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Desafio público

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O governador Tião Viana promete ocupar todos os espaços da mídia a partir de segunda-feira para fazer um desafio: que alguém mostre uma determinação sua, uma palavra, se recusando receber os donativos angariados pelo senador Sérgio Petecão (PSD). “Se não recusei os donativos do governador  Geraldo Alckmin (PSDB), do senador Aécio neves (PSDB), por qual motivo não receberia os donativos do senador Sérgio Petecão”? Foi a indagação que fez a deputados da base do governo, ontem, em Brasiléia.

Luz no debate

A sua afirmação coloca uma luz de verdade no debate, que vinha sendo altamente negativo para o governo. Até eu estava estupefato com a versão que ele proibiu a Defesa Civil de receber os donativos do senador Sérgio Petecão (PMN),  seria injustificável, porque são de boa fé e não trazem o carimbo da oposição. E tampouco o donativo teria o condão de interferir no resultado das eleições municipais. E também porque o Tião Viana tem feito um governo sem rancor. A sua afirmação serviu ainda para tirar de foco alguns auxiliares que, ainda acham que o debate é o mesmo de 10 anos atrás, do radicalismo, na base da arrogância do: “não está do meu lado é do mal”. Não cabe mais o radicalismo e ninguém numa administração, como diz o velho ditado, não pode querer “ser mais real que o rei”.

Pacote da fronteira

Os municípios de fronteira, Epitaciolândia, Brasiléia e Assis Brasil,  ganharam do governo Tião Viana um pacote de obras no valor de 45 milhões de reais para aplicação no programa “Ruas do Povo”. Serão 291 ruas a serem beneficiadas com pavimentação a tijolo, inédito na região.

É com os prefeitos

Se os prefeitos vão converter as obras em dividendos políticos na eleição, a conferir.

É o problema

O problema é que os prefeitos de Brasiléia, Leila Galvão, Eliane Gadelha, de Assis Brasil, e José Ronaldo, de Epitaciolândia, passam por um desgaste popular tremendo.

Tô fora!

“Depois de ouvir o deputado Jamil Asfury (DEM) dizer que na sua campanha será proibido falar mal do Tião Viana e do Jorge Viana, seus ídolos, eu pulei fora”. Deputada Antonia Lúcia (PSC).

Contados nos dedos

Antonia Lúcia fez ironia ao “forte apoio” no meio evangélico à candidatura do deputado Jamil Asfury (DEM) a prefeito: “contados nos dedos, se muito tiver, tem o apoio de doze pastores”.

Repentina valentia

O vereador Elias Campos (PRP) até poucos dias foi aliado do prefeito Angelim. Mas, ontem, na festa de adesão do PP ao PSDB, comparou Angelim a um ditador que não ouve a população.

Quando fala a verdade?

Elias Campos só descobriu o perfil autoritário do Angelim após de três anos de aliado? Fico na dúvida quando fala a verdade: quando elogiava o Angelim o ou agora quando o esculhamba?.

Encarregado mor

O deputado federal Márcio Bittar (PSDB) foi o encarregado, segundo fonte tucana insuspeita, de melar uma aliança do PPS, onde tem muitos amigos, e o DEM do deputado Jamil Asfury.

Má conselheira

A arrogância é uma má conselheira política. Ao menosprezar as alianças políticas, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales, pode estar dando um tiro no pé e colocar em risco a reeleição.

Erro de amador

O Wagner dizer que ganhou a primeira eleição só e pode se reeleger só é um erro político de amador. O Tião Viana não é o Binho Marques que, não estava nem aí para eleições municipais.

Boa observação

O ex-prefeito de Rodrigues Alves, Deda (PP), na sua experiência, falava ontem estar o  Wagner equivocado: “O Henrique Afonso não é o Marcelo Siqueira de quem ganharia fácil a eleição”.

Nem uma palha

O deputado federal Gladson Cameli (PP) dizia ontem que da sua parte não move mais uma palha por uma aliança com Wagner Sales: “já colocamos os nomes para vice, agora é com ele”.

