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Marcus Alexandre diz que Gladson Cameli foi informado sobre pedidos de emendas

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A assessora de imprensa da transição do prefeito eleito de Rio Branco, Marcus Alexandre, informou através de nota que “Marcus Alexandre esclarece que oficializou pedidos de emendas para Rio Branco a todos os parlamentares, independente de partido, ainda no mês novembro. Quando esteve em Brasília, o Prefeito eleito foi informado pela assessoria de Gladson Cameli que o deputado não se encontrava na capital Federal.

No último sábado, 08 de dezembro, o deputado Gladson Cameli fez contato com o Prefeito eleito e garantiu destinar emendas para Rio Branco. Marcus Alexandre agradeceu o apoio e espera poder contar com o parlamentar para a liberação dos recursos”.

Andréia Oliveira
Assessoria Transição Prefeito Eleito Marcus Alexandre
Rio Branco-Acre

 

 

Acre

Aleac renova metade dos deputados estaduais nas eleições 2022

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A Assembleia Legislativa do Acre terá uma renovação de metade das cadeiras atualmente ocupadas na casa legislativa. Nas eleições deste domingo (2), nada menos que 12 dos eleitos serão novatos no começo da próxima legislatura.

Nomes como Antônio Pedro (União Brasil), Neném Almeida (Podemos), Sargento Cadmiel Bomfim (PSDB), José Bestene (PP) e Daniel Zen (PT) não conseguiram se reeleger. Em contrapartida, a Aleac vai dar boas-vindas aos vereadores por Rio Branco Michelle Melo (PDT) e Emerson Jarude (MDB).

Confira, a seguir, a relação dos 24 eleitos com indicação, pela ordem de nome, partido e votação. Os reeleitos aparecem em negrito.

Nicolau Júnior (PP) – 16.636 votos

Maria Antônia (PP) – 10.485 votos

Emerson Jarude (MDB) – 8.540 votos

Manoel Moraes (PP) – 8.479 votos

Gilberto Lira (UNIÃO) – 8.407 votos

Clodoaldo Rodrigues (REPU) – 8.227 votos

André da Droga Vale (PODE) – 8.157 votos

Pedro Longo (PDT) – 7.732 votos

Tchê (PDT) – 7.390 votos

Fagner Calegário (PODE) – 7.112 votos

Luiz Gonzaga (PSDB) – 6.680 votos

Whendy Lima (UNIÃO) – 6.673 votos

Tadeu Hassem (REPU) – 6.175 votos

Adailton Cruz (PSB) – 6.157 votos

Michelle Melo (PDT) – 5.990 votos

Edvaldo Magalhães (PCDOB) – 5.822 votos

Afonso Fernandes (PL) – 5.731 votos

Antônia Sales (MDB) –  5.720 votos

Tanízio Sá (MDB) – 5.703 votos

Chico Viga (PDT) – 5.601 votos

Gene Diniz (REPU) – 5.512 votos

Arlenilson Cunha (PL) – 5.471 votos

Pablo Bregense (PSD) – 5.386 votos

Eduardo Ribeiro (PSD) – 4.810 votos

Os votos computados a candidatos concorrentes somaram 455.438, dos quais 435.770 foram válidos, 8.249 foram nulos e 9.533 em branco. Outros 1.886 foram anulados sub judice.

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Acre

Petecão lamenta derrota nas urnas e parabeniza Gladson Cameli

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Após ter obtido pouco mais de 6% dos votos válidos nas eleições deste ano, o candidato derrotado e senador licenciado Sérgio Petecão (PSD), usou as redes sociais neste domingo, 2, para lamentar a derrota para o atual governador reeleito, Gladson Cameli (Progressistas).

Contudo, o parlamentar se disse defensor da democracia após a escolha da população acreana nas urnas. “Com as urnas apuradas, o povo do Acre escolheu novamente o governador Gladson para nos representar pelos próximos quatro anos. Aceito esse resultado com muita tranquilidade, pois sou um ferrenho defensor da democracia. A vontade do povo é suprema”, declarou.

Petecão aproveitou para parabenizar Gladson pela vitória e desejou boa sorte ao Chefe do Estado na próxima gestão. “Parabenizo o governador e espero, de coração, que ele faça um governo muito melhor do que fez no primeiro mandato. Que Deus abençoe o novo povo”, comentou.

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Acre

Lula e Bolsonaro vão ao 2º turno em disputa pela presidência

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) foram os dois candidatos mais bem votados neste domingo (2) e disputarão o segundo turno da eleição para presidente da República no próximo dia 30.

Pela primeira vez, o pleito será decidido entre dois nomes que já comandaram o país. Será, ainda, o sétimo segundo turno em nove eleições presidenciais diretas desde a redemocratização.

Para que a disputa tivesse se encerrado neste domingo, o primeiro colocado precisaria ter obtido 50% dos votos válidos mais um, o que não ocorreu.

Desde março de 2021, pesquisas mostram Lula e Bolsonaro à frente da disputa. À época, segundo o levantamento XP/Ipespe, o atual mandatário tinha 27% das intenções de voto, e o petista, 25%. Foi a primeira sondagem após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) restabelecer os direitos políticos de Lula.

No mês seguinte, o petista ultrapassou o atual presidente e, desde então, ambos permanecem nas respectivas posições na série histórica do Ipespe.

O agregador de votos CNN/Locomotiva apontava, neste domingo, que o petista tinha 48% das intenções de voto. A ferramenta considera as pesquisas divulgadas até sábado (1º).

Segundo pesquisa Quaest de sábado (1º), Lula registrava 49%, e Bolsonaro, 38%. Na última pesquisa da série do Ipespe antes da votação, divulgada no mesmo dia, o petista também tinha 49%, contra 35% do atual mandatário. O Datafolha mostrava que Lula tinha 50%, e Bolsonaro, 36%. Já o Ipec apontava Lula com 51%, e Bolsonaro, com 37%.

