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Grupo Farias está há nove meses sem pagar fornecedores de Capixaba, denucia deputado do PT

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O líder do PT na Assembleia Legislativa, o deputado Lourival Marques, denunciou na manhã desta quarta-feira (11), que o Grupo Farias, empresa nordestina que assumiu a usina Álcool Verde, antiga Alcobras, no município de Capixaba, estaria há nove meses sem pagar fornecedores no interior do Acre.

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Em 2010, quando o Grupo Farias chegou ao Acre, o então governador Binho Marques (PT) chegou a classificar o empreendimento que passou 20 anos sem produzir uma única gota de combustível, mesmo recebendo total apoio da administração estadual, como “símbolo do desenvolvimento do Estado”.

“Este Grupo Farias está deixando um dívida que vai do borracheiro ao pecuarista, do dono de hotel ao dono de restaurante, fazendo com que a economia de Capixaba seja prejudicada, uma empresa que teve total apoio do governo e dos produtores que acreditaram no cultivo da cana”, diz Marques.

O petista afirma que “os empreendedores daquele município estão há nove meses sem receber da empresa privada”. Lourival Marque finalizou o discurso falando das dificuldades que o seu partido estaria vivenciando em nível nacional e afirmando que o governo do Acre mantém os investimentos.

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Acre

Morre professor de Educação Física João Alberto, vítima da Covid-19

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O futebol acreano está de luto. Morreu na noite desta terça-feira, 26, o professor João Alberto, de 57 anos, vítima da Covid-19.  João ficou cerca de 17 dias internado no Into. A situação de saúde se agravou nos últimos dias e ele não resistiu.

Com a piora em seu quadro de saúde, a família ainda chegou a iniciar uma campanha de arrecadação para transferir o professor para tratamento particular em São Paulo. Infelizmente, não houve tempo suficiente.

Figura conhecida no meio esportivo acreano, Alberto trabalhou nos principais clubes de futebol do Acre, como Rio Branco, Galvez, Atlético, Juventus, Independência, Vasco e Andirá.

João Alberto era casado e deixa três filhos. A família não divulgou informações sobre velório e sepultamento.

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Acre

Empresário de eventos é internado em decorrência da Covid-19

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Nesta terça-feira, 26, o empresário Amilton Brito, da Pop Show Eventos, foi internado em decorrência da Covid-19. A notícia foi compartilhada pela secretária de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique, que é chefe de Brito na pasta.

Segundo Eliane, o quadro de Brito é estável, mas preocupante em decorrência dele ter comorbidades e integrar o grupo de risco da Covid-19. Ela pediu orações para o colega.

“Hoje meu amigo, meu irmão de coração, meu braço direito, Amilton Batista Brito Brito, foi internado com Covid-19. Ele já passou pelos procedimentos necessários e iniciais e estamos aguardando que a medicação faça efeito. No caso dele, nossa preocupação é maior porque tem diabetes e pressão alta e os exames mostraram um quadro nada favorável. Acredito em Deus e confio nos médicos e na medicina para que ele se recupere o quanto antes! Força Brito! Você vai sair dessa!”, escreveu Eliane.

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Acre

Acre teve mais de 6 mil casos de Covid-19 após festas de final de ano

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Pouco mais de um mês após o período natalino comemorado em meio à pandemia do novo coronavírus em 2020, o Acre chegou 46. 774 pessoas contaminadas pelo vírus nos 22 municípios. De 25 de dezembro de 2020 até este dia 26 de janeiro de 2021, foram 6.051 novos infectados com a Covid-19 no Estado. Nesse período, foram confirmadas 76 mortes em decorrência de complicações da doença.

Há cerca de um mês, era 40.723 casos positivos confirmados pela secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e 780 óbitos registrado. Atualmente, o número de mortes está em 856. Um total de 76 mortes desde as últimas festas de final de ano. À época, profissionais da saúde, o Comitê Especial de Acompanhamento da pandemia no Acre e o próprio governador Gladson Cameli vieram a público pedir que a população não se reunisse para comemorar o Natal ou Réveillon.

A intenção era reduzir as possibilidades de se ter uma explosão de novos casos ou até mesmo mortes por conta da doença. Festas clandestinas e aglomerações em bares foram fiscalizadas por órgãos fiscalizadores que atuam em parceria com o Estado. Cruzeiro do Sul é a cidade acreana que mais tem sofrido com o desrespeito às regras sanitárias de precauções à contaminação da Covid-19.

A cidade, que chegou a zerar o número de pacientes graves na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital de Campanha do Juruá em meados de outubro do ano passado, viu o alastramento do vírus nas últimas semanas provocar preocupações a ponto de o governo pedir fechamento da fronteira do Acre.

Profissionais de saúde em Cruzeiro do Sul temem um verdadeiro colapso por conta da pandemia. Nas últimas 24 horas, o Acre teve 235 novos casos de Covid-19 e mais 2 mortes. Até o momento, o Acre registra 132.176 notificações de contaminação pela doença, sendo que 84.482 casos foram descartados e 920 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 39.403 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 164 pessoas seguem internadas.

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Acre

2ª onda da Covid-19 evoluiu com afrouxamento de restrições

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O índice de medidas legais adotadas pelo Acre caiu de 7,1 em abril de 2020 para 3,5 em dezembro/20 ao mesmo tempo em que o número de novos óbitos por 1 milhão de habitantes decorrentes da Covid-19 aumentou de 0,7 para 2,6 no mesmo período.

O índice é ponderado pela população de cada Estado, possuindo uma escala de 0 a 10 – em que 10 é o mais restrito (apenas dias úteis). Ou seja: para o Acre, abril foi o pico da restrição.

Os dados constam da nota técnica “A segunda onda da pandemia (mas não do distanciamento físico): Covid-19 e políticas de distanciamento social dos governos estaduais no Brasil”, que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta terça-feira (26).

Segundo o Ipea, os casos de Estados que possuem planos robustos de flexibilização das medidas de distanciamento, é preciso alguma cautela na interpretação destes dados. Nestes, o enrijecimento – ou relaxamento – das medidas depende de parâmetros objetivos, especialmente o número de novos casos, óbitos ou internações, assim como a disponibilidade de leitos hospitalares. Entre os estados que atravessam – ou atravessaram – uma segunda onda de Covid-19, tais parâmetros existem e são seguidos no Acre, no Espírito Santo, no Rio Grande do Sul e em São Paulo (Moraes, Silva e Toscano, 2020). Como os planos nestes estados são regionalizados (ou seja, maior rigidez é aplicada a áreas de maior risco), medidas de distanciamento físico podem ter sido enrijecidas em partes do estado – o que não necessariamente é captado pelo IDS.

Apesar da possibilidade – e depois certeza – de uma segunda onda não ter induzido uma mudança significativa no grau de rigor das medidas de distanciamento na maior parte do país, os níveis de isolamento social cresceram ligeiramente. Conforme se observa no gráfico 4, o índice de isolamento social cresceu a partir de novembro de 2020 em quase todos os Estados.

Isto ocorreu ainda que medidas legais de distanciamento físico não tenham sido enrijecidas – indicando que uma parte maior da população se isolou voluntariamente.

Ainda assim, os níveis altos de isolamento observados no final de março e início de abril de 2020 estiveram longe de ser atingidos. Ademais, os altos índices de correlação (superior a 0,5 em 24 UFs) indicam que o grau de rigor das medidas de distanciamento físico está associado ao quanto as pessoas se mantêm em casa.

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