Distância pequena

O candidato a prefeito de Tarauacá, Paulo Ximenes (PSDB), tem um argumento para manter a sua candidatura: as pesquisas o colocam só quatro pontos abaixo da prefeita Marilete.

Primeiro teste

O deputado federal Márcio Bittar (PSDB) terá seu grande teste em Sena para a oposição ter  candidato único a prefeito: convencer o PMDB detonar a candidatura do Mazinho (PMDB).

Nem um pouco

Depois da aliança PSDB-PP as relações PMDB-PSDB se esgarçaram ao extremo.

Ação no ter

Os deputados Astério Moreira (PRP) e Lira Morais (PRP) entram na próxima semana com ações no TRE-AC pedindo suas liberações do PRP sem prejuízo jurídico, com base em jurisprudência.

Pendurada no pincel

A candidatura do deputado federal Fernando Melo (PMDB) à PMRB ficou pendurada apenas no apoios do senador Sérgio Petecão (PSD) e do deputado federal Flaviano Melo (PMDB).

Pelo beiço

Alguns tucanos comentavam ontem que até o meio da campanha, com as pesquisas, Fernando Melo, Petecão e Flaviano Melo virão pelo beiço apoiar a candidatura de Tião Bocalon (PSDB).

Tempo da aleac

O deputado Moisés Diniz (PCdoB) vai entrar na próxima terça-feira na Aleac com um pedido de licença do cargo por um período de 30 dias para tratamento de saúde.

Sem vez

Ninguém ocupará seu mandato nesse período, só há substituição com licença de 120 dias.

Ainda a definir

Quem o substituirá interinamente na liderança ainda será definido.

Mal na fita

O ex-prefeito de Rodrigues Alves, Deda (PP), avalia que qualquer pesquisa que não apontar a administração do prefeito Burica com 80% de rejeição é comprada, não é séria.

Galinha misteriosa

Há mistério no tempero. Toda vez que dirigentes do PMDB vão a Mâncio Lima e comem uma galinha caipira na casa do prefeito Cleidson Rocha voltam falando bem da sua fraca gestão.

Todos sabem

E todos sabem que a administração do Cleidson Rocha não essa coca-cola toda.

Se acertando

A FPA deve se acertar em Plácido de Castro com a chapa Roney (PSB) a prefeito e Aldenor (PT) de vice. Mas, como o panorama muda no município de hora em hora é aguardar.

Dedo no olho

Na oposição, em Plácido, o clima continua de um metendo o dedo no olho do outro.

Saiu na frente

O PSDB foi o primeiro e fechar sua chapa para a disputa da prefeitura da Capital com Tião Bocalon (PSDB) a prefeito e Alisson Bestene (PP) de vice. Na FPA a tendência é o PCdoB indicar o ex-vereador Marcio Batista (PCdoB) de vice de Marcus Alexandre (PT). Os candidatos Fernando Melo (PMDB), Luiz Calixto (PSL) e Jamil Asfury (DEM) devem empurrar a escolha.

Por Luis Carlos Moreira Jorge

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Blog do Crica

A canoa dos barrados no baile

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SER DEPUTADO era uma forte moeda de troca quando a eleição era disputada no modelo de coligações proporcionais, em que vários partidos se coligavam para aumentar a legenda e eleger um maior número de parlamentares, alguns até com baixa votação. Neste modelo, um deputado com boa votação era moeda cobiçada para ser um puxador de votos. Com o fim das coligações proporcionais, pela primeira vez a disputa para deputado estadual vai acontecer com cada partido tendo que formar chapa própria e alcançar a legenda que garanta a eleição do candidato. Aí, é que a porca torceu o rabo. Para tentar atrair candidatos novos, os partidos pequenos resolveram dar cartão vermelho para seus deputados, e não aceitar ninguém de mandato na chapa. Ou não conseguem atrair novos nomes. Em cima deste cenário, deputados começaram e receber ordens de despejo das legendas. O REPUBLICANOS comunicou ao deputado André da Farmácia que procure outra sigla para disputar a reeleição, porque não terá legenda. O mesmo aconteceu com o deputado Vagner Felipe no PL. O PTB também comunicou ao seu único deputado, Marcos Cavalcante, que busque outra freguesia. O deputado Pedro Longo já se antecipou e está de saída do PV. O deputado Wendy Lima é outro que terá que buscar nova sigla; seu partido, o PSL, não aceita ninguém com o mandato. Vão todos ter que embarcar na canoa dos barrados no baile. Só vai restar aos despejados procurar partidos grandes, com bancadas com vários deputados para se abrigarem. E, correr o risco do chamado abraço dos afogados.

