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Limpeza dos bairros atingidos pela cheia rio Acre começa nesta segunda

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Uma ação conjunta do governo do Estado e da prefeitura de Rio Branco permitirá a limpeza dos bairros atingidos pela cheia do rio Acre, que esta semana começou a apresentar sinais de vazante. A operação inicia nesta segunda-feira, 17, e a previsão é quem em uma semana os trabalhos estejam concluídos. 

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Oito equipes irão realizar a limpeza em todos os dezoito bairros que alagaram. Cada equipe contará com uma pá carregadeira, uma retroescavadeira, três caçambas, um caminhão carga seca, um caminhão pipa, sete operadores, 10 garis e um encarregado de equipe, ao todo serão 56 equipamentos e 144 pessoas envolvidas na operação de limpeza das áreas atingidas pela enchente. 

No Primeiro Distrito, os bairros que terão a intervenção da operação de limpeza são Cadeia Velha, Adalberto Aragão, Baixada da Habitasa, Base, Airton Sena, Aeroporto Velho, Base e Palheiral. 

No Segundo Distrito, os bairros que receberão a ação de limpeza são o Taquari, Seis de Agosto, Santa Terezinha, Triângulo Novo, Comara, Cidade Nova, Alzira Cruz, Quinze e o Beco da Cigana. 

A saída dos equipamentos para a limpeza dos bairros acontecerá na próxima segunda-feira, a partir das 6h30 da manhã do estacionamento do Arena da Floresta. Os trabalhos iniciarão simultaneamente pelas oito equipes nos bairros Cidade Nova, Taquari, Seis de Agosto, Cadeia Velha, Triângulo, Comara, Alzira Cruz e Baixada da Habitasa. 

Cotidiano

Depasa diz que central telefônica já realizou 18,4 mil atendimentos este ano

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A Central Telefônica de Atendimento do Departamento Estadual de Água e Saneamento do Acre (Depasa) realizou, de janeiro a agosto de 2021, 18.451 atendimentos.

O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h, e as ligações são gratuitas. O telefone é 0800 717 77 11.

Além da central 0800, o Depasa mantém canais alternativos de comunicação com o usuário. Por meio das redes sociais no Instagram e Facebook, são divulgadas ações, obras em andamento e comunicados sobre o sistema de abastecimento de água na capital e interior do estado.

Os canais também estão disponíveis para receber informações sobre rompimento de adutoras e esgotos obstruídos, e atender solicitações de ações emergenciais para o combate a vazamentos na rede de distribuição de água e manutenção da rede coletora de esgoto, além de fornecer informações sobre desperdício de água tratada nas residências.

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Cotidiano

Patrulha Maria da Penha realizou 3,5 mil procedimentos em 3 anos no Acre

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Mais de 1,1 mil mulheres já foram atendidas pela Patrulha Maria da Penha desde a sua instalação. Esses atendimentos produziram 3,5 mil procedimentos que acabaram por realmente proteger melhor as vítimas.

“Ao longo desse período não registramos nenhum crime de feminicídio entre as pessoas que estavam sob o amparo da patrulha”, informa a primeiro-tenente Priscila Siqueira, subcoordenadora da PMP.

No Brasil, as ligações para acionar a patrulha podem ser feitas gratuitamente, de qualquer telefone fixo ou celular, pelo número 180. Os dias de atendimento são de segunda a sexta-feira, exceto nos feriados. Mas há ainda o 190 do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública, que opera em regime de 24 horas sem distinção de feriados ou fins de semana.

Criada em 2019, a Patrulha Maria da Penha é um programa da Polícia Militar do Acre que acompanha e fiscaliza as medidas protetivas em defesa dos direitos das mulheres. Tais medidas, no estado do Acre, são concedidas por meio da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

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Cotidiano

Ocupação de “terreno” em área de risco vai ser fiscalizada pela Defesa Civil Municipal

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A área ribeirinha que fica em frente ao Instituto São José, na rua Floriano Peixoto, no Centro de Rio Branco, é uma conhecida região de deslizamento de terra.

Por ser uma área de risco, diversas famílias já foram retiradas do local e a ocupação é proibida pelas autoridades por representar risco. A redação do ac24horas recebeu imagens que mostram que o local está voltando a ser ocupado. Existe, inclusive, uma área demarcada, como se fosse um grande terreno delimitado por madeira e pedaços de alumínio.

A Defesa Civil Municipal foi consultada sobre a ocupação na área de risco. “Nós já temos o conhecimento dessa situação, já levamos ao conhecimento da Secretaria de Infraestrutura do município que é a responsável pela ocupação do solo. Vamos, em parceria, averiguar nos próximos dias a situação nessa área”, afirma Cláudio Falcão, coordenador da Defesa Civil em Rio Branco.

