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Bate-boca entre Carioca e Servidor Público de Epitaciolândia expõe situação curiosa entre nascidos e mortos nas cidades de fronteira

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Tinha tudo para ser mais um fato de perseguição no currículo do conhecido assessor do governo, Francisco Neponuceno “Carioca”. Mas o bate-boca com um servidor público durante a inauguração do Programa Ruas do Povo, ontem, na cidade de Epitaciolândia, trouxe à baila, um fato no mínimo curioso que vem ocorrendo nos limites das cidades de fronteira: Epitaciolândia e Brasileia.

Segundo o ac24horas apurou, por falta de um Hospital Maternidade na cidade de Epitaciolândia, todos os partos cesarianos têm procedimentos cirúrgicos realizados no Hospital de Clinica Raimundo Chaar, com sede na cidade de Brasileia. Em tese, as crianças de Epitaciolândia são naturais de Brasileia.

Por outro lado, quem morre em Brasileia, por falta de vagas no Cemitério da Cidade, são sepultados em Epitaciolândia. Segundo o servidor, que com medo de perseguição pediu para não ter seu nome revelado, ao indagar o governador Sebastião Viana sobre a data em que será inaugurada a maternidade na cidade de Epitaciolândia, foi surpreendido com a ira de Carioca, com quem bateu boca e por pouco não vão às vias de fato.

– O governador saiu à francesa, disse que me atenderia em seu gabinete e me explicaria o caso, mas o seu assessor parece ter faltado à aula de ética e esbravejou feio – comentou o servidor público.

A reportagem tentou falar com o assessor Carioca, mas o telefone *1*102*0 estava impossibilitado de receber chamada.

 

 

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