Ex-presidente constrói “frente ampla”
Lula chega ao segundo turno com o apoio de nove partidos. Além do PT, integram a coligação PSB, Solidariedade, PCdoB, PSOL, Avante, PV, Rede e Agir. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), seu antigo adversário político, é o candidato a vice-presidente em sua chapa.

O petista voltou a se tornar elegível em 8 de março de 2021, quando o ministro do STF Edson Fachin anulou todos os atos processuais da Lava Jato que envolviam o petista.

Fachin entendeu que a 13ª Vara Federal de Curitiba não deveria ter sido designada para conduzir os casos ligados ao petista, porque, segundo o ministro, eles não tinham relação direta com a Petrobras. O entendimento foi confirmado pelo plenário da Corte em 15 de abril, por 8 votos a 3.

Além disso, o Supremo considerou suspeito o ex-juiz Sergio Moro, responsável por julgar e condenar Lula.

O ex-presidente permaneceu por 580 dias na prisão, em Curitiba, até novembro de 2019, após ter sido condenado sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na ação envolvendo o triplex do Guarujá. Segundo o Ministério Público, ele teria recebido propina da OAS em troca de favorecimento em contratos com a Petrobras. O pagamento teria sido feito, segundo a acusação, com a reserva e reforma de um apartamento na cidade do litoral paulista.

Durante esse período, foi impedido de disputar a eleição presidencial de 2018. À época, o PT chegou a anunciar a candidatura de Lula, mas ela foi barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa.

Após a sequência de vitórias na Justiça, o ex-presidente buscou atrair apoio de aliados e até ex-adversários políticos para criar uma “frente ampla” em torno da sua candidatura.

O maior símbolo desse movimento é a presença de Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula. Em 2006, quando o ex-governador de São Paulo estava no PSDB, eles disputaram o segundo turno à Presidência em um pleito que ficou marcado por embates e trocas de acusações entre os candidatos.

Em setembro, oito ex-candidatos à Presidência declararam apoio a Lula em evento com o petista.

Bolsonaro tenta reeleição após governo marcado por pandemia
O presidente conseguiu atrair os partidos que formam a base governista em busca da reeleição. Além do PL, Republicanos e PP apoiam a sua candidatura.

Em seu primeiro ano à frente do Executivo, o presidente e seus ministros conseguiram aprovar a reforma da Previdência no Congresso.

A partir de fevereiro de 2020, Bolsonaro teve que lidar diariamente com o aumento no número de casos e mortes provocados pelo coronavírus e com os impactos econômicos da pandemia.

Em articulação com o parlamento e com os votos da oposição, o governo aprovou um auxílio de R$ 600 a trabalhadores de baixa renda, o auxílio emergencial. O benefício foi postergado mais de uma vez e, mais tarde, transformado em um auxílio permanente, o Auxílio Brasil.

Na área econômica, o governo Bolsonaro também conseguiu aprovar a privatização da Eletrobras.

Além do desgaste em decorrência das mortes provocadas pelo coronavírus, Bolsonaro enfrentou investigações de corrupção contra integrantes de seu governo, como o então ministro da Educação, Milton Ribeiro, acusado de direcionar repasses da pasta a prefeituras indicadas por pastores sem cargo oficial. Ele nega irregularidades.

Bolsonaro ainda precisou lidar com os impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia e com o aumento nos preços dos combustíveis e alimentos provocado pelo conflito.

O presidente teve uma série de atritos com ministros do STF e TSE, levantando suspeitas sobre a lisura do processo eleitoral.

Campanhas retornam na segunda (3)
De acordo com o calendário do TSE, os candidatos podem voltar a fazer campanha às 17h da segunda-feira (3), 24h após o encerramento da votação do primeiro turno. As campanhas podem pedir voto até o dia 28.

No próximo dia 7, a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV também retornará à programação e ficará no ar até o dia 28.

Quem são os candidatos no 2º turno

O 35º presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nasceu em Caetés – à época do seu nascimento, o município chamava-se Garanhuns. Iniciou sua carreira política como presidente do Sindicato do Metalúrgicos do ABC, entre os anos 70 e 80. Depois, fundou o partido dos trabalhadores (PT) e foi eleito deputado federal, em 1986, pela sigla. Disputou as eleições presidenciais de 1989, 1994 e 1998 – terminando todas na segunda colocação – até ser eleito, enfim, em 2002 e reeleito em 2006.

O 38º presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), nasceu em Glicério (SP). Ele se formou pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e se tornou capitão do Exército Brasileiro. Bolsonaro iniciou a sua iniciou a sua carreira política em 1988, como vereador do Rio de Janeiro. Dois anos depois, foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, permanecendo na Câmara Federal por sete mandatos consecutivos. O Bolsonaro foi eleito presidente em 2018.

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Acre

Jorge, Marcus e Nazaré Araújo agradecem por votos nas eleições

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O candidato ao governo derrotado, Jorge Viana e seu vice, Marcus Alexandre, agradeceram os votos destinados a eles neste domingo, 2. Em vídeo postado no instagram, eles agradeceram as mais de 100.000 pessoas que votaram nelas para governar o Acre e na Nazaré Araújo, ao Senador, que também não foi eleita.

“Respeitamos os resultados da urna. Eu, Marcus Alexandre e Nazaré queremos agradecer e abraçar mais de 100.000 pessoas que sonharam com a gente fazer o Acre encontrar um caminho de trabalho, paz e desenvolvimento. Nossa esperança segue com Lula pelo Brasil”, diz trecho.

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