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Na TV, Bocalom responde: “Quem carregou o caixão do Pinté foi o (Sebas)Tião Viana e o Carlinhos, mandante da morte do Pinté”

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Luciano Tavares, da redação de ac24horas
lucianotavares@ac24horas.com

A TV Gazeta começou ontem (terça-feira) no programa Gazeta Entrevista, uma série de entrevistas com os candidatos a prefeito de Rio Branco.

O primeiro candidato entrevistado foi o tucano Tião Bocalom.

O candidato tucano começou respondendo sobre suas prioridades caso seja eleito prefeito de Rio Branco.

Para Tião Bocalom a capital acriana é uma cidade com muitas prioridades, mas três em especial devem sofrer um choque de gestão: saúde, habitação e transporte coletivo.

O tucano quer melhorar o atendimento nos postos de saúde através da contratação de novos profissionais; executar um amplo projeto de regularização fundiária, documentado os que estão irregulares e doando lotes paras as pessoas de baixa renda.

Sobre o setor de transporte coletivo, o tucano salientou que não irá prometer diminuição na tarifa, mas que irá lutar para manter a passagem de ônibus no valor atual de R$ 2,40, já que ele teria recebido informações de que a administração municipal autorizou um aumento da atual tarifa para R$ 2,90. “Vamos fazer voltar às tarifas de um real aos domingos”, prometeu. O peessedebista disse ainda que irá melhorar a frota de ônibus para dar maior conforto aos usuários.

Bocalom não escapou das perguntas polêmicas feitas pelos internautas. A primeira delas acerca da evolução de seu patrimônio, que teria aumentado 115%, em dois anos, entre 2010 e 2012, com base na declaração de bens entregue pelo candidato ao Tribunal Regional Eleitoral.  Crescimento desproporcional para a renda de um professor de matemática.  Bocalom, entretanto, rebateu a informação ao dizer que “não tenho laranja. Todos os meus investimentos e o meu capital tá aqui no Acre. Eu quando vim para o Acre trouxe capital. Tinha uma madeireira que era a segunda maior do Estado do Acre, quando eu entrei na política eu tinha 15 colônias”, justifica ao acrescentar ainda que fez um financiamento no Banco da Amazônia no valor de R$ 328 mil, para comprar gado e implantar um projeto de criação de peixes.

 

O tucano explicou ainda que depois que saiu da prefeitura de Acrelândia tem se mantido com a renda da venda de lote e de gado. “Não cresceu o capital, o que aumentou foi o valor, porque quando você pega bota água, energia e arruma tudo a valorização é maior”, diz sobre a valorização de seus lotes de terra que mantém em Acrelândia.

Tião Bocalom rebateu as críticas feitas por Jorge Viana de que ele através de sua administração como prefeito de Acrelândia teria semeado “intriga” que tirou a “paz” do município.  “Foram os aliados dele (Jorge Viana) que mataram o Presidente da Câmara (vereador Pinté). Inclusive, quem carregou o caixão do vereador Pinté no dia em que foi sepultado, não fui eu não que era o maior amigo dele, foi o Tião Viana e o Carlinhos que foi o mandante da morte do Pinté”.

Sobre a saída de Jamyl Asfury, da oposição para a base do governo, Bocalom lamentou ao dizer que “sempre teve o maior respeito por ele. Cada um toma o rumo que quer. Ele já foi da Frente Popular tentou se eleger por lá e não conseguiu. Veio para a oposição conseguiu se eleger, e agora retorna novamente pra Frente Popular. Só tenho a lamentar e entregar nas mãos de Deus”, diz.

O prefeiturável negou que tenha rejeitado compor chapa com um vice que seja evangélico. “O meu vice em Acrelândia, o pastor Vilseu era evangélico. Na eleição de 2010, eu tinha um vice evangélico, que era o apóstolo Ildson. Eu sempre disse que gostaria de ter um vice evangélico, mas dessa vez não deu. Mas eu gostaria de dizer que tenho um vice que me orgulho dele. O que interessa pra nós não é a placa da igreja, o que interessa são as pessoas de princípio, o Alysson (Bestene) é esse tipo de pessoa”, encerra o candidato tucano.

Nesta quarta-feira, o entrevistado de Alan Rick será candidato do PMN, Leoncio Castro. Na quinta-feira, o Gazeta Entrevista recebe o peemedebista Fernando Melo, e na sexta, a professora Peregrina, candidata do Psol à prefeitura da capital.

A sequência de entrevistas continua na próxima semana. O petista Marcus Alexandre será o entrevistado na terça-feira, e a candidata Antônia Lúcia (PSC) fecha a série, na quarta-feira.

O programa vai ao ar a partir das 21h, na TV Gazeta, repetidora da Rede Record. São três blocos, cada um com duração de 12 minutos.

 

 

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