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Sem água e esgoto, população diz que Ruas do Povo é ilusão

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As condições precárias de saneamento básico obrigam a população a conviver com esgoto a céu aberto, sair de casa em busca de água que é imprópria para o consumo. A situação é comum em cidades do Acre, mas em Feijó, a população está revoltada. O governo iniciou, mas não terminou as obras do programa Ruas do Povo, e o resultado disso são inúmeros transtornos.

Nos bairros Geni Nunes, Esperança, Zenaide Paiva e Conquista muitas ruas agora estão intrafegáveis.  Obras inacabadas deixaram buracos, lama e entulhos amontoados. Em alguns lugares, canos da rede de água estão quebrados e há mais de um mês jorra água.

Se há desperdício de água nesses bairros, em outros a escassez obriga os moradores a improvisar reservatórios e esperar pela chuva ou torcer para encontrar uma nascente. Famílias cavam buracos no chão, e é desses buracos sem qualquer cobertura, que elas tiram água para tomar banho, beber e cozinhar. Quem tem condições para cavar um poço cobra até 30 reais por mês por cada casa abastecida.

O programa Ruas do Povo é resultado de um empréstimo, no valor de R$ 712 milhões, que o Governo do Estado fez para pavimentar todas as ruas do Acre, incluindo serviço de esgotamento sanitário.

Da redação ac24horas
Com informações de Rádio FM Feijó

 

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