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Membros do Grupo de Atuação do MP/AC se reúnem com segurança pública para evitar violência e furto nos abrigos

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Os membros do Ministério Público do Estado do Acre (MP/AC) que compõem o Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e resposta a situação de emergência ou estado de calamidade devido a ocorrência de desastres (GPRD) com atuação direta ligada aos desabrigados da cheia do rio Acre, se reuniram com representantes dos diversos setores que compõe a segurança publica do estado, a delegada Wânia Lillian Dene representando a policia civil, a tenente Ellen representando a Policia Militar.


Eles ouviram da administração do parque de exposições uma serie de reclamações e denúncias com relação ao aumento dos boletins de ocorrência ligados a furtos de celulares, botijas de gás, colchões e violência domestica. Dentre os moradores do local existem ex-detentos, pessoas em liberdade condicional, semiaberto em medidas de proteção sócio-educativas e conflito com a lei o que coloca uma concentração de pessoas em um mesmo local, o que estaria gerando algumas situações de conflito.

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Algumas sugestões foram discutidas para tentar coibir esses tipos de delitos, uma delas seria o aumento nas rondas noturnas, pois é a partir das 22h que boa parte dos delitos são cometidos. Todas as possibilidades serão estudadas pelo judiciário e pelos membros do Grupo de atuação. Os boxes são considerados o lar dos desabrigados e inviolável por quem quer que seja, salvo em flagrante delito. Em duas reuniões marcadas para hoje, 29, entre representantes do Judiciário, membros do MP/AC e Policia civil, será definida a situação jurídica das pessoas acolhidas, e se o estado de calamidade decretado pela Prefeitura de Rio Branco pode dar mais poderes as instituições de segurança publica, do Poder Judiciário e do Ministério Público.


O procurador de Justiça Osvaldo D’Albuquerque coordenador do GPRD disse que é necessário que haja uma união entre as instituições defensoras da lei para que se possa garantir as pessoas situadas no parque de exposição e em outros abrigos todos os seus direitos básico e dentre eles esta a segurança pública. 


Por Jorge Braun


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