NINGUÉM VAI BAMBURRAR
NÃO ESPEREM ninguém em 2022 vir com 10 mil votos, como ocorreu quando a eleição foi disputada com coligações proporcionais. Sem o modelo no próximo ano, a tendência é aumentar o número de candidatos, pulverizando a votação. As disputas serão mais apertadas.

LIBERDADE DE VOTO
O PREFEITO de Cruzeiro do Sul, Zequinha (PP), eleito numa coligação de 11 partidos, promete não tirar secretários que venham a apoiar candidatos fora do grupo do Gladson. Tem dito que, respeitará a posição dos aliados.

COLIGAÇÃO PLURAL
NA COLIGAÇÃO que apoiou a candidatura do prefeito Zequinha estavam entre outros o PCdoB, PSD, que não marcharão com a reeleição do governador Gladson.

VAI ACABAR NA JUSTIÇA
EXPERIENTE ADVOGADO alertou ontem em conversa com o BLOG de que, o governo não pode pegar servidores do antigo Pró-Saúde e abrigar direto nos quadros da SESACRE, porque não foram concursados para este órgão. O governo, se fizer a incorporação, como promete, corre na visão deste advogado, o risco do seu ato ser derrubado com facilidade na justiça. A conferir o desfecho do caso.

FAVAS CONTADAS
VEZ POR OUTRA vejo declarações de políticos defendendo que se busque um diálogo, para a volta da coligação que elegeu o Gladson em 2018. Não tem mais retorno para dissidentes como o prefeito Mazinho Serafim, senador Sérgio Petecão (PSD), deputado Roberto Duarte (MDB), deputada federal Mara Rocha (PSDB), vice-governador MajorRocha, e outros, que procuraram novos ninhos para a disputa eleitoral do próximo ano.

PORTAS ABERTAS
O PP está de portas abertas para receber os deputados que foram despejados dos seus partidos, e pode formar uma chapa para a ALEAC composta de oito deputados.

CANDIDATURA EM ABERTO
A DEPUTADA FEDERAL Mara Rocha (PSDB) não deve anunciar este ano que disputará a reeleição. Seu grupo quer avaliar antes a possibilidade de ir para outro campo.

ORELHAS EM PÉ
POLÍTICA, SE LÊ nas entrelinhas. Grupos dentro do PP já defendem que, o partido não pode ter em 2022, uma chapa puro sangue, com o Gladson (PP) ao governo e a senadora Mailza Gomes (PP) para o Senado. Querem abrir aos aliados a vaga do Senado. É bom a senadora Mailza ficar de orelhas em pé com o movimento.

CAMINHO NATURAL
FORA os deputados estaduais (a deputada Mara Rocha está de saída para o PL), outra liderança de peso não deve continuar no PSDB, o professor Minoru Kinpara. Ele aposta na possibilidade de disputar o Senado pelo PSD.

MUITO COMPLICADO
O PRESIDENTE DO PSDB, Manoel Pedro, o Correinha, é habilidoso, esforçado, mas tem uma missão difícil: formar chapas competitivas para a ALEAC e Câmara Federal.

SERVEM COMO MURO
PARA A ALEAC, por exemplo, como convencer novos candidatos a entrar numa chapa em que tem dois deputados de votos, Cadmiel Bonfin e Luiz Gonzaga?

NÃO MUDA NADA
O SENADOR Márcio Bittar (MDB) disse ontem ao BLOG que não muda nada para a candidatura da Márcia Bittar ao Senado, se o presidente Bolsonaro se filiar ao PP.

OPINIÃO DO LEITOR
“Crica, não vejo outro foco em 2022, que não seja a candidatura ao governo do deputado Jenilson Leite (PSB), virar recheio de sanduiche; tendo de um lado a forte candidatura do Gladson; e do outro, a também forte candidatura do Petecão”. Fica feito o registro para conferir nas urnas, se dará este X Salada.

