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Vice-prefeito e presidente da Câmara por pouco não se agridem em manifestação em Tarauacá

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O clima fechou entre o presidente da Câmara de Vereadores de Tarauacá, Mirabor Leite (PMDB), e o vice-prefeito do Município, Chagas Batista (PC do B), durante uma manifestação dos bairros Ipepaconha e Esperança contra a não execução do programa Ruas do Povo no local e falta de luz.

Os dois compareceram à manifestação. Mirabor Leite discursava apontando para Chagas Batista. O comunista se aproximou do peemedebista, que levantou o dedo e pôs no rosto do vice-prefeito dizendo que estava fazendo aquilo que o comunista fazia quando era de oposição. Batista se irritou e bateu com a mão no dedo do vereador. Mas a confusão mal começou até a polícia ser chamada pelo também vereador Waldô do Ó. Os policiais que já estavam no local se encarregaram de conter a fúria de ambos.

Após o desentendimento os dois se desculparam. Mirabor, porém, reclama que o vice-prefeito foi arrogante. “Chegou arrogante e dizendo que nós estávamos fazendo política e aí eu disse a ele que a gente estava fazendo aquilo que ele fazia quando era de oposição. Mas depois ele me ligou e pediu desculpas”, disse.

Já Chagas Batista disse entender o ato, porém o considerou politiqueiro. “Teve um movimento aqui que já passavam já três horas e os vereadores de oposição fazendo um comício lá e a população me chamou para ir lá e eu fui. Porque ali é uma importante passagem para uma estação do Depasa. E acontece que mandei ele (vereador Mirabor Leite) baixar o dedo. A reação da população não foi contra mim foi contra ele. O pessoal queria uma solução e não um comício.

Respeito movimento como eu sempre fiz. Mas eles estavam tentando tirar uma casquinha e ele se dirigiu a mim. Depois do episódio, ele pegou na minha e pediu desculpas”, afirmou.

Destaque 2

Alan Rick diz que ato de Márcio Bittar foi golpe para impedi-lo de ser vice de Gladson

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No calor de acontecimentos recentes que esquentaram o cenário político acreano às vésperas do encerramento do prazo para a realização das convenções, o ac24horas conversou com um dos protagonistas dos últimos fatos, o deputado federal Alan Rick, na transmissão da sexta noite da Expoacre.

O assunto da conversa com Leônidas Badaró e Jocely Abreu não poderia ser outro senão a recente destituição unilateral da Comissão Provisória do União Brasil no Acre pelo seu presidente, o senador licenciado Márcio Bittar, decisão que motivou medida judicial junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Perguntado sobre como está se sentindo diante dos últimos acontecimentos, Alan Rick disse que o momento é de reflexão e afirmou que as pessoas são mais importantes que as suas motivações pessoais. “A vontade do cidadão, do povo, é soberana. Será que vale a pena tudo isso, o poder pelo poder”, perguntou.

Sobre a medida de Bittar, Alan relembrou o processo de formação do União Brasil no Acre e que o partido foi confiado à condução do senador, cuja atitude lhe causou grande surpresa. “O papel do timoneiro é proteger os seus e não esmagar os seus. Será que vale a pena a política onde eu passa por cima de tudo e de todos?”.

A respeito das motivações de Márcio, Alan disse ser direito dele não concordar, mas argumentou que o nome de Márcia Bittar como vice de Gladson não evoluiu em uma eleição difícil, e que é direito do governador escolher o seu vice. “O vice é um casamento, e o governador não é obrigado a casar com quem ele não ama”

Para Alan Rick, o resultado da não aceitação da situação que se impôs – a rejeição do nome de Márcia e o convite a ele para ser o candidato a vice – foi a iniciativa, por Márcio Bittar, da criação de um projeto de vingança contra o governador Gladson Cameli que culminou com um “golpe” dentro do partido.

“Mas é claro que foi um golpe, não há outro nome para isso. Foi um golpe dentro do partido, infelizmente foi o que aconteceu para me impedir de ser candidato a vice a dois dias da convenção. Para nos destituir da executiva e nos tirar o direito de aceitar o convite do governador”, afirmou Alan Rick.

Perguntado sobre a afirmação de Márcio Bittar de que Alan seria obrigado a pedir voto para ele, caso seja candidato a governador, o deputado disse que não procede. “Eu já consultei o advogado do União Brasil em Brasília, o doutor Fabrício, e ele foi bem claro: ‘deputado, você não tem obrigação nenhuma, então não vai rolar”.

Sobre a possibilidade de acontecerem mudanças no cenário até a convenção desta sexta-feira, o parlamentar disse que tudo pode acontecer. “Eu já vi vaca voando. Já vi de tudo na política. Mas vamos vencer essa batalha e homologar o nosso nome para o Senado”, enfatizou.

Por fim, ele foi informado sobre o indeferimento da ação que aliados seus impetraram no Tribunal Superior Eleitoral contra a dissolução da Comissão Provisória do União Brasil no Acre. “Seria uma tentativa de restaurar a comissão anterior, mas sabíamos que ia ser muito difícil”, concluiu.

Assista a entrevista:

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Acre 01

Gravando, Petecão alfineta: “eleição vai passar e não vai ter ninguém para disputar comigo”

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O candidato ao governo do Acre, Sérgio Petecão (PSD), anunciou nesta quinta-feira (4), em suas redes sociais, que mais da metade dos programas de televisão para o horário eleitoral de sua campanha já estão finalizados.

