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Jornal relata crise dos Vianas na tentativa de permanecer no poder em Rio Branco

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O jornal de circulação nacional Valor Econômico traz hoje  reportagem especial assinada pela jornalista Cristiane Agostine que demonstra a profunda crise que mergulhou os irmãos Vianas e sua tentativa de eleger o candidato desconhecido à prefeitura da capital.

A matéria descreve pontos como a falta de respeito dos Vianas ao processo democrático que deveria ter restituído o fuso horário do Acre, das promessas nunca cumpridas de regularizar o abastecimento de água e esgoto e resolver a problemática das enchentes.

Segundo o jornal, Jorge Viana reconhece que “se afastou do povo” e que não exista dificuldades com a antiga oposição tida como responsável pelo atraso do Acre. “O maior problema da Frente Popular hoje é com os ex-aliados e aliados, e não com quem sempre foi oposição”.

A matéria também relata a dificuldade de Tião Bocalom de aglutinar os dissidentes, outrora aliado dos Vianas. Para o senador Sérgio Petecão a população quer mudança mais não ainda teria um nome certo para votar.

Já a deputada federal Perpétua Almeida diz que “a frente popular acabou”.

Leia:

PT enfrenta eleição difícil na capital que deu pior votação a Dilma

Por Cristiane Agostine | De Rio Branco
Valor Econômico – 18/09/2012
 Sob uma temperatura de 35 graus, dezenas de bandeiras vermelhas avançam sobre uma rua de terra batida em bairro próximo ao centro de Rio Branco. Com uma camiseta polo e calça jeans, o candidato do PT à prefeitura da capital do Acre, Marcus Alexandre, visita as casas de madeira, desviando de buracos e do esgoto a céu aberto. Moradores, sem reconhecer o candidato, recebem santinho com a frase: “Vamos juntos fazer o novo”.No Acre, Estado comandado pelo PT há mais tempo no país, é o candidato petista que se apresenta como a promessa de mudança na disputa pela capital. No quarto mandato estadual e há oito anos na prefeitura, o partido tenta se renovar depois de quase perder nas urnas em 2010 e de registrar no Estado a pior votação proporcional da presidente Dilma Rousseff em todo o país, nos dois turnos. O grupo político que governa o Acre, a Frente Popular, encabeçada pelo PT e comandada pelos irmãos petistas Jorge e Tião Viana, senador e governador, respectivamente, vive uma crise.

O mecânico Ernesto da Cruz, 37 anos, ajuda a explicar alguns dos problemas vividos em Rio Branco. Morador do Taquari, um dos 33 bairros que ficaram alagados neste ano, Ernesto diz que sempre votou no PT, mas nesta eleição ficará com o PSDB. Sua mulher, Naira Kelle, mostra a marca da água na parede da casa, em altura superior aos seus 1,60 m. “Já prometeram trazer água, esgoto e até agora nada”, diz o mecânico. “Já trabalhei muito nas campanhas, não pelo PT, mas pelos irmãos Viana. Resolvi mudar”, afirma.

O autônomo Rodrigo Rodrigues, de 37 anos, diz que também trocará o PT pelo PSDB. Ao justificar, reclama do fuso horário do Acre, em 2010. A população decidiu em referendo pela volta do fuso de duas horas a menos em relação a Brasília, mas até hoje o horário é de uma hora a menos, conforme projeto do então senador Tião Viana. “Além de o governo deixar de fazer muita coisa pela população, desrespeitou a opinião do povo. Como pode?”, diz.

Ao apostar em um nome novo na política, a Frente Popular tenta descolar-se do desgaste acumulado ao longo das últimas eleições. Com perfil técnico e discreto, Marcus Alexandre, com 35 anos, começou a campanha como um desconhecido.

O engenheiro galgou postos nos governos petistas no Acre desde que veio do interior de São Paulo, em 1999, e caiu nas graças dos Viana ao comandar o Departamento de Rodagem do Acre (Deracre), responsável pela obra bilionária de pavimentação da BR 364, que cruza o Estado, de leste a oeste.