QUEM TEM MAIS FICHA
EM PRINCÍPIO, acho difícil o governador Gladson Cameli escolher um candidato este ano para apoiar ao Senado. Vai esperar para ver quem chega antes da convenção de junho de 2022, com mais fichas na mesa: poder de aglutinar partidos, apoios, e estar bem nas pesquisas.

FECHANDO PAUTAS
A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO, Socorro Neri, em pouco tempo, conseguiu atender algumas pautas do magistério reclamadas pelo SINTEAC. É o caso da liberação de recursos para a compra de notebooks pelos professores.

ESCOLHA CERTA
A SOCORRO Neri, com isso, ajuda politicamente o governador Gladson Cameli, e os professores. A sua escolha para a pasta, foi uma das mais acertadas.

PALAVRA É O SEU FORTE
A PALAVRA, a lealdade, não costumam ser o forte na classe política. Mas tem as ressalvas, uma delas é o prefeito Bocalon; quando diz que, manterá a palavra de apoiar a candidatura do Sérgio Petecão (PSD) ao governo. Nada mais justo que forme no palanque de quem esteve na linha de frente da sua campanha para a PMRB. E, o Gladson, democraticamente, tem dito que entende.

FRASE MARCANTE
“As salsichas devem ser compridas e os discursos curtos”. (Ditado alemão).

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Blog do Crica

Para quebrar paradigmas

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NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES majoritárias sempre houve uma polarização entre o PT; que esteve no poder por 20 anos, no estado, e o nome dos grupos mais conservadores. Todos os que se apresentaram como alternativa a essa espécie de bipartidarismo branco fracassaram. 

Uma nova tentativa para quebrar paradigmas pode surgir na eleição de 2022, na figura do médico e deputado Jenilson Leite (PSB), um político atuante, hábil, e que transita bem nos bastidores. Sua candidatura, se sacramentada, virá ancorada nos partidos de esquerda, embora navegue bem em outras marés da política, como o centro. 

Não é um radical de esquerda, é plural nas ideias, alguém com quem se pode sempre dialogar. Mas vai enfrentar um jogo bruto, que terá o governador Gladson Cameli, ancorado no poder, que é carismático; e o senador Sérgio Petecão (PSD), que transita bem nos grotões e é um campeão de votos. Mas, na política sempre tem a primeira vez. A candidatura de Jenilson se situa como a grande novidade para a eleição de 2022, e deve contribuir para o bom debate de ideias. Venham as urnas.

DESCONFIEM DO FOBENTO

QUANDO VOCÊ VER um político com muita fobia, eu faço isso e aquilo, pode desconfiar que é um falastrão. Lembram quando o Bolsonaro atacou o toma lá dá cá na política? Está repetindo a velha política, abrindo as portas do Palácio do Planalto para a turma do Centrão.

NUNCA BRIGUE POR POLÍTICO

O EPISÓDIO também remete à escolha do “Papa do Centrão”, senador Ciro Nogueira (PP), para chefe do gabinete civil. Ciro é o mesmo que chamou o Bolsonaro de “fascista.” Não percam tempo brigando por políticos.

O MOURÃO FOI O CARA

NESTA confusão toda de ameaça de militares de golpe se não ter o voto impresso, o vice-presidente, general Mourão, foi um foco de luz na escuridão: “Vai haver eleição com ou sem voto impresso, não somos uma República da Banana”. Também acho, o resto é bravata.

NUNCA FOI PRESTIGIADO

NINGUÉM no MDB pode atirar a primeira pedra no senador Márcio Bittar (MDB), se este deixar o partido. Mesmo sendo o único senador da sigla, tem menos prestígio na cúpula que o Pádua Bruzugu, sem mandato.

NEM PARA O CAFÉZINHO

O SENADOR Márcio Bittar (MDB) não é chamado nem para o cafezinho na cozinha do MDB, quanto mais quando se trata de tomar grandes decisões, é a verdade.

