demais profissionais”, descreveu.

O palestrante, Luciano Azevedo, médico intensivista do Hospital Círio Libanês e professor da Universidade de São Paulo (USP), parabenizou a organização do curso e defendeu a capacitação dos médicos para um melhor atendimento nas unidades de saúde do estado. “A gente tem visto que durante a pandemia houve uma necessidade muito grande de termos uma capacitação dos médicos em relação ao cuidado do paciente em estado grave. Então ter a oportunidade de trazer esse evento para cá e compartilhar conhecimento é muito importante, haja vista que, treinando o pessoal daqui eles vão realizar um atendimento melhor à população do Acre como um todo”.

Azevedo ressaltou que o que salva vidas não são aparelhos de última geração, mas, sim médicos capacitados e que saibam lidar com as diversas situações do dia a dia. “A UTI apesar de ser um lugar que você pensa que precisa ter muita tecnologia, muitos cuidados que damos aos profissionais são padronizados e dá para fazer no Acre, em São Paulo e em qualquer lugar. Se tiver uma equipe treinada, você evita uma série de complicações, que acabam melhorando as condições dele a longo prazo. Não se precisa de grandes tecnologias, não é o equipamento que vai resolver o problema. O que precisa é ter profissionais capacitados”, explicou.

A médica e chefe da Unidade de Terapia Intensiva – UTI do Hospital Santa Juliana, Márcia Vasconcelos, destacou que o curso é de suma importância para os médicos. “Ter uma presença de duas pessoas capacitadas, como Luciano e José Paulo, é muito importante para explicar nossa realidade, e eles nos orientando é muito bom. Parabéns pela organização do curso”, contou.

O médico Fabrício Lemos, disse que é motivo de orgulho a ministração por parte de duas pessoas especialistas na área de urgência e emergência e tratamento intensivo. “Trazer eles aqui é compartilhar conhecimento e informação. Quem vai ser beneficiado é o paciente”.

O médico infectologista Thor Dantas elogiou a capacidade dos médicos João Paulo Ladeira e Luciano Azevedo, especialistas e produtores de pesquisa. “Com isso, cresce a medicina, os médicos”, argumentou.

O médico intensivista é responsável por pacientes em casos graves ou que tenham alto grau de dependência. Sua rotina é movimentada e inclui procedimentos de: intubação endotraqueal e ventilação, traqueostomia percutânea, inserção de drenos, ultrassonografia, cateterização arterial e punção de veia central.

Luciano Azevedo possui graduação em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (1996), residência médica em clínica médica e medicina intensiva pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1997-1999), doutorado em Medicina pela Universidade de São Paulo (2004) e pós-doutorado em pacientes críticos oncológicos pelo Instituto Nacional de Câncer (2013). Foi presidente do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS) (2016-2019) e presidente da Sociedade Paulista de Terapia Intensiva (SOPATI) (2018-2019). Atualmente é professor livre-docente de Emergências Clínicas da Universidade de São Paulo, Superintendente de Ensino do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, orientador permanente da Pos-graduação Strictu Senso do Hospital Sirio-Libanes, Coordenador da Pos-graduação Latu Senso (especialização) em medicina intensiva do Hospital Sírio-Libanês, membro do comitê cientifico da Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet – www.bricnet.org) e da Rede Latino-Americana de Pesquisa em Terapia Intensiva (LIVEN – www.redliven.org). Tem experiência na área de clínica médica, com ênfase em medicina intensiva e medicina de emergência.

João Paulo Ladeira é graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Cursou residência de Clínica Médica e Medicina Intensiva no Hospital das Clínicas – FMUSP. Concluiu MBA em Gestão das Organizações de Saúde pela Faculdade Instituto de Administração – FIA. Foi médico assistente na UTI de Clínica Médica da Disciplina de Emergências Clínicas – FMUSP de 1999 até 2016. Foi médico do PA-Hospital Sírio Libanês de 2000 a 2003. Foi coordenador médico da UTI e dos projetos ligados ao ProADI-SUS do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Tem experiência nas áreas de Medicina Intensiva e Urgência, Gestão em Qualidade e Segurança do Paciente, Pesquisa Clínica e Ensino Médico. É diretor técnico e editor do sítio de conteúdo médico www.medicinanet.com.br. É médico da UTI do Hospital Sírio-Libanês desde 2003 e Médico do Pronto Atendimento – Hospital Israelita Albert Einstein – Unidade Ibirapuera desde 2016.

Fotos de Sérgio Vale:

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