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Marcus Alexandre e o caminho espinhento da escolha do vice em 2016

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O prefeito Marcus Alexandre (foto) disse à coluna que a sua posição sobre a escolha do vice da sua chapa é de que aconteça um amplo debate para a seleção de um bom nome. A discussão não deve ser aberta este ano, até em respeito ao vice Márcio Batista, companheiro leal, e não pode ser focada em cima do partido do qual virá o nome, pondera Marcus. Para ele, o vice pode até ser do PT, mas não necessariamente tem que ser do PT.  E acrescenta que, o PT tem que ter a grandeza de entender este momento político quando da escolha do vice e deixar o debate aberto na FPA sem impor nome. É muito lúcida a posição do prefeito Marcus Alexandre, a qualificação do indicado, o que ele poderá somar, deve vir num plano inicial de importância, e não se discutir que partido terá o direito de chancelar a escolha. Se for por este caminho evitará fissuras na sua aliança, precisa dela unida, porque enfrentará uma eleição difícil, talvez, a mais difícil do PT desde a montagem da FPA.


É muito simples
Alguns secretários torcem a cara para críticas da coluna. Pouco me importa. A explicação é muito simples: não integro a equipe da Assessoria de Comunicação do Governo, certo? Governos passam e a coluna fica. Por isso a despreocupação com quem vai ou não gostar.


Não pode sentar em cima
A direção da FUNDHACRE não pode sentar em cima das investigações sobre o suposto erro médico na cirurgia deste empresário que teve que sair do Acre de UTI. Tem que ser transparente e sem esconder um detalhe, porque é um caso grave que vai merecer explicação.


“Leila parabéns”
É como é chamada a deputada Leila Galvão (PT) entre os colegas jornalistas. É que em qualquer discurso que faça sempre acha uma brecha para dar “parabéns” ao governador Tião Viana. Leila, elogio é como remédio, em dose cavalar mata o doente, por isso, menos, menos…


Equipe de comunicação pronta
O senador Gladson Cameli (PP) já tem acertado a inclusão de dois grandes empresários de comunicação na sua campanha para o governo em 2018. A alegação é que ambos só possuem compromisso com o governador Tião Viana e nenhum com outra candidatura do PT.


Ninguém foi com arma na cabeça
É uma tolice acusar o prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, de estar agindo de forma desleal ao tirar 15 candidatos do PSDB para se filiarem no PMDB. Ninguém foi obrigado, com uma arma na cabeça, na política faz parte do jogo você procurar encorpar o seu partido.


Arrastão na prefeitura
O prefeito de Senador Guiomard, James Gomes, filiou quase todos os funcionários da prefeitura, até os que prestam serviços temporários; no PP, por isso foi muito concorrida a sua entrada no partido. Tudo isso terá valido muito pouco se não conseguir eleger seu sucessor.


Calvário ainda vai começar
O calvário do prefeito James Gomes começa agora. Ou ele consegue eleger o seu candidato a prefeito ou correrá o sério risco das contas municipais sofrerem uma devassa dos adversários. E numa devassa, James, onde não tem problema, o adversário cria e vira um Deus nos acuda.


Não significa nada
É reunir um grupo grande de pessoas numa filiação, como a que promoveu para o PP, politicamente só faz barulho, não tem nenhuma influência na campanha, até porque o James Gomes não poderá ser mais candidato à reeleição. A avaliação é os seus adversários.


Candidato do PT
Conversando com adversários da candidatura do vereador Ney do Miltão (PRB) a prefeito de Senador Guiomard, eles disseram que, por ser apoiado pelo PT, será mostrado na campanha como “candidato disfarçado do PT”. Segundo eles, isso significa uma sentença de morte.


Dando uma canseira
A presidente do SINTEAC, Rosana Nascimento, continua em guerra com o governador Tião Viana, peregrina pelas escolas da zona rural fazendo uma pregação ativa contra o governo.


Saravá! Saravá!
A vice-governadora Nazaré Araújo gosta de um Saravá! Saravá!. É muito chegada à Mãe de Santo Zuleide, a quem costuma pedir axé do seu Orixá. No palanque do 7 Setembro, Zuleide estava na relação de convidadas Vips e posou com ela em foto nas colunas sociais.


Terra de ninguém
Leio e não me admiro da notícia de que a gasolina poderá custar mais de 4 reais o litros, na Capital, devido aos pacotes de maldades da Dilma. Some-se a isso que o Acre é terra de ninguém, sem lei, o dono do Posto de Gasolina coloca o preço do produto que bem entender.


