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Sempre me posicionei que a lógica era a eleição em Rio Branco ter segundo turno. Continuo achando.  Mas ontem, após conversar com um dirigente da oposição que prima pelo equilíbrio sobre a sucessão municipal, fiquei com um pé atrás. Principalmente por a análise não vir de um tucano. Na sua avaliação, se não houver um crescimento significativo dos seus adversários até a metade do horário eleitoral, Tião Bocalon (PSDB) pode sim ganhar no primeiro turno. Segundo ele, o que leva a essa ilação, é que Bocalon não teve uma queda brusca e os seus adversários, Marcus Alexandre (PT) e Fernando Melo (PMDB) não tiveram um crescimento de peso. Por isso todas as fichas serão jogadas no horário eleitoral para modificar o quadro e levar a disputa ao segundo turno. Mas eleição é como nuvem, uma hora você olha e ela está de um jeito, na outra hora de outro jeito. Portando é aguardar a campanha chegar no seu auge.

Tião nas alturas
O fato de Tião Viana aparecer com altos índices de aceitação em todas as faixas etárias, indica que, a população aprova seu governo. É o que pensa esse dirigente. E que isso mostra que programas como “Ruas do Povo” e outros de conotação popular podem sim pesar a seu favor quando for disputar a reeleição em 2014, mas que não terão influência decisiva nas eleições municipais. É a sua opinião. E fica o tema para reflexão política.

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IBOPE
A divulgação da primeira rodada do IBOPE sobre a eleição na Capital, na próxima sexta-feira. pode dar um panorama atual. Mas as pesquisas que darão uma posição mais real serão as que virão a partir do fim do mês, quando já teremos 15 dias de horário eleitoral e campanha estará no auge.

Altamente condenável
Estava fora da cidade. Mas vou entrar no debate. É sim condenável o deputado Rocha (PSDB) usar a tribuna para fazer ataques pessoais ao governador Tião Viana. Não importa se o termo “mariquinha” teve ou não conotação sexual. Importa é que foi um linguajar chulo e ofensivo.

Estou fora
Sou a favor do debate acirrado. Acho que oposição que não critica quem governa é uma gosma. Mas quando o debate parte para a picuinha, para o ataque pessoal eu estou fora.

Direito com limites
A oposição tem que ser dura contra qualquer governante. Mas nos limites da decência, do alto nível e do debate de idéias. Quando desce para a ofensa pessoal merece o repúdio de todos.

É da democracia
Leio que o governador Tião Viana buscou os caminhos da justiça para fazer frente à ofensa. É assim que se age no regime democrático, onde o fórum deverá ser sempre o Poder Judiciário.

Não é da democracia
Mas não é da democracia alguns deputados para bajular levantar a bandeira de cassação do deputado Rocha (PSDB). Isso era uma marca registrada da ditadura, estão com saudades?.

Pior conduta
A pior conduta de um político, na minha visão, é a bajulação, pois, o bajulador de hoje é o bajulador de amanhã, não importa quem esteja no governo, além de não acrescer nada.

Atestado duplo
E se partirem para uma cassação do deputado Rocha vão cometer uma burrice gigante, que é lhe transformar numa vítima e com reflexos diretos na eleição municipal a favor da oposição.

Derrota previsível
Deu na VEJA que Marina Silva vai fundar um novo partido e disputar uma vaga para o Senado pelo Distrito Federal. Politicamente está certa. Pelo Acre a sua eleição não seria nada fácil.

Chapa forte
No Acre haverá em 2014 uma única vaga em disputa. A Marina perdeu aqui até para o Serra. Sua liderança entre os acreanos não é mais essa coca-cola. E para o Senado teria que enfrentar Gladson Cameli (PP), Perpétua Almeida (PCdoB) e Anibal Diniz (PT).

