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Mais de 8 mil medicamentos não terão aumento em 2012

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Jairo Carioca,
Com informações do Ministério da Saúde

O aumento de 6% nos medicamentos anunciado pelo governo pode pegar muita gente de surpresa. O reajuste varia entre 3,54% a 6,01%. Será o maior desde 2006. Os valores foram calculados a partir de resolução publicada ontem pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), no Diário Oficial, com normas para o aumento.

Cerca de 20.000 drogas terão seu valor afetado. Como a maioria desses medicamentos é de uso contínuo ou é utilizada em tratamentos prolongados de doenças graves, os preços são definidos pelo governo. O cálculo de reajuste de remédios leva em conta o IPCA acumulado entre março de 2010 e fevereiro de 2011.

O Ministério da Saúde fez publicar em sua página na internet, a lista de 8. 840 medicamentos que não sofrerão o acréscimo inflacionário. Eles estão distribuídos em três categorias que inclui produtos como a ritalina (tratamento do déficit de atenção), stelara (psiríase) e o antirretroviral Kaleta. Esta categoria teve, pela primeira vez desde 2003, reajuste negativo de 0,25%, autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão governamental composto por representantes de vários ministérios, que é responsável pela definição de preço de medicamentos no país.

A categoria de medicamentos que tem maior participação dos genéricos (na qual os genéricos têm faturamento igual ou superior a 20%), chamados de medicamentos do Nível I, sofrerão este ano reajuste de 5,85%. Os medicamentos que têm participação média de genéricos (entre 15% e 20% do faturamento) poderão ter reajuste de até 2,80%. E a categoria de medicamentos que têm menor participação dos genéricos (inferior a 15%) terá reajuste de – 0,25%.

  • Reajuste dos medicamentos nas três categorias

Categoria de medicamentos

Reajuste

Nível 1(12.499 medicamentos)

Exemplos: omeprazol (gastrite e úlcera); amoxilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias)

+ 5,85%

Nível 2(1.283 medicamentos)

Exemplos: lidocaína (anestésico local); risperidona (antipsicótico)

+2,80%

Nível 3(8.840 medicamentos)

Exemplos: ritalina (tratamento do déficit de atenção), stelara (psiríase) e o antirretroviral Kaleta

-0,25%

Acre

Acre contribuiu com 7,32% do desmatamento da Amazônia

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), concluiu nesta quarta-feira (30) a estimativa da taxa de desmatamento na Amazônia. O valor estimado do desmatamento no período de 01 agosto de 2021 a 31 julho de 2022 foi de 11.568 km2. Esse valor representa uma redução de 11,27 % em relação à taxa de desmatamento consolidada pelo o Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) em 2021.

O Acre desmatou, segundo o Prodes, 847 km2, contribuindo com 7,32% do total desflorestado na Amazônia no período. Comparando com 2021, há uma redução de 4,72%, taxa que é a menor entre os Estados que reduziram o desmate.

O mapeamento do Prodes é feito com base em imagens dos satélites Landsat‐8 e Landsat‐9 (sensor OLI), ou, no caso de indisponibilidade de imagem OLI com baixa cobertura de nuvem, Sentinel‐2 (sensor MSI). São registradas e quantificadas as áreas desmatadas maiores que 6,25 hectares. O Prodes considera como desmatamento a remoção completa da cobertura florestal primária por corte raso ou o estágio final de uma degradação progressiva da floresta em que há a perda completa do dossel, independentemente da futura utilização destas áreas. A estimativa da taxa 2022 foi calculada a partir da análise de 108 cenas prioritárias de todos os Estados da Amazônia.

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Acre

Motorista se distrai e colide veículo em poste na entrada de motel

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No início da tarde desta quarta-feira, 30, uma imagem viralizou nas redes sociais. Um condutor de um Polo branco, colidiu com um poste na entrada do motel Via Motel, na Via Verde, em Rio Branco.

Segundo divulgado, o motorista teria, não se sabe ao certo, se distraído na rodovia próximo ao estabelecimento – usado para momentos amorosos.

Até o momento não se teve registro de ferimentos aos ocupantes do carro, apenas danos na parte dianteira do veículo.

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Acre

Boletim da Sesacre traz mais 245 novos casos de coronavírus

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informou que foram registrados mais 245 novos casos de coronavírus nesta quarta-feira, 30 de novembro. O número de infectados notificados é de 153.975 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 360.777 notificações de contaminação pela doença, sendo que 206.785 casos foram descartados e 17 exames de RT-PCR aguardam análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen).

Pelo menos 150.293 pessoas já receberam alta médica da doença, e não há registro de pessoas internadas até o fechamento deste boletim.

Nenhum óbito foi notificado nesta quarta-feira, 30, fazendo com que o número oficial de mortes por covid-19 permaneça em 2.029 em todo o estado.

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Acre

Instituto irá plantar 1 milhão de árvores no AC e oeste da Amazônia

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A Amazônia perdeu 10.781 km² de floresta em 2022, registrando a maior taxa dos últimos 15 anos, de acordo com dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia. O avanço sobre a floresta afeta sua capacidade de absorver carbono, além de tornar improdutivas terras que fornecem alimentos e renda para comunidades tradicionais e povos indígenas.

Em meio a esse cenário de devastação, a The Caring Family Foundation (TCFF) se une à SOS Amazônia para plantar 1 milhão de árvores até março de 2024, o que equivale a recuperar 600 campos de futebol de áreas degradadas no estado do Acre e no extremo oeste da Amazônia brasileira.

Para garantir o cumprimento dos objetivos e facilitar a logística em locais de difícil acesso, será construído 12 viveiros comunitários nas regiões do Vale do Juruá e do Vale do Rio Acre.

Além disso, será oferecido assistência técnica às famílias durante um período de três anos, a fim de garantir a adoção de boas práticas de produção, controle de pragas e doenças e a manutenção dos cultivos. Também serão entregues kits de ferramentas e insumos.

“Nosso objetivo é empoderar as famílias para que elas possam ter condições de ampliar suas áreas de restauração e consigam diversificar a produção com espécies de interesse ecológico e econômico, possibilitando a comercialização do excedente em feiras locais”, afirma Adair Duarte, coordenador do Programa de Restauração Florestal da SOS Amazônia.

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