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Caldeirão Explosivo

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Não é problema administrativo e político dos munícipes de Brasiléia e Epitaciolândia. É problema do governo do Estado, governo federal. A entrada cada vez maior de haitianos, senegaleses, dominicanos, africanos, nigerianos e outros estrangeiros mais pela rota da miséria em direção ao Acre, especificamente Brasiléia e Epitaciolândia, está gerando um desconforto muito grande na população local, está gerando paulatinamente um clima de revolta, um clima de confronto e, com certeza, a curto ou médio prazo o caldeirão vai explodir. Nossas autoridades estaduais e federais aqui representadas no Estado, têm que reconhecer que não é possível permanecer o estado de coisas e, muito menos continuarem com medidas paliativas. A fome, a miséria está dentro dos municípios nas áreas periféricas e ninguém oferece três refeições ao dia para aquelas famílias como fazem com os “exilados humanitários” de origem negra. Convenções internacionais, atitudes boazinhas somente valem para o governo brasileiro pois nossos vizinhos não permitem que nenhum dos fugitivos de suas terras sequer durmam em seus territórios. Nós os “ricos” brasileiros e dentre estes os “ricaços” acrianos, é que somos obrigados, compulsoriamente, a conviver com os “tadinhos”. Pois saibam os administradores e protetores dos “exilados humanitários”, que os mesmo já estão invadindo residências que estiverem abertas, estão desafiando moradores locais, estão “invadindo” lugares públicos com seus gestos, atitudes e comportamentos incompatíveis com a índole educacional brasileira. Urinar nas praças públicas, manter relações amorosas íntimas nos escurinhos das esquinas passou a ser comum. Brigas entre eles próprios, com etnias diferentes são comuns e estão a preocupar famílias e pessoas que têm sentimento educacional diferente e com diferentes hábitos. Estão pagando, parece que a um único fornecedor, um montão de dinheiro para fornecer três alimentações diárias aos “pobres coitados”. Não existe trabalho para os acrianos e não haverá nunca trabalho suficiente para os “exilados”. Senhores, estão chegando em média cinquenta a setenta “refugiados” por dia em Brasiléia/Epitaciolândia. Tomem uma atitude enérgica, fechem a fronteira como fizeram Peru, Bolívia, Chile e outros países sul americanos. Os “refugiados” não rendem votos mas os acrianos estão ficando cada vez mais revoltados e o caldeirão está começando a ferver. Ainda está em tempo, cuidem rápido, deixem de sonhos humanitários demagógicos e sonhos mirabolantes de humanismo fajuta. Sejam primeiro humanitários e sensíveis ao povo acriano, ao povo brasileiro e, depois, às vítimas de outras nações. Quantos milhares de senegaleses, haitianos, dominicanos, nigerianos e outros mais vão para a Alemanha, Suiça, Rússia, Estados Unidos, França, Itália, Espanha, Inglaterra, enfim, países ricos que têm condições financeiras de os sustentar sem trabalho e sem sacrifício dos filhos da terra. Por que o Brasil, por que o Acre? Abram  o olho, fiquem preparados pois o caldeirão está fervendo e vai explodir, sendo que os únicos responsáveis serão nossas autoridades estaduais e federais. Pelo amor ao Acre e sua gente, se é que têm, fechem as entradas, sejam menos humanitários para os estrangeiros e mais sensíveis às dificuldades, fome, miséria, falta de educação escolar, saúde e segurança de nosso povo. Fica o alerta!

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