Petecão foi o primeiro candidato ao governo do Acre a formalizar uma aliança, finalizar o plano de governo e realizar a convenção partidária para as eleições de 2022. “Enquanto eles são incapazes de montar uma chapa, nós já estamos trabalhando a todo o vapor. Do jeito que está, a eleição vai passar e não vai ter ninguém para disputar comigo”, disse o candidato.

O plano de governo proposto por Sérgio Petecão foi entregue no último dia 2 de agosto ao Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), em um ato simbólico que contou a presença de seu candidato a vice-governador, João Tota Filho (PSD), da equipe que elaborou o plano, além de apoiadores da coligação “Com a Força do Povo”.

Em suas redes sociais, o candidato disse: “conseguimos antecipar tudo o que planejamos. O meu sentimento é de gratidão e estou muito feliz por termos avançado. 55% dos nossos programas de televisão já estão prontos. Isso significa dizer que já estamos na metade do caminho”, disse Sérgio Petecão.

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Acre

Chapa bolsonarista com Mara, Zamora e Márcia é apresentada

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“Aliança Fechada, chapa 100% bolsonarista”, anunciou a agora pré-candidata ao Senado Marcia Bittar (PL), em publicação em sua página do Facebook, na noite desta quinta-feira (4), com fotos junto com Mara Rocha, pré-candidata ao governo pelo MDB, junto com seu vice, o pecuarista Fernando Zamora (PRTB).

“Sou grata a Deus que até aqui tem guiado meus passos, tem me conduzido sempre ao melhor caminho e me cercado com pessoas que compartilham dos mesmos princípios e dos mesmos ideais. Obrigada @mdb.acre15, obrigada nossa pré-candidata ao governo @mararochaacre e seu vice @fernandozamoraac e a todos pelo caloroso acolhimento que recebi”, postou.

“Estou muito feliz e honrada em fazer parte desse projeto e colocar meu nome à disposição do povo acreano como pré candidata ao senado da república”, acrescentou.

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Extra Total

TSE nega pedido de grupo de Alan Rick contra dissolução de executiva do União Brasil

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O ministro Carlos Horbach (relator), do colegiado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indeferiu Petição de Ação Anulatória apresentada por Carlos Sérgio Mendes Peres, contra o diretório nacional do União Brasil, tendo por objeto a dissolução da comissão provisória da legenda no estado do Acre.

O pleiteante alegou ser filiado à agremiação e exercer, até a destituição, o cargo de membro designado da referida comissão provisória. Ele afirmou ter sido surpreendido com notícias veiculadas na imprensa, dando conta da dissolução da comissão em questão pelo órgão nacional.

“Sem qualquer aviso prévio, sem direito à manifestação, sem motivo justificado e sem observar as regras estatutárias, […] os integrantes da Comissão Provisória até então registrada junto à Justiça Eleitoral foram afastados, a Comissão foi destituída e substituída por outra”, afirma um trecho da petição.

Ele argumentou ainda, ao embasar o pedido de medida liminar, haver risco de dano irreparável pelo ato da destituição sobre a convenção partidária convocada para a data de 5 de agosto, oportunidade em que serão escolhidos os candidatos a serem lançados nas eleições do corrente ano.

A ação requereu, liminarmente, a suspensão da eficácia do ato que destituiu a Comissão Provisória Estadual do União Brasil no Estado do Acre e a declaração da Comissão Provisória Estadual destituída como competente para as deliberações que ocorrerão na Convenção do Partido marcada para 5 de agosto.

No entanto, o entendimento do ministro relator foi de que não há destituição da comissão provisória do União Brasil no Estado do Acre, tendo sido constatada “a massiva permanência dos integrantes daquele órgão na sua composição primária, inclusive do presidente, do vice-presidente e da tesoureira”.

“O que se depreende, portanto, é que alguns nomes foram, de fato, substituídos na composição da comissão provisória do Estado do Acre, o que não se confunde com a aventada dissolução sumária do órgão”, diz um trecho da decisão prolatada nesta quinta-feira (4), negando seguimento à ação.

Ainda no que diz respeito à alegação relacionada à validade da convenção partidária, cujo processo teria sido desestabilizado pelo ato em questão, a decisão diz que a matéria deve ser direcionada ao juízo natural do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP).

Ação judicial foi reação de Alan Rick

Após tomar conhecimento da destituição da Comissão Provisória da sigla, o deputado Alan Rick emitiu, nesta quinta-feira, 4, uma nota afirmando que tomaria providências acerca do ato decidido pelo senador licenciado Márcio Bittar, presidente do União Brasil no Acre.

De acordo com Alan Rick, a atitude de Bittar lhe pegou de surpresa. “Fui surpreendido com minha destituição e de vários outros membros da executiva estadual do União Brasil por ação coordenada pelo senador”, declarou.

Em sua justificativa para se manter na executiva da sigla, Rick mencionou seus serviços prestados ao Acre durante os 8 anos de mandato na Câmara Federal. “Trabalhei ao lado do governador Gladson Cameli no enfrentamento da Pandemia. E esses são só alguns exemplos”, explicou.

Em determinado trecho da nota, Alan contou que a manobra de Bittar foi “arbitrária” e garantiu que iria contra atacar, tomando as providências necessárias.

“Entendo que a destituição da executiva estadual por decisão unilateral do presidente, o senador Márcio Bittar, ocorreu de forma arbitrária, ilegal e desrespeita o trabalho de todos os envolvidos para a construção do União Brasil no Acre”, argumentou.

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