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Expoacre Juruá: Comerciantes protestam contra proibição de venda de bebida fora da Arena

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Cerca dez comerciantes participaram da manifestação em Cruzeiro do Sul. Nesta quarta-feira (11), eles atearam fogo em pneus e impediram a passagem de veículos na rodovia AC-405. O tráfego no local ficou impedido por aproximadamente uma hora.

Eles foram impedidos de vender bebida alcoólica na parte de fora da Arena, nos dias de realização da Expoacre Juruá. O grupo havia montado barracas, mas a licença para a venda tinha sido negada.

“Nós somos moradores do Igarapé Preto, todos os anos nós vendemos aqui,  já compramos toda cerveja, alugamos o terreno do proprietário, e nós estamos reivindicando nosso direito para poder trabalhar”, disse Francisco de Souza.

Após o protesto foi liberada a comercialização de bebidas nos comércios, ficando proibida a venda de cerveja em garrafas de vidro.

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Acre

‘Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?’, diz Bolsonaro sobre pandemia

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira que é preciso parar de “frescura” e “mimimi” com a pandemia de Covid-19 e questionou até quando as pessoas ficarão “chorando”. Para Bolsonaro, é preciso “enfrentar nossos problemas”. O novo coronavírus já matou quase 260 mil brasileiros, e a mortes estão em alta, batendo recordes nos últimos dias.

A declaração ocorreu durante inauguração de um trecho da ferrovia Norte-Sul, em São Simão (GO). O presidente elogiou produtores rurais por terem continuado trabalhando durante a pandemia e questionou em seguida “onde vai parar o Brasil se nós pararmos”, em referência a medidas que estão sendo tomadas por governadores e prefeitos em todo o país para diminuir a circulação de pessoas, em uma tentativa de frear o avanço da Covid-19.

Na quarta-feira, o Brasil bateu, pelo segundo dia consecutivo, o recorde de registros de mortes em 24h. Foram 1.840 óbitos contabilizados pelas secretarias estaduais de saúde. A média móvel dos últimos sete dias também bateu um novo recorde: 1.332. É o quinto dia consecutivo em que isto ocorre.

Nesta quinta, Bolsonaro disse lamentar as mortes, mas afirmou que “tem que ter uma solução”.

— Até quando vão ficar dentro de casa, até quando vai se fechar tudo? Ninguém aguenta mais isso. Lamentamos as mortes, repito, mas tem que ter uma solução. Tudo tem que ter um responsável.

Depois, negou que privilegie a economia em detrimento da saúde e afirmou que a economia é importante inclusive para compras vacinas:

— Lamento as mortes, repito. Antes que comecem a falar por aí, essa imprensa, que eu estou ignorando mortes e pensando em economia. Por que vocês não ouvem falar de vacina em países da África? Ou em alguns países aqui da América do Sul? Porque não tem dinheiro. Não tem economia, então não tem vacina. Se nós destruirmos nossa economia, podem esquecer um monte de coisa.

‘Apelo’ a governadores e prefeitos

Bolsonaro fez um “apelo” a governadores e prefeitos contra o fechamento de comércio e disse que “o povo quer trabalhar”:

— Eu apelo aqui, já que me foi castrada a autoridade, para (que) governadores e prefeitos repensem a política do fechar tudo. O povo quer trabalhar! Venham para o meio do povo, conversem com o povo! Não fiquem me acusando de fazer aglomeração, aqui tem aglomeração, em todo lugar tem.

Para o presidente, toda atividade que ajuda no sustento das pessoas é essencial:

— A grande maioria tem que trabalhar. Quando se fala essa em “essa atividade é essencial, aquela não”. Atividade essencial é toda aquela necessária para o chefe de família levar o pão para dentro de casa, porra.

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Notícias

Evasão escolar tem aumento nos anos finais do Ensino Fundamental e pico na entrada do Ensino Médio

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Bahia lidera o ranking de jovens que não concluíram o Ensino Médio

Um dos maiores problemas educacionais é a evasão escolar, que ocorre por vários fatores como gravidez na adolescência, necessidade de trabalhar, dificuldades logísticas, desinteresse e falta de expectativa com o futuro, segundo apurou a equipe de Pesquisa e Avaliação da Fundação Roberto Marinho. Nesse cenário, os jovens iniciando o ensino médio são os que mais abandonam as escolas. 

