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Caravana do azulão faz panfletagem na Vila Acre

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Na manhã desta quinta feira (26), a caravana do candidato Fernando Melo concentrou suas atividades na área da Vila Acre, onde percorreu a maioria das ruas do bairro lembrando a comunidade que o azulão voltou. Ao lado de Luiz Calixto e muitos candidatos a vereadores, Fernando Melo iniciou a caminhada pelo bairro da Amizade, conversando com moradores e operários das empresas que executam obras na região.

Fernando Melo foi abordado por muitos moradores, que fizeram questão de cumprimentar o candidato da Coligação Muda Rio Branco (PMDB,PSD,PSL). Com bandeiras e santinhos, a caravana do azulão contou com a receptividade dos moradores. Na Rua Maranguape, Fernando Melo conversou com o morador Osmar Oliveira, que convidou o candidato para entrar em sua residência. Morando ha quinze anos no bairro, ele fez uma denuncia que precisa ser averiguada pelos órgãos ambientais. De acordo com Osmar, os canos da obra de implantação da rede de esgoto estão sendo direcionados para um igarapé que passa nos fundos dos terrenos, e a água começa a ficar contaminada.

Fernando Melo também visitou a área do comercio na Vila Acre, e ouviu dos comerciantes o desejo de mudança. Numa loja de material de construção, Mariceudo Coelho ao cumprimentar o candidato do azulão, disse: “É  preciso mudar mesmo, tá na hora de mudar”, anunciado seu apoio á candidatura de Fernando Melo.

Mais á frente Fernando Melo visito a residência do ex-cobrador de ônibus Moisés Lopes Menezes. Lá Fernando Melo foi convidado para um rápido cafezinho, e por alguns minutos conversou com o trabalhador. “Receber o senhor aqui na minha casa é uma honra. Pode ficar tranqüilo que eu e mina família vamos apostar no senhor para mudar a cidade”, disse ele.

Fernando Melo encerrou a caminhada na frente do Parque Chico Mendes, depois de percorrer mais de 6 km numa das regiões que mais cresce em Rio Branco.

Acre

“Acre é realmente deixou a esquerda para trás”, diz Bolsonaro

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Na manhã desta terça-feira, 5, o deputado federal eleito Eduardo Velloso, ao lado do senador Márcio Bittar, publicou um vídeo nas redes sociais durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília.

Velloso se referiu ao “pessoal do agro” e lembrou do segundo turno das eleições presidenciais, onde Bolsonaro disputa o cargo com o ex-presidente Lula.

Jair Bolsonaro parabenizou o Acre pelas escolhas nas eleições e afirmou que o estado deixou a esquerda para trás. “Um grande abraço ao pessoal do agro, parabéns pelas escolhas, o Acre é realmente um estado que deixou a esquerda para trás. Peço nesse segundo turno uma força a mais para convencer que esteve do outro lado, passe para o nosso lado”, disse Bolsonaro.

Veja o vídeo:

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Acre

Jéssica, Minoru, Antônio Pedro, Neném e Cadmiel não foram eleitos

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Todas as eleições, surge a discussão sobre o quociente eleitoral que define a quantidade de vagas de cada partido. A polêmica acontece sempre com os eleitores de candidatos que não são eleitos, apesar de terem obtido mais votos do quem acabou conquistando um mandato. Quem perde costuma dizer que o sistema político é injusto.

Quociente eleitoral é um método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional de votos em conjunto com o quociente partidário e a distribuição das sobras.

Para descobrir quem são os deputados estaduais e federais, assim os vereadores, que vão compor o Poder Legislativo, deve-se, antes, saber quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, observar quais são os mais votados. Encontram-se, então, os eleitos. Esse, inclusive, é um dos motivos de se atribuir o mandato ao partido e não ao político.

Nas eleições deste ano não foi diferente. Para deputado estadual, por exemplo, Antônio Pedro (União) que concorria ao seu terceiro mandato foi o 15º mais votado no geral com 6.004 votos. Mesmo assim sua votação não foi suficiente para garantir uma cadeira na Aleac.

Outros parlamentares estaduais passaram pela mesma situação. Neném Almeida e Cadmiel Bonfim ficaram na 17ª e 18ª posições entre todos os candidatos e mesmo assim ficaram fora. O deputado menos votado que conquistou uma vaga na Aleac foi Eduardo Ribeiro, que teve 4.810 votos. Se fossem levado em conta apenas os votos nominais seria o 30º colocado. Os atuais deputados Marcus Cavalcante, Bestene e Daniel Zen, que não conseguiram se reeleger, também obtiveram mais votos que Ribeiro.

Na Câmara Federal quarta mais votada não se elege

A mesma situação aconteceu na eleição para Deputado Federal. A distribuição das 8 vagas para a Câmara dos Deputados foi considerada injusta pelos eleitores de quem ficou de fora, mesmo tendo mais votos de quem foi eleito.

A o caso, por exemplo de Jéssica Sales (MDB) que concorria a reeleição. Mesmo sendo a quarta mais votada do Acre com 20.500 votos, não conseguiu a vitória. Jéssica só ficou atrás dos eleitos Socorro Neri, Meire Serafim e Coronel Ulysses.

Quem também foi “vítima” do quociente eleitoral foi Minoru Kinpara. O candidato tucano obteve 19,077 votos, foi o 7º mais bem votado, mas não conseguiu uma das 8 vagas. Já a Perpétua Almeida teve 392 votos a mais que Roberto Duarte, mas não conquistou a reeleição. Duarte, inclusive, foi o que conseguiu uma vaga com menos votos, tendo sido escolhido por 14,522 eleitores.

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Acre

Na Aleac, oposição será conhecida com formação do novo governo

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A bancada governista será até maior que a atual na Assembleia Legislativa do Acre a partir de 2023, mas de acordo com o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) isso pode não se configurar exatamente em solução. “O governo fez barba, cabelo e bigode. A base governista é grande e isso pode virar um problema porque tudo demais pode virar problema na gestão dos processos”, disse ele, reeleito para novo mandato.

Nesse contexto, é previsível uma bancada de oposição pequena ou não, a depender da composição do novo mandato de Gladson Cameli no Palácio Rio Branco. Assim, as bancadas favoráveis ou contrárias a Gladson só serão dimensionadas mais para frente, observando cooptação e dissidências. “Ainda é cedo pra afirmar. Aguardar a composição do novo governo. Haverá cooptação e dissidentes”, prevê Magalhães
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Antes, em seu discurso de agradecimento pela reeleição, Edvaldo destacou que não haverá pacto da mediocridade, não haverá ´silêncio dos cemitérios´, mas discussão sobre tudo o que interessa ao Estado -e afirmou que teme pelo segundo mandato de Gladson Cameli, salvo neste primeiro mandato pela pandemia apesar de desafiadora. “Quanto maior a vitória mais é alto o salto do sapato”, disse.

Eleitos pelos partidos que tiveram candidatos majoritários próprios, como Eduardo Ribeiro (PSD), Emerson Jarude (MDB), Antônia Sales (MDB) e Adailton Cruz (PSB) podem atuar na oposição junto com Edvaldo Magalhães.

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Acre

Bolsonaro vai tomar café com Gladson na quinta-feira

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O governador reeleito Gladson Cameli (PP) desembarcou em Brasília (DF) na manhã desta quarta-feira, 5, onde cumpre uma série de agendas institucionais nos Ministérios. Cameli deve ficar na capital do poder até quinta-feira, 6, quando participa de um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro reunirá os governadores eleitos que o apoiam no Palácio da Alvorada para demonstrar força neste segundo turno das eleições de 2022 contra o candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

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