De acordo com Falcão, a Defesa Civil faz monitoramento de 8 bairros para que não haja ocupação irregular. “São 24 ruas que fiscalizamos para que não haja esse tipo de situação, são as pessoas que foram tiradas dessas áreas de risco e colocadas na Cidade do Povo. Fora isso, monitoramos outros 16 bairros que apresentam riscos geológicos e hidrológicos”, afirma.

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Cotidiano

Estudo afirma que é possível desenvolver a pecuária na Amazônia sem desmatamento

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No Brasil, a produtividade da pecuária é baixa e associada a um baixo desenvolvimento socioeconômico. Especificamente na Amazônia, na área onde seria possível alimentar 33 animais, encontram-se, em média, apenas dez, segundo análise da Universidade de Goiás e da Embrapa. Essa condição é explicada por um ciclo vicioso que afeta parte da pecuária do país.

Fazendeiros ocupam fronteiras e usam a terra extraindo os nutrientes do solo sem repô-los. Além disso, o solo fica compactado. Ao invés de manter a qualidade dos pastos e de renovar as áreas degradadas, os fazendeiros (ou seus descendentes) desmatam novas áreas na própria fazenda ou em novas fronteiras para onde migram.

Entre os anos de 1974 e 2019, o rebanho bovino nos municípios da Amazônia Legal cresceu quase dez vezes e atingiu 89 milhões de cabeças. Neste período, o rebanho da região saiu de 9% para 42% do total do Brasil. No entanto, esse crescimento, mesmo resultando em renda bruta significativa na Amazônia, promoveu baixo desenvolvimento.

Em 2019, a pecuária gerou R$ 53 bilhões de valor bruto da produção e cerca de 800 mil empregos. Entretanto, o rendimento médio dos trabalhadores do setor (R$ 1.118/mês) foi 34% menor do que o rendimento médio dos trabalhadores da região (R$ 1.692/mês). Além disso, apenas 22,7% dos trabalhadores da pecuária eram formalizados em comparação com a média de 40,6% de todos os trabalhadores da região.

As conclusões constam no estudo “As políticas para uma pecuária mais sustentável na Amazônia”, do engenheiro florestal Paulo Barreto, pesquisador associado do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). No trabalho, ele faz uma revisão da literatura científica para identificar mudanças em políticas públicas que  possam frear o desmatamento e garantir que a pecuária na região se torne mais eficiente.

O estudo de Paulo Barreto faz parte do projeto Amazônia 2030, uma iniciativa conjunta do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e do Centro de Empreendedorismo da Amazônia, ambos situados em Belém, com a Climate Policy Initiative (CPI) e o Departamento de Economia da PUC-Rio, localizados no Rio de Janeiro.

O estudo mostra que para atender uma demanda brasileira por carne bovina que deve crescer entre 1,4% e 2,4% ao longo da próxima década, segundo projeções do ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), sem desmatar, os pecuaristas da Amazônia teriam de reformar entre 170 mil  e 290 mil hectares de pasto degradado por ano até 2030, ao custo de R$3 mil por hectare.

Para produzir sem desmatar, os produtores da Amazônia Legal precisariam de um valor que pode variar entre 3% e 9,5% do crédito rural contratado para a região em 2020. São empréstimos feitos pelos produtores rurais que são empregados na compra de novos animais, mas que podem ser redirecionados para a recuperação de pastagens degradadas.

No total, seriam necessários investimentos entre  R$ 270 milhões e R$ 873 milhões por ano em recuperação de pastagens, que deveriam passar dos atuais 80 kg por hectare para 300 kg por hectare. No caso da opção pelo desmatamento, somados todos os investimentos que seriam feitos pelos pecuaristas o custo ficaria entre R$ 950 milhões e R$ 1,63 bilhão por ano.

Em contrapartida, a escolha pelo desmatamento derrubaria entre 634 mil e 1 milhão de hectares de floresta por ano.

O pesquisador orienta que, para mudar o cenário, o poder público deve induzir o uso mais produtivo das terras, desestimulando a expansão de fronteiras agrícolas especulativas e ineficientes, e deve trabalhar para fornecer os serviços e a infraestrutura que vão facilitar os investimentos nas áreas já desmatadas.

Barreto recomenda atuar, simultaneamente, em duas frentes:

1- Combater ao desmatamento e a especulação fundiária

“Hoje, parte do desmatamento é utilizado por grileiros como tática para se apossar de terras públicas. O grileiro lucra ao vender a terra ou usando-a sem pagar um aluguel. Além disso, o poder público tem anistiado os grileiros e proposto a venda da terra abaixo do preço de mercado. Assim, o lucro da grilagem é enorme. A facilidade para se apossar de terras públicas torna barata a atividade de ampliar a produção de gado por meio da abertura de novos pastos”.

2- Facilitar o uso mais produtivo da terra

“É preciso promover treinamento e assistência técnica continuados, oferecendo crédito rural focado em ganhos de produtividade e instalando infraestrutura e serviços necessários em regiões”.

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