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Há duas semanas internado com sério problema renal, Lhé recebe visita de Sebastião Viana

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Internado há duas semanas no Hospital do Idoso, por causa de problemas renais, o militante petista Abrahim Farhat, o Lhé, de 74 anos, recebeu a visita do governador Sebastião Viana, com quem já trabalhou no Senado.

20160125140611“Visita ao nosso Lhé. Tá muito feliz com o atendimento no Hospital do Idoso”, avisou Sebastião Viana em sua página no Facebook.

Devido a um problema renal crônico, Lhé urina com a ajuda de uma sonda. “Ele caminha normalmente. Só tivemos que colocar essa sonda para drenar e ele ter condições de urinar. O problema renal que ele tem já é de algum tempo, é crônico. Mas no mais, ele está bem”, informou o médico geriatra Marcelo Grando.

Figura bastante conhecida, Lhé é um dos fundadores do PT no Acre e um entusiasta pela defesa da causa Palestina.

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Acre 01

Médicos pedem socorro por falta de insumos e medicamentos no Acre: governo nega

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O Sindicato do Médicos no Acre (Sindmed-AC) emitiu uma nota neste sábado, 27, informando a população de que, além de não ter mais vagas nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) nos hospitais públicos e privados do Estado, também faltam medicamentos e insumos básicos para tratamento de pacientes internados com Covid-19.

“Há fila de espera para UTIs públicas e particulares. Não existem vagas. O Hospital do Idoso apresenta falta de estrutura, sem medicamentos. Medicação e demais insumos para atender os internados já são escassos e começam a faltar. Itens como Bomba de Infusão (que faz a infusão de medicamentos ou alimentos para serem injetados de forma regulada no paciente), faltam medicamentos – entre eles até a sedação para a intubação de pacientes, faltam antibióticos”, alegam os profissionais de saúde.

Os médicos denunciam ainda falta de médicos no Estado e que o governo teria se recusado a contratar os profissionais recém formados. “Parte desses colegas estão indo embora por não terem contrato”, lamentam, destacando que, os monitores utilizados para verificar a situação de pacientes estão pifados no Into.

O que diz o governo

O governo do Acre respondeu a nota do Sindmed com uma nota de esclarecimento. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), de fato, nas últimas semanas, as unidades têm apresentado taxas de ocupação superiores a 90% na média.

No entanto, conforme a Sesacre, os pacientes com indicação de UTI, na rede pública, recebem o tratamento necessário nas salas vermelhas das enfermarias que contam com todo suporte de UTI, enquanto aguardam a liberação da vaga.

Sobre a falta de profissionais apontada pelo Sindmed, o Estado do Acre diz que contratou profissionais, não só para capital,mas para o interior do Estado.

‘As equipes de saúde se revezam em plantões de 12h e muitos destes profissionais estão na linha de frente do atendimento às pessoas desde o início da pandemia. Mesmo trabalhando em escalas e quantitativos adequados às normativas profissionais, não há como não estarem cansados. A condição de desgaste gerado na pandemia é diferente de tudo que já vivenciaram na Saúde. O sofrimento gerado, familiares e amigos (quando não os próprios trabalhadores) infectados, alguns de forma grave e até irreversível, também afetam os trabalhadores das unidades”, garante.

O governo assegura que o Into dispõe de equipamentos suficientes para a adequada atenção aos pacientes. “Na última semana, mais um lote de bombas de infusão foram disponibilizadas ampliando a capacidade do parque de equipamentos. Esforço adicional têm sido feito para ampliar o backup destes equipamentos ampliando a reserva técnica. Não há falta de medicamentos. Os estoques são monitorados em tempo real, remanejados entre as unidades e substituídos dentro dos protocolos clínicos validados e utilizados nos hospitais”, concluiu.

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Acre 01

MPF nega retirada de migrantes da ponte de Assis Brasil: “direito à manifestação”

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O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se pelo indeferimento de pedido liminar formulado em ação de reintegração de posse com interdito proibitório ajuizada pela União Federal contra os estrangeiros que estão acampados na ponte Ponte da Integração Assis Brasil (AC) – Brasil x Iñapari – Peru, situada na BR-317, a cerca de 320 km de Rio Branco.

