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“Não podemos transformar a disputa numa campanha do bem contra o mal” M. Alexandre

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Stalin Melo, da assessoria de imprensa da coligação FPA

O dia dos candidatos da Frente Popular à prefeitura de Rio Branco, Marcus Alexandre e Márcio Batista começou com uma visita a Ceasa, onde cumprimentaram produtores, ouviram as reivindicações dos moradores dos pólos agroflorestais e destacaram os avanços que o setor rural obteve nos últimos anos.

Na seqüência, eles participaram de uma reunião com a comunidade do bairro Aeroporto Velho, onde destacaram a importância de se fazer uma campanha de paz, falando das propostas para administrar Rio Branco a partir de janeiro do ano que vem. “Não podemos transformar essa campanha numa campanha do bem contra o mal”, disse Marcus Alexandre.

Nos últimos dias, os candidatos da Frente Popular tem sofrido pesados ataques dos adversários políticos. Mas Marcus Alexandre fez questão dizer que o mais importante é que a população saiba das propostas de trabalho, contidas no plano de governo elaborado pelas nove partidos da coligação.

E é exatamente esse modo de agir e de interagir com as pessoas e com os setores da sociedade que garantiu um excelente trabalho da prefeitura de Rio Branco, em parceria com o governo do Estado, durante a alagação deste ano. “Se por um lado tivemos a maior alagação, por outro também tivemos a maior mobilização e a maior corrente de solidariedade”, lembrou.

Os adversários da Frente Popular, ao invés de ajudar, apenas atrapalham. Marcus Alexandre lembrou do episódio em que um grupo político inflamou os moradores do bairro Seis de Agosto que, incentivados pela má fé, pelo ódio e pelo rancor, acabaram religando a energia no bairro, que estava debaixo d’água.

“Infelizmente perdemos um funcionário, vítima da irresponsabilidade desses setores da oposição, mas durante o enterro não apareceu nenhum deles para se solidarizar com a família”, afirmou.

“Não somos melhor do que ninguém, sabemos que ainda não foi feito tudo que a população precisa, mas já avançamos muito e estamos trabalhando porque sabemos que estamos no caminho certo”, destacou Marcus Alexandre.

“Nossa vida melhorou muito”

Dona Ângela, a presidente da associação das mulheres da Baixada estava presente no encontro com os candidatos Marcus Alexandre e Márcio Batista, destacou sua alegria pela pavimentação da BR 364, que tirou sua Feijó, onde sua mãe e sua família residem, do isolamento.

“Nossa vida melhorou muito. Antes do asfalto, todos sabem que nossa vida era muito difícil, mas agora saímos de manhã de Feijó e chegamos a Rio Branco à tarde. E sabemos que tudo isso foi graças ao trabalho do Marcus Alexandre a frente do Deracre”, fez questão de dizer.

“Já estive do lado de lá”

Quem também participou do encontro entre a comunidade do bairro Aeroporto Velho e os candidatos Marcus Alexandre e Márcio Batista foi seu José Adenilson. Aos 42 anos, ele nasceu, cresceu e também criou os filhos no bairro.

“Eu já estive do outro lado e sei como as coisas funcionam do lado de lá”, disse ele que já foi presidente da associação de moradores. Ele conheceu Marcus Alexandre quando estava a frente do Deracre e afirmou: “sei que lá todos os funcionários falam bem dele, que tem respeito e admiração pelo trabalho que realizou lá”, disse.

Também destacou a forma como os gestores da Frente Popular tratam a comunidade de uma maneira geral. Exemplificou com o caso da Emurb. Antes, disse ele, para falar com o secretário se esperava o dia inteiro e não era atendido. “Agora, somos atendidos prontamente, assim como nossas reivindicações”, declarou.

Acre

Ney Amorim agradece fidelidade e epoio de Gladson na campanha

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O candidato ao Senado Ney Amorim (Podemos) ressaltou nessa reta final de campanha, a apenas dois dias para o pleito eleitoral, a sinceridade e o compromisso do governador Gladson Cameli (Progressistas).

Para Ney, uma das maiores provas disso é que durante uma agenda da tarde dessa quinta-feira, 29, em Manoel Urbano, com a presença de milhares de apoiadores, Gladson pegou uma bandeira em que estava estampada a foto de Ney Amorim e passou a vibrar em meio a apoiadores.

Esse foi um dos maiores momentos de felicidade pela composição da chapa majoritária Gladson-Ney que vem unida desde o início da campanha.

“Não há outro candidato. O meu candidato é o Ney Amorim. É dele que eu vou precisar no Senado para continuarmos fazendo a mudança que o Acre precisa”, afirmou Cameli.

Ney garante estar recebendo novas adesões, sobretudo, de grandes lideranças e candidatos a deputado estadual e federal, que há poucos dias ainda eram aliados de outros adversários.