APOSTANDO ALTO

O DEPUTADO FEDERAL Alan Rick (DEM) aposta em dois pontos para ser o candidato a senador do Palácio Rio Branco: lealdade ao Gladson, e o fato de ser o melhor nas pesquisas entre os candidatos do grupo do governador.

SILÊNCIO DA CULPA

NÃO ESTÃO estranhando o silêncio do PT, contra o Fundo Eleitoral de quase 6 bi? É porque a sigla avalizou a dita aprovação, pela qual terá a maior verba de campanha.

CONFUSÃO DOS DIABOS

SE O PT não estivesse apoiando a aprovação do bilionário Fundo Eleitoral o Jorge Viana e companhia limitada, já estariam fazendo a maior confusão e apontando o dedo contra a “velha política”. Mas, como é o grande beneficiado, é na base do calado estou e calado vou ficar

POR EXCLUSÃO

POR EXCLUSÃO, é fácil de saber onde estarão o vice-governador Rocha e a irmã e deputada federal Mara Rocha (PSDB), em 2022. O PT está descartado. Assim como o palanque do Gladson. Vão caminhar com a candidatura do senador Petecão (PSD) ao governo.

CANDIDATA A ESTADUAL

A EX-DEPUTADA Leila Galvão deve disputar uma eleição para a ALEAC, mas não deverá ser pelo MDB, atual partido. A tendência natural é se candidatar pelo PSD.

A POLÍTICA É DINÂMICA

JÁ DIZIA o saudoso ex-prefeito de Plácido de Castro, Luiz Pereira, de que “a política é dinâmica”. O prefeito Mazinho Serafim foi adversário do Márcio Bittar (MDB), na sua eleição ao Senado. Mas, na eleição de 2022 estarão juntos, deverá apoiar Márcia Bittar a senadora.

TERCEIRA VIA

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) está apostando que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pode ser o nome da terceira via, disputando a presidência pelo PSD.

OS QUE NÃO PERDEM

NA ELEIÇÃO do próximo ano dois políticos não ficarão olhando para a Lua, se não tiverem sucesso eleitoral; o Márcio Bittar, (MDB) com a sua candidata ao Senado, Márcia Bittar; e o Petecão, disputando o governo: ambos ainda terão após 2022, mais quatro anos de mandato.

HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA

O presidente do PT, Cesário Braga, sempre foi um dos mais ativos membros do PT, na linha de frente das críticas aos adversários. É saber agora se a militância vai render votos, deve disputar uma vaga de deputado estadual.

QUANDO A JANELA ABRIR

SÓ NO INÍCIO DO PRÓXIMO ano, quando for aberta a janela eleitoral para a troca de partidos, se terá uma dimensão de como ficarão as composições das siglas para 2022, no estado. A tendência é a aglutinação de deputados eleitos pelos nanicos, em grandes partidos.

NÃO É BEM ASSIM

NO ACRE, os candidatos de fora são rejeitados nas urnas. Certo? Há controvérsias. Tivemos um deputado federal, Armando Leite, um estranho, que chegou aqui só para disputar a eleição como representante do empresariado do sul, que queria fazer uma grande bancada, derramou muita grana e ganhou. Poucos conhecem este fato.

PRIORIDADE MÁXIMA

A PRIORIDADE máxima no grupo do vice-governador Major Rocha é manter a deputada federal Mara Rocha (PSD) com um mandato. O restante é segundo plano.

DISCURSO AFINADO

OS SALES estão com o discurso afinado de que o grupo comandado pelo ex-prefeito Vagner Sales; que tem a deputada federal Jéssica Sales (MDB) e a deputada Antônia Sales (MDB), não tem até aqui compromisso com nenhum dos candidatos a governador. Continuam soltos.

 FRASE MARCANTE

“O dinheiro pode tudo, só não pode mudar a sorte e evitar a morte”. (Ditado português)

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O xeque-mate 

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Uma briga política é como num jogo de xadrez, se ganha ou se leva um xeque-mate. O desfecho final da briga entre o governador Gladson Cameli e o vice-governador Major Rocha, já era esperado: o vice levar um xeque-mate. 