O procurador da República Lucas Costa Almeida Dias fundamentou sua manifestação no direito de livre manifestação que deve atender aos imigrantes nesse caso, afirmando que tal direito tem posição de preferência sobre outros direitos, de acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

No parecer, o MPF ressalta que a liberdade de manifestação e reunião inclui o direito de os cidadãos, inclusive estrangeiros, de agruparam-se com a finalidade de buscar a expressão ou realização comum de um fim lícito.

Diferentemente do que afirma a União Federal, o grupo que ocupa a ponte, que já chegou a cerca de 500 pessoas, não oferece risco à segurança nacional, tampouco se compõe de pessoas que tenham envolvimentos com tráfico de drogas ou pessoas, não sendo justificada, sequer, a presença da Força Nacional de Segurança Pública no local, pois tratam-se, em sua grande maioria, de pessoas idosas, crianças, mulheres e cidadãos em outras condições de vulnerabilidade que apenas desejam seguir caminho, saindo do Brasil.

O MPF também reforça o pedido a partir de documentos que foram trazidos pela própria União, pois a área técnica do Ministério das Relações Exteriores afirmou que o Acordo de Complementação Econômica nº. 58 e o Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre não são aplicáveis ao caso e que há outras alternativas para o escoamento da produção além da ponte ocupada.

Os dados colhidos pelo MPF demonstram que, desde o início da pandemia, o trânsito no local já era bastante reduzido, tendo a travessia sido proibida por questões sanitárias em outras ocasiões neste período. E mesmo nestas ocasiões, houve entendimento para que grupos de imigrantes pudessem fazer a travessia e seguir aos seus destinos.

O parecer também aponta incoerências da União no tratamento do caso, pois após deslocar representantes de vários ministérios ao local, não houve apresentação de nenhuma solução diplomática ou de destinação de verbas para que fosse prestado o devido tratamento humanitário às pessoas, tendo sido o ajuizamento de uma ação de reintegração de posse o único movimento concreto conhecido, como se os imigrantes desejassem tomar posse da ponte para seu uso exclusivo, e não manifestar seu desejo e necessidade de seguir viagem.

Além de opinar pela improcedência do pedido, o MPF também pediu que seja realizada inspeção judicial no local.

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Acre 01

Após quase um mês de cheia, Rio Acre sai da cota de transbordamento em Rio Branco

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Quase um mês depois de deixar mais de 10 bairros atingidos pela alegação neste mês de fevereiro, o Rio Acre saiu da cota de transbordamento neste sábado (27). Confirme última medição realizada pelo Corpo de Bombeiros, por volta das 9 horas, o manancial registrava 13,84 metros. A cota de transbordamento é de 14 metros em Rio Branco.

Entretanto, o nível do Rio Acre ainda está acima da cota de alerta, que é de 13,50 metros na capital acreana. Até o momento, 78 pessoas continuam desabrigadas na cidade.

Cerca de 2.740 famílias foram atingidas pela enchente na Capital. Quase 20 mil pessoas no total foram afetadas pela cheia. Destas, 600 tiveram de ser realizadas para outros locais fora de risco.

A Defesa Civil Municipal alerta que ainda há previsões de muita chuva na capital do Acre, o que deve fazer com que o Rio Acre possa elevar novamente o nível das águas.

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Acre 01

Rio Acre continua em vazante e não há novos desabrigados na Capital

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Nesta segunda-feira, 22, o nível do Rio Acre permanece em vazante. Na medição realizada às 6 horas da manhã, a cota era de 15,31 metros, o que significa 49 centímetros a menos do que o maior nível alcançado nesta enchente quando o Rio Acre chegou a 15,80 metros.

Em razão da subida, o número de desabrigados e desalojados não teve alteração nas últimas 24 horas. Aproximadamente 630 moradores de diversos bairros na capital acreana estão atingidos pela cheia, sendo que 68 famílias estão nos abrigos montados pela prefeitura e outras 132 foram levadas para casa de familiares.

Mesmo com a redução do nível do rio, a Defesa Civil continua trabalhando com a previsão de nova cheia. “Infelizmente ainda é essa a nossa expectativa, já que temos um volume muito grande vindo dos municípios. Em Assis Brasil o rio baixou dois metros e essa água vai chegar aqui. A boa notícia é que o Riozinho do Rola teve uma vazante de meio metro e não tivemos impacto em Rio Branco”, afirma Major Falcão da Defesa Civil Municipal.

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