Não disse?
Quando disse que os ataques sistemáticos com amplas matérias em jornais não modificariam o favoritismo do prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales (PMDB) é porque tinha noção do que falava. Não foi na base do achismo. O voto do Wagner não é o das elites, mas dos grotões. E pelo que tomei conhecimento ontem, o Wagner deve ganhar bem a eleição em Cruzeiro, aliás, acima do que se pensou no início da campanha.

Semana decisiva
A semana é decisiva para a candidatura do Padeiro (PSB) a prefeito do Bujari pelo julgamento do pedido de cassação do seu mandato por infidelidade partidária, que foi feito pelo PMDB.

É o seu jeito
O Padeiro se lixou para lei eleitoral e deixou o PMDB certo da sua impunidade. E tanto é assim que apostou na morosidade da justiça e que o julgamento se daria quando tivesse de bengala.

Cacife alto
Quem vem de Tarauacá conta (é bom a justiça eleitoral ficar atenta) que a campanha de Rodrigo Damasceno (PT) é disparada a mais milionária que aquele município presenciou.

Legal, mas alto
A empresa de assessoria política do professor Carlos Coelho, competente no que faz, consta, fato a se confirmar, fez um contrato de 100 mil reais (não é nada ilegal) para comandar a coordenação da campanha de Rodrigo Damasceno (PT).

Não é uma boa
O deputado Jamil Asfury (PEN) ser o líder do partido na Aleac não é uma boa. O PEN é da base do governo. Ele é recém-saído da oposição. Até ontem era Tião Bocalon (PSDB) dos ranhetas.

Falta legitimidade
Como sua adesão à base do governo é recente qualquer defesa que fizer lhe falta legitimidade.

Um belo exemplo
O candidato a prefeito da Capital, Fernando Melo (PMDB), é um exemplo, já faz certo tempo que ele saiu da base do governo e ainda assim a sua imagem continua colada ao petismo.

Cartada final
Falando no Fernando Melo, os quinze primeiros dias do horário eleitoral na televisão, prestes a começar, será a tentativa final para decolar a sua candidatura à PMRB, se não decolar é balsa.

Faca no pescoço
A prefeita de Brasiléia, Leila Galvão, chega a denúncia, está pressionando com ameaças os funcionários da prefeitura a votar na sua ex-secretária Fernanda Hassem (PT) para vereadora.

É favorito
O PSDC tende fazer dois vereadores. Rodrigo Beirute (PSDC) deve ser um deles. Roberto Filho, André da Farmácia e o deputado Edvaldo Sousa (PSDC) estão entre os seus apoiadores.

Procurar a turma
O assessor especial do governo, Antonio Monteiro, foi curto e grosso, além de anunciar que processará a candidata cassada Antonia Lúcia (PSC) a aconselhou procurar sua turma, o PSDB.

Agora é campanha
O prefeito de Feijó, Dindim (PSDB), fez um belo “Festival do Açai” e agora começa a campanha da reeleição. Quem pensar ser fácil derrotá-lo engana-se. Dindin não é nenhum amador.

Tudo que queria

Quatro candidaturas a prefeito de Feijó só o beneficiam, isso é a lógica, por estar no poder.

Queridinhos do PT
Não agrada aos demais candidatos do PT a prioridade dada em termos das máquinas estadual e municipal aos chamados “queridinhos do PT”, Gabriel Forneck, Socorro Lima e Irailton.

Chiadeira geral
A chiadeira é geral, visto que, aos outros candidatos é dado apenas 30 litros de gasolina por semana e foi entregue somente uma pequena quantidade de material de propaganda.

Horário eleitoral
Se não foi decisivo, mas teve o seu peso na derrota do PT na Capital, na última eleição, a sua campanha no horário eleitoral. Na próxima semana começam os programas políticos no rádio e televisão. É esperar para ver a criatividade dos marqueteiros dos candidatos Tião Bocalon (PSDB), Marcus Alexandre (PT) e Fernando Melo (PMDB), os mais fortes na disputa da PMRB.

Por Luis Carlos Moreira Jorge

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