Jorge e Tião Viana, padrinhos políticos do candidato, pouco aparecem na propaganda na televisão. Marcus Alexandre minimiza a participação discreta dos irmãos e nega ser uma estratégia para evitar a rejeição à sua candidatura. “Vamos apresentar primeiro o candidato e as propostas para depois mostrar as lideranças que nos acompanham”.

Em Rio Branco, Tião e Jorge Viana receberam menos votos que seus adversários em 2010. Tião teve quase 3 mil votos a menos para o governo do Estado do que o tucano Tião Bocalom, que nesta eleição disputa a capital. Jorge teve 3,6 mil votos a menos para o Senado do que Sérgio Petecão (PSD), também eleito senador. No Estado, o PT venceu em 2010 por uma margem apertada, de 1%.

Mesmo com o controle das máquinas municipal e estadual e o apoio federal, o PT enfrenta eleição acirrada em Rio Branco. Segundo o Ibope (14 a 16 de agosto), Marcus Alexandre tem 38% das intenções de voto e Tião Bocalom (PSDB), 37%. Fernando Melo (PMDB) tem 5%.

Os irmãos Viana reconhecem a crise enfrentada pela Frente Popular: dizem que erraram nesses últimos anos e que a resposta da população, nas urnas, deixou isso claro. “Não tem ninguém que tenha sofrido mais para compreender o que aconteceu do que nós”, diz Tião.

Em 2010, Dilma Rousseff (PT) teve 15,83% dos votos em Rio Branco no primeiro turno, menos da metade dos 32,61% registrados no país. A petista ficou em terceiro lugar, atrás de José Serra (PSDB), com 47,96% e Marina Silva (ex-PV), com 35,6%. No segundo turno o PT teve na capital 26,7% ante 73,2% do PSDB. A campanha de Marcus Alexandre reflete a preocupação com esse resultado e a exibição de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é discreta.

Para o governador, uma explicação para o resultado nas urnas, sobretudo na capital, que concentra 45,5% dos eleitores do Acre, é a deficiência na infraestrutura da cidade. No Acre, o PT tem boa votação entre os eleitores com maior escolaridade e renda, que dependem menos no Estado. “Mais da metade da população de Rio Branco não tinha água e estava isolada por causa da [falta de] infraestrutura”, diz. Tião culpa os governos anteriores, da oposição, de terem “destruído” o município. “Não dava para um prefeito sozinho dar conta”. O prefeito Raimundo Angelim (PT) está no segundo mandato.

O governador diz que o Estado tem registrado avanços e cita a avaliação de sua gestão e do governo municipal para defender o PT. A gestão de Tião foi avaliada por 72% como “ótima ou boa” e por 6% como “ruim ou péssima”, segundo pesquisa Ibope de agosto, e a administração municipal é tida como “ótima ou boa” por 67% dos entrevistados e como “ruim ou péssimo” por 6%.

Jorge Viana, que foi prefeito da capital e governador por dois mandatos, diz que a Frente Popular se afastou do povo. O grupo, que combateu o crime organizado, o narcotráfico e a corrupção que marcaram o Acre até o fim dos anos 90, conseguiu imprimir mudanças econômicas e sociais no Estado, mas se acomodou. “Nós ganhamos, mas a eleição mostrou claramente que tínhamos que corrigir nosso projeto, colocar os pés no chão, ter humildade”, diz Jorge.

Jorge comenta que o maior problema da Frente Popular hoje é com os ex-aliados e aliados, e não com quem sempre foi oposição.