“Quando olhamos a taxa de evasão ao longo das etapas de ensino, claramente observamos um aumento nos anos finais do Ensino Fundamental com um pico na entrada do Ensino Médio”, destaca Katcha Poloponsky, especialista da Assessoria de Pesquisa e Avaliação da Fundação Roberto Marinho.

Jovens de 15 a 17 anos fora da escola, sem ter concluído a Educação Básica, são cerca de 680 mil, o que representa 7,1% desta faixa etária, de acordo com a Pnad Contínua 2019.

Na faixa etária de 19 anos, quando os jovens pobres sofrem mais pressão para trabalhar, a Bahia lidera o ranking de jovens que não concluíram o Ensino Médio, com 57,1%. 

Norte e Nordeste do país são os estados mais afetados pela evasão nessa faixa etária. O melhor resultado é do estado de São Paulo, com 21,7% de jovens de 19 anos sem concluir o Ensino Médio. A média brasileira é de 36,5%.

Motivos

A Plataforma Juventude, Educação e Trabalho elencou os três principais motivos que fazem os jovens de 14 a 29 anos abandonarem as escolas ou não concluírem o Ensino Médio. Conforme a lista, estão:

– trabalho: 39,1% dos jovens brasileiros abandonam a escola para trabalhar, seja por pressão dos pais ou iniciativa própria para ajudar a família. No atual contexto da pandemia, três em cada dez jovens ouvidos pela pesquisa Juventudes e Pandemia do Coronavírus disseram que pensaram em não voltar às aulas ao final do isolamento social.

– falta de interesse: 29,2% dos jovens entre 14 e 29 anos revelaram não ter interesse em estudar. No entanto, para Mariana Polidorio, gerente de Relações Públicas do Instituto Sonho Grande, a falta de interesse não é sinônimo de não querer estudar ou preguiça. “Que tipo de escola a gente está oferecendo para esses jovens? Como são as escolas de Ensino Médio e que tipo de ensino a gente está ofertando para eles? Um dos elementos para o abandono no Ensino Médio é a falta de clareza de para que aquilo está servindo para esse jovem”, questiona.  

Para o professor de sociologia Rafael Santana, da rede estadual do Rio de Janeiro, o desinteresse reflete a importância dada pela sociedade à educação. Na opinião do docente, “os jovens não são diferentes dos adultos, eles aprendem a valorizar aquilo que veem sendo valorizado e a escola não é valorizada em si mesma por grande parte da sociedade”.

– gravidez: 9,9% dos jovens de 14 a 29 anos deixaram de ir à escola por motivo de gravidez. Contudo, a gestação é vista nesse contexto como um evento não planejado ou fruto de uma violência e da ausência da educação sexual, conforme pontua a professora e ativista do Movimento Caos.A, Viviana Santiago. 

Outro ponto de ressalva é que no recorte de gênero não há percentual de jovens do sexo masculino que deixam de estudar devido à gravidez da parceira.

Medidas de combate

Para evitar o abandono escolar, instituições, educadores, sociedade e iniciativas privadas se mobilizam para traçar estratégias.

Exemplo é o Instituto Sonho Grande, organização sem fins lucrativos que trabalha em colaboração com estados e terceiro setor para a melhoria da qualidade do ensino das redes públicas.

Em 2020, o grupo tomou a iniciativa de enviar frases de texto com motivações para mais de 15 mil estudantes de Goiás, para evitar a evasão escolar durante a pandemia. A intervenção teve um impacto de 43,7% na redução do abandono.

Já em São Paulo, a atibaiana Silvana Cotrim usa sua experiência como profissional de Recursos Humanos para ir nas escolas do município falar sobre a importância da educação. Durante a pandemia, a estratégia migrou para as redes sociais do Coletivo Negra Visão, para continuar incentivando os estudos mesmo sem o contato de antes e, também, para alcançar mais pessoas.

Há ainda, as bolsas de estudo disponibilizadas por programas privados de inclusão educacional em parcerias com instituições de ensino em todo o país, que oferecem descontos nas mensalidades para educação básica, ensino superior, cursos técnicos e idiomas, por exemplo.