Numa contenda entre quem, como um governador, tem a caneta e um vice que só tem o gogó, vai vencer quem tem a caneta. E assim foi: o grupo do Rocha, que tinha o comando da Secretaria de Segurança, a Secretaria de Agricultura, a Fundação Cultural e dezenas de outros cargos de confiança importantes, perdeu todos. 

Foi uma demissão em bloco. Salvou-se o presidente da Fundação Cultural, Manoel Pedro, o Correinha, que jurou fidelidade ao governador para salvar o pescoço. Tivesse o Rocha tido prudência na sua relação com o governador, evitado o confronto, com certeza teria na eleição do próximo ano o espaço para continuar sendo vice da chapa do Cameli, ou mesmo sendo o candidato a senador. 

Errou ao optar pela belicosidade sem atentar que, quem tem a caneta numa administração é quem tem força. E, ao perder esta semana até o espaço onde tinha o prédio do seu gabinete, foi para o vice Major Rocha um desfecho trágico. No jogo político, manda quem tem o poder. 

A RECÍPROCA NÃO FOI VERDADEIRA

DO GRUPO que o governador Gladson Cameli apoiou para a prefeitura da capital na última eleição, apenas a ex-prefeita Socorro Neri veio se juntar à sua reeleição. O vice da chapa, Eduardo Ribeiro, vai apoiar ao governo o senador Petecão (PSD), e o deputado Jenilson Leite (PSB) será candidato a governador. O PSB ficou com o Jenilson.

LIGAÇÕES PROFUNDAS

EM TODOS OS GOVERNOS do PT, o PSB ocupou espaços importantes. A simbiose entre PSB e PT é muito forte, não é novidade o PSB não ter embarcado na canoa do Gladson. Natural, pois o PSB não retribuir o apoio que recebeu do governador Gladson na disputa da PMRB.

VER NO QUE VAI DAR

A DEPUTADA FEDERAL Jéssica Sales (MDB) vai tocar no restante deste ano a sua pré-campanha para o Senado, com visitas periódicas aos municípios, para fazer uma avaliação sob as suas chances até a convenção em 2022.

APOSTANDO NA CHAPA

O PRINCIPAL foco do seu pai, o ex-prefeito Vagner Sales, é fazer da deputada federal Jéssica Sales (MDB), a escolhida pelo Gladson para senadora da sua chapa.

DOIS CORPOS NÃO OCUPAM O MESMO ESPAÇO

NÃO ME ARRISCO a dar palpite sobre como o governador Gladson conseguirá sair da sinuca de bico de ter cinco candidatos ao Senado do seu grupo e uma única vaga.

PODE FAZER GOL

O Dr. Jeferson o popular “Pururuca”, que vem batendo na trave, como primeiro suplente de vereador e primeiro suplente de deputado, ao disputar uma vaga de deputado numa chapa sem ninguém com mandato no PSD, pode enfim fazer gol na eleição do próximo ano.

NOTÍCIA COMEMORADA

FOI DE COMEMORAÇÃO no grupo da senadora Mailza Gomes (PP), a notícia de que o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, será o novo chefe do gabinete civil do Bolsonaro. Acha que fortaleceu a sua candidatura.

FORA OS DEBATES

PERGUNTEI ontem a um dos aliados da senadora Mailza Gomes (PP), qual a chance dela recuar para ser candidata a deputada federal, e a resposta foi curta: “é zero.”

O FLAVIANO NÃO É BURRO

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) é uma raposa da política, entende tudo desta arte, sabia que teria chance diminuta de ser o vice do Gladson, tirou o nome do debate e anunciou que disputará a reeleição.

GATO DE SETE VIDAS

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) vem ao longo das eleições diminuindo a sua votação, mas não se admirem se em 2022 ganhar, é um gato de sete vidas.

É ESTE O CAMINHO

PARECE que o prefeito Tião Bocalom caiu na real e entendeu que, a sua popularidade está intrinsecamente ligada em ter a cidade limpa e com seus serviços básicos.

A CIDADE AGRADECE

BOCALOM pôs nas ruas um batalhão de pessoal de limpeza, e promete tornar a capital a cidade mais limpa do Norte. Guardado o exagero, a cidade agradece. 