A disputa pela capital mostra os problemas dos Viana com ex-aliados. Os dois principais adversários do PT são dissidentes do grupo que comanda o Estado. Bocalom, que concorreu contra o PT em 2006, 2008 e 2010, foi secretário de Agricultura do governo Jorge no Estado. O candidato do PMDB, Fernando Melo, foi secretário municipal e estadual de Jorge e deputado federal pelo PT até 2010, quando não se reelegeu. O senador Sérgio Petecão (PSD), cabo eleitoral do candidato do PMDB, presidiu a Assembleia Legislativa nas gestões de Jorge.

A divisão da oposição é um dos principais pontos a favor do PT na capital. “Se estivéssemos todos juntos seria mais fácil”, diz Petecão. “Não encontramos uma pessoa ainda que nos representasse. A população quer mudar, mas ainda não encontrou “a” pessoa para votar. Fernando Melo era do PT e sua imagem está vinculada ao partido. Já Bocalom não aglutina”, afirma Petecão pré-candidato ao Estado em 2014.

Empatado com o petista, o tucano Bocalom apostou no ataque ao PT e gastou o horário eleitoral para acusar o petista de supostos desvios cometidos na construção da BR 364. Com isso, teve sanções do Tribunal Regional Eleitoral.

O ataque direto ao adversário é rejeitado por eleitores como a aposentada Graça Lima da Silva, de 60 anos. “Não conheço o Bocalom e não gosto de quem fica só atacando o outro”, diz, ao declarar voto no PT.

O tucano mantém propostas que lançou há dois anos, quando disputou contra Tião. Bocalom afirma que dará apoio integral aos produtores rurais. “É preciso produzir para empregar”, diz. “Não pregamos que se acabe com a floresta e com os animais em função do homem, mas não se pode matar o homem sem dar condições de vida digna a ele, só para preservar [a natureza]”.

Já o candidato do PMDB diz que sua campanha “não tem proposta”. “É melhorar o que está bom e corrigir o que está ruim”, diz Fernando Melo, que transformou essa afirmação no mote da candidatura, repetido no jingle da campanha.

Dentro da Frente Popular, os descontentamentos enfrentados pelos Viana com os aliados ganharam destaque com a escolha de Marcus Alexandre para disputar a eleição.

Integrantes do grupo, de diferentes partidos, reclamam do “autoritarismo” dos Viana. Desde que a Frente Popular ganhou o governo do Acre em 1998, os candidatos a cargos executivos foram os dois irmãos ou postulantes com perfil técnico e pouco destaque político – definidos por Jorge e Tião. No comando do Estado, além dos dois irmãos, esteve Binho Marques, que não queria se candidatar e ficou apenas um mandato. No município, além de Jorge, o grupo lançou apenas o prefeito Raimundo Angelim e agora, Marcus Alexandre.

A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB), a mais bem votada do grupo em 2010, tentou disputar, mas foi isolada. “A Frente Popular acabou. Agora é outra coisa”, diz Perpétua. “Ninguém aguenta ficar em um grupo onde só um tem oportunidade”, afirma, sobre o PT. Legendas como o PDT e o PP já saíram da frente, que conta com nove siglas mas teve 14. Apesar das críticas, Perpétua não cogita sair do grupo. Seu marido, Edvaldo Magalhães, é secretário no governo.

Ao analisar esse cenário, Jorge diz não ver problemas em o candidato ser sempre do seu partido. “E por que não ser do PT se é o único lugar em que o modo petista de governar município e Estado está sendo implementado? Não há razão”, diz.

 

Acre

Bittar e Geórgia apresentam propostas aos gestores e técnicos

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Os candidatos a governador, Márcio Bittar, e a vice-governadora, Geórgia Micheletti, pelo União Brasil reuniram-se com gestores e técnicos que fazem parte do quadro do Estado para apresentar propostas de melhorar diversos setores com o objetivo de dar maior eficiência à máquina pública. Na ocasião, eles dialogaram com diversos profissionais que atuam em diferentes setores no serviço prestado para a população. O encontro foi realizado no escritório político dos dois candidatos.

