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Após bate-boca, comerciante de Brasileia registra BO contra Sebastião Viana

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O presidente da Associação Comercial de Brasileia, Joaquim Lira, registrou no dia 27 de fevereiro, um Boletim de Ocorrência (B.O.) contra governador do Acre, Sebastião Viana (PT), por causa de uma confusão ocorrida durante a visita do Ministério da Integração Nacional, Gilberto Occhi, ao munícipio.

Bate_05Apesar dos esforços do governador em atender os desabrigados, durante uma reunião dos deputados do programa Aleac Solidária, com o prefeito Everaldo Gomes (PMDB), Joaquim Lira acusou Viana de não cumprir com a palavra de isentar os comerciante atingidos pela alagação de 2012, da cobrança de ICMS.

Lira afirma que foi abordado por Sebastião Viana, quando fazia a limpeza de seu comércio, após o nível da água baixar em Brasileia. “O governador me chamou de mentiroso por diversas porque eu questionei que o governo não tinha concedido a isenção de ICMS e ainda estava acionando os comerciantes na Justiça”, diz Lira.

Segundo o Boletim de Ocorrência, o denunciante informou que Viana apertou sua mão e disse que ele “não poderia ter feito tal comentário, pois tinha proferido mentiras, e que tal feito era coisa de moleque”. Lira informou ainda que os seguranças do governo o teriam segurado, mesmo em ele esboçar reação.

Joaquim Lira diz que pode provar que Viana não isentou os comerciantes, conforme prometeu. Em reunião realizada em março de 2014, o governador disse que a isenção para ajudar os comerciantes a recuperar os prejuízos, só poderia ser concedida com autorização do TRE, já que era ano eleitoral.

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Procurada pela reportagem, a secretária de comunicação Andréa Zílio disse que encaminharia a versão do governador. Poucos minutos depois, Zílio encaminhou apenas uma frase do porta-voz Leonildo Rosas: “O governador que foi agredido verbalmente quando estava trabalhando. Ele não vai responder a bandido”.

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Acre é um dos estados de menor transparência sobre extração de madeira, segundo rede ambiental

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Um estudo da rede Simex, que reúne o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e Instituto Centro de Vida (ICV), aponta que o estado do Acre está entre os menos transparentes quando o assunto é a extração de madeira.

Após ter analisado a evolução da atividade na Amazônia entre os anos de 1980 e 2020, a pesquisa revelou que há problemas no controle da cadeia madeireira nos nove estados que compõem a região, além de restrições de acesso a dados públicos a respeito do assunto, mesmo após uma década da implementação da Lei de Acesso à Informação (LAI).

A consequência da baixa transparência é a impossibilidade de checar o quanto dos 462 mil hectares que tiveram extração de madeira na Amazônia entre agosto de 2019 e julho de 2020, o dado mais atual, foram explorados de forma irregular. O que prejudica a proteção da floresta e de seus povos, a imagem do país e os consumidores.

Foram estudados seis indicadores relacionados à divulgação de dados das autorizações para exploração florestal e do Documento de Origem Florestal (DOF) ou da Guia Florestal (GF), os dois últimos documentos obrigatórios para o transporte e o armazenamento de produtos florestais desde o local de extração ou beneficiamento até o destino.

Na análise de cada estado, três deles não divulgam nem as autorizações e nem os documentos de transporte: Acre, Amapá e Maranhão, sendo estes os piores na avaliação de transparência. Com acesso a esses dados, seria possível cruzá-los com as áreas de exploração madeireira indicadas pelas imagens de satélite e verificar as ilegalidades.

A pesquisa da rede Simex também mostra que a extração madeireira migrou para as regiões mais centrais da Amazônia. Em 2019, um levantamento já havia indicado que os principais polos de produção se encontravam em uma nova fronteira, localizada ao longo do oeste do Pará, sul do Amazonas e noroeste de Mato Grosso e do Acre.

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Paula Mariano será exonerada e novo secretário de Saúde deve ser Glauber Lucena

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Como o ac24horas já havia antecipado, o governador Gladson Cameli deve anunciar ainda esta semana os novos nomes para compor a alta cúpula da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), desgastada após a morte de 12 bebês por Síndrome Respiratória dentro do Pronto-Socorro da capital.

Um exemplo da mudança é que com toda a crise instalada na saúde, a secretária Paulo Mariano teria supostamente viajado de férias para o Peru, país vizinho que faz fronteira para o Acre, evidenciando que teria “jogado a toalha” da gestão.

A reportagem apurou que o favorito para assumir a pasta é o médico Glauber Lucena, que já foi diretor de assistência da UPA Franco Silva. Para a secretaria adjunta, que cuida da parte assistencial, hoje comandada por Adriana Lobão, o governo teria conseguido convencer João Paulo Silva, atual diretor da Fundação Hospital do Acre (Fudhacre), e que teria negado o convite para assumir a pasta. No caso de João Paulo, a informação inicial é a de que ele acumularia a nova função com a direção da Fundhacre.

Na construção da nova cúpula da Sesacre, há a informação de que a única que permaneceria seria Muana Araújo, secretária adjunta executiva, responsável pela parte financeira da Secretaria de Saúde. Uma reunião na tarde desta terça-feira, 5, deve confirmar as mudanças e o anúncio pode ser feito a qualquer momento.

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Com explosão de casos, Rio Branco baixa para 30 anos a faixa etária da 4ª dose da vacina contra Covid-19

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A prefeitura de Rio Branco anunciou na manhã desta terça-feira, 5, que vai antecipar para 30 anos a faixa etária para a 4ª dose de vacina contra a Covid-19.

De acordo com Sheila Andrade, secretária municipal de Saúde, Sheila Andrade, o motivo é o crescimento dos casos de Covid-19. “É uma iniciativa da prefeitura de Rio Branco e a principal estratégia agora é baixar a faixa etária. Só não baixamos mais porque não temos imunizantes suficientes, mas se o Ministério da Saúde nos repassar mais imunizantes podemos baixar ainda mais a faixa etária”, afirma Sheila.

A gestora da saúde afirmou ainda sobre a baixa cobertura das doses de reforço e entre as crianças. “É uma preocupação nossa, já que os índices são baixos para as doses de reforço e entre as crianças de 5 a 11 anos. Temos feito a nossa parte, mas é preciso que as pessoas se conscientizem sobre a importância da vacina quando podemos está próximos de uma quarta onda”, explica.

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Acre registra mais 300 casos de Covid-19 nesta sexta

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informa que foram registrados 300 casos de coronavírus nesta sexta-feira, 1° de julho. O número de infectados é de 126.495 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 332.227 notificações de contaminação pela doença, sendo que 205.708 casos foram descartados e 24 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Pelo menos 123.159 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 2 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Nenhum óbito foi notificado nesta sexta-feira, 1° de julho, fazendo com que o número oficial de mortes por covid-19 permaneça em 2.004 em todo o estado.

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