*Com informações da Fundação Futura

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Extra Total

Medida de lockdown é alterada em decreto e adiada para o próximo final de semana no Acre

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O governo do Acre divulgou uma edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE) nesta quinta-feira, 4, para avisar à população que as medidas restritivas com efeito de lockdown que estavam previstas para ocorrem neste final de semana, em todo o estado, serão adiadas para o próximo final de semana.

O Decreto nº 8.147, de 28 de fevereiro de 2021, foi adiado para o dia 13 de março de 2021, e marca então o início da vigência das medidas restritivas específicas aplicáveis durante os finais de semana e feriados.

Estas medidas de finais de semana e feriados são mais específicas e mais rígidas nos 22 municípios acreanos. A razão para o adiamento para o dia 13, conforme publicação, foi, entre outras, o feriado de 8 de março de 2021 (próxima segunda-feira), o que poderia causar aglomeração de pessoas nos dias que antecedem e sucedem o próximo final de semana, “notadamente no comércio atacadista e varejista de gêneros alimentícios e outros produtos essenciais”, diz o documento.

O Estado entende que o adiamento das referidas medidas para o próximo final de semana tende a ser mais eficaz em relação à finalidade da norma. A decisão de adiamento, assinada pelo governador Gladson Cameli, entra em vigor na data de sua publicação, nesta quinta, dia 4.

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Acre 01

Petecão lamenta morte de assessores para Covid-19 e diz: “Doca morreu na sala da morte”

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O senador Sérgio Petecão (PSD) usou as redes sociais nesta quinta-feira, 04, para lamentar o falecimento de dois assessores que morreram vítimas da Covid-19 nas últimas 48 horas, em Rio Branco. São eles: Raimundo Nonato da Silva Lima, o Doca, e Carlos Alberto Nascimento, o Beto.

Em seu Facebook, Petecão diz que está se sentindo fraco e insignificante. “As lágrimas fazem parte do afeto, do carinho e da gratidão. O que estou sentindo neste momento é uma fraqueza, uma insignificância e uma preocupação grande, COM O QUE ESTÁ POR VIM, para o povo do meu estado. Fico muito triste só em imaginar o que as pessoas estão passando nestas unidades de saúde”, afirmou.

Ao site Antagonista, Petecão disse estar arrasado com a morte dos seus assessores, do qual os chamou de irmãos.

‘Os caras não eram assessores, eram meus irmãos. Estou arrasado, cara. Este estado está lascado. Estou me sentindo insignificante. Eu vim para cá ontem tentar ajudá-los e não consegui. Eu não consegui uma UTI para eles. Estou arrasado, cara. A família deles gritava comigo, pedindo socorro. E eles morreram sofrendo, fora da UTI. É uma loucura isso, cara. Imagina o que esse povo está passando. Estou arrasado demais, eu estou me sentindo uma bosta”, escreveu.

Em outro trecho no Facebook, Petecão revelou que se humilhou por uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para os dois e revela que um dos seus assessores chamado “Doca” pedia para sair do Into, unidade escolhida para referência de casos da covid-19.

“Nunca pensei que pudesse passar por tanta humilhação. Corri, pedi, pedi, me humilhei para conseguir uma UTI, uma UTI, o BETO a família depois de muita luta, é muita humilhação conseguiram uma UTI no pronto socorro, acho, só acho que o BETO morreu sofrendo menos. O DOQUINHA DE MANAUS como a gente chamava não teve a mesma sorte, morreu sofrendo muito, pedindo para sair dali, uma tal de sala vermelha, depois me disseram que a tal sala da MORTE. O argumento é que não podia mexer no paciente, fiquei sabendo que a situação é tão grave, gravíssima que Pacientes com parada cardíaca o pessoal da limpeza está ajudando a reanimar. Tentei falar com todas as AUTORIDADES, do governador a os assessores mais importantes Quero aqui agradecer de coração aqueles que tiverem a consideração de pelo menos atender o telefone. Eu sei que isso está quase normal aqui no nosso estado, isso não pode ser normal. Está morrendo muita gente!!!!!. Hoje estou sofrendo muito, perdi dois irmãos, o BETO e o DOCA. Espero que ninguém passe pelo que estou passando neste momento. Deus tenha misericórdia do Acre, só o senhor pode nos ajudar”, encerrou.

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Bombando

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