“Junto com o meu futuro governador, tivemos um bom diálogo com esses trabalhadores essenciais para todos nós. As ideias que o Márcio tem para o nosso estado são projetos que eu gostaria que todos tivessem a oportunidade de ouvir e conhecer. Planos que podem melhorar e muito o nosso estado. Se conseguirmos reeleger o presidente Bolsonaro, o senador que ele escolheu aqui e um governador do gabarito do Márcio, o Acre vai crescer muito, será melhor para toda a população”, destacou a vice.

Segundo Geórgia, foi firmado o compromisso junto aos servidores públicos de promover as melhorias que o Acre necessita em uma eventual gestão. Ela ressaltou ainda que o Estado precisa agir com maior celeridade e eficiência para cumprir de forma concreta todas as atribuições necessárias para promover o bem estar da população e o desenvolvimento econômico. A candidata reforçou que trabalhará duro ao lado de Bittar para fazer o que é preciso para cumprir todas as propostas do Plano de Governo.

“Nós estamos falando de governo de Estado, algo muito sério e que precisa ser bem gerido. Já passou da hora de termos gestores realmente comprometidos com a vida da população e que tenham ética no cumprimento dos deveres como governantes. É isso que eu e o Márcio queremos implementar aqui no Acre, trabalho eficiente e atenção total aos que precisam do Poder Público. Por isso, no dia dois de outubro precisamos escolher com a cabeça, sendo sensatos, e não com o coração”, finalizou Geórgia.

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Acre

Marcia Bittar diz que deverá trabalhar pelo agronegócio

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A candidata ao Senado Federal Márcia Bittar (PL), retomou as agendas e participou nesta sexta-feira, 23, de uma caminhada na entrada do bairro Tancredo Neves, onde conversou com comerciantes e populares.

Após a caminhada, a candidata marcou presença em uma grande reunião no Palácio do Comércio, promovida pelo empresário Henrique Afonso, candidato a deputado estadual.

Durante a sua fala, Henrique Afonso falou sobre a necessidade de políticas que visem o avanço e o crescimento econômico do Estado, pauta apoiada por Marcia, que vê no agronegócio um dos pilares para esse desenvolvimento. “A gente precisa avançar muito nesse Estado e um dos avanços é justamente o desenvolvimento econômico. Eu sou um senhor de 60 anos vendo os mesmos discursos, já estou de cabelo branco e nunca mudaram. A gente precisa sair da inércia. Conheço Márcia a mais de 30 anos nas lutas e precisamos eleger políticos comprometidos com o desenvolvimento. Temos todas as condições, nós temos que plantar a semente”, disse Henrique.

Bittar contou que deverá focar no desenvolvimento econômico do Acre. “Nós estamos chegando na reta final, eu andei muito no Estado inteiro e não arredo o pé, nós temos que tomar um lado, estou do lado do desenvolvimento, do agronegócio, da família e da tradição cristã do nosso Brasil, não podemos permitir a volta de ideias políticas e econômicas tão nefastas como a florestania, que atenta contra tudo que nós defendemos”, declarou Márcia.

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Acre

TRE realiza cerimônia de carga e lacre das urnas da 1° e 9° zona

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Faltando 9 dias para o pleito eleitoral deste ano, foi realizada na manhã desta sexta-feira, 23, na sede do depósito em Rio Branco, a solenidade de abertura de carga e lacre das urnas da 1ª e 9ª Zonas Eleitorais, que abrangem os municípios de Rio Branco, Porto Acre e Bujari.

O evento foi conduzido pelo presidente do TRE-AC, desembargador Francisco Djalma, e pelo vice-presidente e corregedor eleitoral, desembargador Laudivon Nogueira e ocorreu sob os olhares criteriosos dos órgãos de controle como a Polícia Federal, Polícia Civil, Tribunal de Contas da União (TCU), a Ordem dos Advogados do Brasil no Acre (OAB-AC), Polícia Militar, Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC), Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) e demais órgãos fiscalizadores.