Moeda política forte
Dois presidentes de partidos nanicos discutiam ontem a falta de apoio no governo, ao ponto não serem mais recebidos nem pelo primeiro escalão do secretariado, quando um deles disparou: “a verdade é que é que todos os nanicos juntos não valem o Pastor Agostinho da IBB”.


Tateando no escuro
O PT continua tateando no escuro em Cruzeiro do Sul na busca de um bom candidato a prefeito. No seu quadro não tem ninguém com o potencial. E tem que correr para filiar alguém até o início do próximo mês, quando se encerra o prazo de novas filiações. Triste situação!.


O carioca é do PT
Dirigentes dos partidos da FPA costumam reclamar que o secretário Nepomuceno Carioca só trata de fortalecer o PT. O Carioca é do PT e está certo. Errado é se deixasse o PT enfraquecer para fortalecer os outros. Mesmo porque se o PT perder, a maioria muda para quem ganhou.


Ficou mais confuso
Numa reunião em Cruzeiro do Sul da qual participaram o deputado federal Werles Rocha (PSDB), representantes do prefeito Vagner Sales e o senador Gladson Cameli (PP), este advertiu que se o PSDB e PMDB não se unirem lançará Zequinha Lima (PP) para prefeito.


Não retira o nome
No encontro, Rocha deixou claro que não aceita uma discussão cuja pauta passe pela retirada da candidatura de Henrique Afonso (PSDB) a prefeito, o que torna mais difícil a tese do candidato único para a prefeitura de Cruzeiro do Sul.


O quadro vai dizer
Se o governador Tião Viana cumprirá todo o mandato é algo extemporâneo para responder. Tem que se saber como estará a situação política do PT em 2018. E abandonaria o governo para ser candidato a senador ou deputado federal, deixando nas mãos da vice Nazaré Araújo, sem cancha, para coordenar uma eleição majoritária?. É cedo, muito cedo para avaliar.


Aliança mantida
O prefeito de Epitaciolândia, André Hassem, não quebrou a aliança com a ex-deputada federal Antonia Lúcia (PSC) com a sua ida para o PP e lhe apoiará em 2018 para a Câmara Federal. Em troca será apoiado por ela na sua campanha de reeleição no próximo ano.


Mais duro de ser batido
Terá dificuldades na reeleição, mas ainda assim o prefeito André Hassem (PP) não será fácil de ser batido. Dos prefeitos do Alto Acre é o que melhor se situará na briga pela reeleição.


“A história é outra…
Um aliado do prefeito de Sena Madureira, Mano Rufino (PSB), comentou no último fim de semana numa roda de churrasco que, independe do PT a sua candidatura à reeleição, e completou: “em Sena Madureira ter hoje o PT no palanque tira mais votos do que conquista”.


Deveriam se lembrar
Mano Rufino deveria se lembrar que foi ele o comandante em Sena Madureira da campanha do governador Tião Viana que sofreu fragorosas derrotas no primeiro e segundo turno. O desgaste não é só do PT, como seus aliados alardeiam, mas dele, que está mal nas pesquisas.


Eu é que sei?
Pergunta que chega por e-mail: “quando era secretário de Agricultura o Lourival Marques não foi até Israel conhecer a técnica de alta produção de pescado? Por qual razão não aplicou até hoje a dita técnica, no governo?”. Eu é que sei?. Mas, transfiro a pergunta ao parlamentar.


Fez um estrago
Um político que conhece bem Cruzeiro do Sul contou que, o professor Zequinha Lima, que deixou o PCdoB pelo o PP, não foi só: “levou um grupo grande da Educação com ele, fez um estrago, Luis Carlos”.


Muito cedo
É muito cedo, não dá nem para fazer uma leve análise, se a candidatura da professora Socorro Nery (PSDB) decolará na disputa da prefeitura de Rio Branco, é o que avalia a direção do PSDB.


A política do Acre e o seu folclore
A política acreana é repleta de figuras folclóricas, que aqui desceram de pára-quedas querendo um mandato. Para este colunista não é nenhuma novidade. Na década de 70 apareceu no Acre uma figura que transitava bem nos salões da ditadura militar, o jornalista Antonio Pedreira, chamado “o homem do cachimbo”, que foi candidato a deputado federal. Depois veio o Ministro de Comunicação do presidente Figueiredo, Said Farhat, que por acaso nasceu aqui, e disputou o Senado. Posteriormente foi a vez de surgir o Zamir Texeira, o “terrível Zam”, candidato a senador. No roldão o Coronel Natalino de Brito, amigo da Ditadura, querendo uma vaga do Senado. Todos foram derrotados de forma humilhante. Este será o caminho do cômico Doctor Rey. Podem anotar. O acreano é tolerante, mas é sábio na hora de dar o seu voto.


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