“As pessoas estão entendendo que este é o momento da união. De que o governador tem que ter um senador que seja seu aliado em Brasília, o senador que faz parte da sua composição. E este senador é o Ney Amorim”, destaca a candidata a vice de Gladson Cameli, Mailza Gomes. Ney Amorim segue em campanha, ao lado do governador Gladson Cameli com novas carreatas por Rio Branco, nesta sexta-feira, 30.

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Acre

Mais de R$ 60 mil em espécie e material de campanha é apreendido

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A Polícia Civil apreendeu na madrugada desta sexta-feira, 30, R$ 60 mil em espécie sem origem comprovada que estavam sendo transportados em um veículo pertencente a um órgão público, juntamente com material de campanha política e uma lista possivelmente destinada a ser preenchida com dados pessoais de eleitores. A ação ocorreu no município de Manuel Urbano, no interior do Acre.

A atuação no caso se encaixa no esforço conjunto de órgãos estaduais e federais na repressão de crimes eleitorais nas eleições de 2022.

Os envolvidos, dois homens de 38 anos e 27 anos, foram conduzidos à Delegacia de Manoel Urbano e prestaram esclarecimentos.

Os materiais foram apreendidos e estão sendo encaminhados à Polícia Federal para dar continuidade às investigações.

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Acre

MPAC fiscalizará condutas ilegais durante as eleições 2022

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Grupo de Apoio à Atividade Eleitoral (GT-Eleitoral) estará presente nas eleições 2022, realizando a fiscalização de irregularidades e crimes eleitorais.

O grupo, coordenado pelo promotor de Justiça Teotônio Rodrigues Júnior, é formado por promotores eleitorais titulares e auxiliares, além de servidores do MPAC, que atuarão para inibir e evitar práticas ilegais, por parte de candidatos, eleitores, partidos, mesários e fiscais, garantindo a lisura do pleito.

A fiscalização estará presente em todos os municípios do estado, inclusive nos de difícil acesso, e atuará tanto no dia da votação quanto na véspera. Na capital, sete equipes serão disponibilizadas em diferentes pontos de votação.

A ação conjunta contará com o auxílio das forças de segurança pública e Justiça Eleitoral, vistoriando ocorrências como compra de voto, derrame de propaganda eleitoral, boca de urna, transporte irregular de eleitores, entre outras.

Além da ação presencial, o grupo recebe denúncias de irregularidades e crimes eleitorais, por meio de canais que podem ser acessados no endereço eletrônico www.mpac.mp.br/democraciaconfirma.

As denúncias podem ser também direcionadas ao Ministério Público Eleitoral (MPE), através do site www.mpf.mp.br/pge.

Com informações da assessoria do MPAC.

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Acre

STF manda que transporte coletivo seja normal nas eleições

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O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o transporte público urbano seja mantido em níveis normais no domingo das eleições. A medida liminar, deferida parcialmente na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1013, proíbe que os municípios que já ofereciam o serviço gratuitamente, aos domingos ou no dia das eleições, interrompam a gratuidade.

A ação apresentada pela Rede Sustentabilidade pediu que, nos dias das eleições, o serviço de transporte público de passageiros fosse gratuito em todo o Brasil e em frequência maior ou igual à dos dias úteis.

Na decisão, o ministro observou que se trata de boa ideia de política pública e com coerência com o texto constitucional. Ele, porém, rejeitou a gratuidade universal porque a medida só pode ser efetivada por meio de lei e com previsão orçamentária específica.

Barroso ressaltou que o empobrecimento da população, como decorrência da pandemia da covid-19 e do aumento da inflação, acentua ainda mais as dificuldades das pessoas pobres para custear seu deslocamento até as seções eleitorais. Idealmente, caberia ao poder público arcar com essas despesas. Contudo, sem que haja lei e previsão orçamentária prévia, ele considerou inviável impor universalmente essa obrigação, especialmente a poucos dias da eleição.

O ministro destacou que os valores necessários para a adoção da política de gratuidade do transporte público no dia das eleições não são conhecidos nem foram considerados pelos municípios ou pela Justiça Eleitoral. “Seria irrazoável determinar esse ônus inesperado ao poder público às vésperas do dia das eleições”, afirmou.

Mesmo sem poder determinar, no momento, a execução da medida, Barroso considerou altamente recomendável que todos os municípios que tiverem condições de oferecer o transporte público gratuitamente no dia das eleições o façam desde já.

Por outro lado, para o ministro, não há razão para que municípios que, nas últimas eleições, já ofereciam gratuidade no dia do pleito interrompam essa prática. “Representaria grave retrocesso social afastar a aplicação de um mecanismo de garantia da plenitude da soberania popular justamente quando o custo do transporte se impõe mais gravemente à população como um obstáculo ao voto”, afirmou.

Da mesma forma, ele considerou que os gestores de sistemas de transporte público de passageiros são obrigados a manter seu funcionamento em níveis normais, na quantidade e na frequência necessárias ao deslocamento dos eleitores de suas residências até as seções eleitorais. (STF)

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