De acordo com o vice-presidente e corregedor eleitoral, desembargador Laudivon Nogueira, somente na capital acreana serão distribuídas 888 urnas, porém, serão 975 urnas referentes a 1° e 9° zona eleitoral – que abrange além de Rio Branco, os municípios de Bujari e Porto Acre. Já no segundo maior colégio eleitoral, município de Cruzeiro do Sul, foram disponibilizadas 229 urnas, em todo o Estado, são 2124 urnas eleitorais.”Essa cerimônia é importante para a lisura do processo eleitoral democrático”, explicou.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AC), desembargador Francisco Djalma, agradeceu os órgãos de fiscalização parceiros na cerimônia de carga e lacre. “Essa cerimônia já existe para tornar o processo eleitoral mais transparente”, declarou.

Segundo o secretário de tecnologia e informação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AC), Francisco Vital, a carga e lacre, ação que acontece logo após a geração de mídias – é um procedimento que consiste na transferência para as urnas eletrônicas dos dados dos eleitores, de acordo com as seções eleitorais, bem como dos candidatos que concorrerão nas eleições. Durante o processo são colocados os lacres nos compartimentos das máquinas, devidamente assinados pelos juízes eleitorais das respectivas zonas eleitorais, promotores e representantes de partidos e coligações, convocados para acompanhar todo o processo.

A diretora-geral do TRE, Rosana Magalhães, destacou que todas as autoridades do Estado estão interessadas no trabalho e atuação da justiça eleitoral para o processo democrático. “A presença de todos servirá para que possam emitir pareceres. Para a gente esse momento é de suma importância”, argumentou Magalhães.

Segurança nas eleições

Felipe Fachinelli, delegado responsável pela Delegacia de Defesa Social e Institucional da Polícia Federal, disse que o órgão vai atuar nas eleições deste ano como polícia judiciária – com base no que rege a Construção Federal. “Qualquer crime que haja nas eleições, o órgão legitimado para a repreensão será a Polícia Federal em parceria com os demais órgãos de segurança pública”, comentou.

Fachinelli destacou que os órgãos de segurança do Estado estarão atentos nas mais diversas práticas de crimes eleitorais que antecedem e no dia do pleito eleitoral. “Essa compra de voto não é só em dinheiro, mas no vale refeição, combustível, cargos, então, é qualquer tipo de compra de votos”, ressaltou.

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Acre

Alan Rick pede revisão das correções do Revalida de formados no exterior

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As notas da 1ª fase do Revalida, exame de validação dos diplomas dos médicos formados no exterior, foi divulgada no último dia 13 e, como de costume, o deputado federal Alan Rick, candidato ao senado da república, recebeu uma enxurrada de mensagens de candidatos. “Os revalidandos de todo o Brasil me têm como referência na defesa deles e, toda vez que sai um edital ou correções de provas, eles me acionam”, explica o parlamentar.

As reclamações são sobre discrepâncias das notas em relação ao gabarito divulgado pelo INEP. O assunto foi tratado com o Presidente do Instituto, Carlos Eduardo Sampaio, a equipe técnica do Revalida e a assessoria jurídica do deputado, nesta quinta-feira, 22, em Brasília. O parlamentar, que está no Acre cumprindo agenda de sua campanha para o Senado, participou virtualmente.

Conforme os técnicos do INEP, as notas divulgadas no dia 13 são provisórias e agora os recursos estão sendo analisados. As notas definitivas da 1a fase 2022.2 serão divulgadas no dia 07 de outubro e as da prova prática de 2022.1 saem no próximo dia 29. “O INEP também se colocou à disposição para sentar conosco, se ainda houver contestação de algum candidato após a análise dos recursos”, disse Alan Rick.

A assessora jurídica do parlamentar, Lia Noleto, e a advogada especializada em Revalida, Charliane Silva, estiveram, presencialmente, em toda a reunião expondo as alegadas discrepâncias.

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