VOZ DA OPOSIÇÃO

PARA o deputado Daniel Zen (PT), o atual governo persegue o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Manuel Urbano, não avança na regularização fundiária e expedição dos títulos definitivos dos terrenos e casas do Conjunto Canizo Brasil, em Sena Madureira; e faz pouco caso com os seus pedidos de informações públicas.

ANTES TARDE DO QUE NUNCA

O SECRETÁRIO municipal de Saúde, Frank Lima, que andou tendo posições negacionistas da ciência, parece que mudou para melhor, ao reconhecer na sua entrevista ao ac24horas, que o Bolsonaro falou “muita besteira na pandemia”. Antes tarde do que nunca.

NÃO FOI NOTIFICADO

SOBRE as acusações de assédio sexual a servidoras da PMRB, Frank Lima disse que não recebeu até agora nenhuma notificação de instituições sobre o caso. Se diz perseguido pela vereadora Michele Melo (PDT).

FRASE MARCANTE

“Todo político gosta de mordomia, de mordomia só não gosta quem nunca usufruiu”. Frase do saudoso deputado Hermelindo Brasileiro (PDS).

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Um palanque bem diferente de 2018

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O PALANQUE eleitoral do próximo ano terá um retrato bem diferente do que foi visto na campanha de 2018, e que levou o Gladson Cameli ao Palácio Rio Branco. 

O governador terá que começar a montar uma estrutura com outros aliados. A conversa começa citando que o governador Gladson terá como principal adversário na sua caminhada para a reeleição, uma das figuras mais presentes e de peso fundamental na disputa passada do governo, no caso o senador Sérgio Petecão (PSD), que sairá para governador. 

O vice-governador Major Rocha e a irmã, a deputada federal Mara Rocha (PSDB), também estarão fora da sua chapa de 2018. O deputado Roberto Duarte (MDB) é outro que esteve na batalha para derrubar o PT ao lado do Gladson, e não estará mais.

 O mesmo pode se dizer do prefeito Mazinho Serafim (MDB) e da sua mulher, a deputada Meire Serafim (MDB). Poderá ter ou não ao seu lado o forte grupo do prefeito Vagner Sales, no Juruá, vai depender da escolha do candidato ao Senado. Sua filha, a deputada federal Jéssica Sales (MDB), é candidata a senadora, e quer integrar a chapa da reeleição do Gladson. 

Até aqui, Vagner tem dito não ter compromisso com ninguém para o governo em 2022. É neste quadro de ex-aliados, que o governador Gladson Cameli vai para a reeleição no próximo ano. Mais do que nunca terá que procurar refazer a sua base de apoiadores. Tem tempo para isso. 

Mas, em qualquer cenário, ele será um candidato muito forte, porque tem mais de um ano para realizar obras e uma personalidade cativante. Quem vai dizer se errou ou acertou ao não ir para 2022 com o mesmo time de 2018, se isso terá influência na sua reeleição para cima ou para baixo, é sua majestade o eleitor. Fora isso é fazer adivinhação.

CALAR OS ÁULICOS

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) tem de calar os áulicos que o rodeiam; são eles que, ora jogam para a imprensa a sua candidatura a vice do Gladson Cameli, a senador, talvez, para serem mais agradáveis ao chefe.

O BURACO É MAIS EMBAIXO

NA ELEIÇÃO de 2022, a primeira a deputado com a proibição de coligações proporcionais, não deve ter candidatos com votações estrondosas, como na eleição de 2018. Pelo fato de que, cada sigla terá de ter chapas próprias para a ALEAC e Câmara Federal, aumentando assim o número de disputantes na busca de um mandato.

OU VIRA JOGO DE CENA

O PRESIDENTE BOLSONARO, se vetar o Fundo Eleitoral de quase 6 bi, e não pressionar os deputados do “Centrão”, sua base; para não derrubarem o veto, é porque foi tudo combinado e não passará de mais um jogo de cena da patuscada.

É BOM DEIXAR CLARO

OS PETISTAS estão calados nessa questão do Fundo Eleitoral de quase 6 bi, o financiamento público de campanha sempre foi umas das bandeiras do petismo.

ADVERSÁRIO NÃO ENGORDA ADVERSÁRIO

JÁ COMENTEI, e volto a enfatizar: uma vitória do Gladson ou do Petecão em 2022 será uma vitória de Pirro; se o Lula for o presidente; porque o arrocho econômico será certo. Na política, adversário não engorda adversário.

GENEROSA CONTRIBUIÇÃO

E, CADA VEZ que o presidente Bolsonaro abre a boca e solta asneiras para agradar o seu público, perde apoio popular, o que é refletido em todas as pesquisas até aqui.

PAREM DE BOBAGEM 

E, PAREM dessa bobagem de criticar as pesquisas, não foi um instituto que apontou o aloprado Lula liderando a preferência popular, mas todos os que fizeram pesquisas.

NOVO DESAFIO

ENFIM, conseguiram convencer o ex-prefeito Angelim a disputar a eleição para deputado federal em 2022. É um bom nome, mas disputará fora do contexto do poder e, também, terá que ir buscar votos fora dos muros petistas.

A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE

O VICE-GOVERNADOR Rocha não dá por perdido o comando do PSL no estado, tem dito que, tem um trunfo a ser jogado no próximo ano, junto a direção nacional.

FUTURO INCERTO

DEPOIS DE TER perdido o comando do PL no estado para a deputada federal Mara Rocha (PSDB), a ex-deputada federal Antônia Lúcia entrou em mutismo, e ainda não falou qual será o seu caminho político na eleição de 2022.

ESQUECER A MAIONESE

O PREFEITO Bocalom anunciou a contratação de um grande contingente para trabalhar na parte de infraestrutura da cidade. É preciso. Já perdeu dois meses do verão. Tem que fazer urgente o básico, e deixar a viagem na maionese de produzir arroz, feijão, milho e etc.

PARA CIMA OU PARA BAIXO

O PREFEITO Bocalom tem de dar uma guinada, e partir para tapar buracos, asfaltar a cidade, coletar o lixo, manter as praças limpas, ficar bem com os professores, no sistema de saúde, se quiser ajudar a campanha do Petecão ao governo. Um prefeito bem avaliado puxa o candidato para cima, o mal avaliado puxa para baixo.

COLOCAÇÃO PERTINENTE

O deputado Nicolau Júnior (PP) fez uma colocação pertinente de que, a atuação do governador Gladson na pandemia ao lado da ciência, lhe deixou bem na fita popular. Rejeitou o caminho do negacionismo.

PODERIA ESTAR POR CIMA

E, O PRESIDENTE Bolsonaro, se no início da pandemia não tivesse renegado a vacina, ter dito que não tomava para não virar jacaré, que o Covid-19 era uma gripezinha, que curava com a ineficaz cloroquina, também, por certo estaria em alta. Acabou dando uma bandeira para a oposição. Boa a colocação do Nicolau sobre o contexto.

NÃO TÃO DESCONHECIDA

A MÁRCIA BITTAR não é tão desconhecida na seara política, como se possa imaginar. Embora ao longo de eleições tenha atuado nos bastidores, foi quem esteve à frente de todas as campanhas do Márcio Bittar (MDB).

FEITO POLÍTICA

PARA UM BOM observador não é despercebido que, neste terceiro ano de governo, o Gladson passou a fazer mais política, o que ele não fez, nos dois primeiros anos.

ACABOU COM A ILEGALIDADE

O DEPUTADO Roberto Duarte (MDB) acabou com a mamata ilegal do Detran de apreender carros com o IPVA atrasado. O seu projeto, aprovado e sancionado, acabou com a ilegalidade, quem aprende bens é a justiça.

AVALIAÇÃO EM 2022

QUALQUER pesquisa hoje sobre candidaturas a senador e a governador, é prematura; só deve ter balizamento para medir a potencialidade dos candidatos, no próximo ano.

ANO DE CONVERSAS

O RESTANTE de 2021 será de conversas, ajustamento de alianças, montagem de chapas proporcionais, já para o campo majoritário, o boi só vai dançar mesmo em 2022.

FRASE MARCANTE

“Visite constantemente os seus amigos para que o mato e  os espinhos não fechem o caminho”. Ditado do Burundi.

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