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Rocha atribui víeis político a acusação contra ele feita pelo Ministério Público

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O deputado Major Rocha respondeu ao processo movido contra ele por improbidade administrativa pelo Ministério Público Estadual pelo suposto aluguel de uma caminhonete para a Câmara Municipal de Rio Branco. A matéria foi publicada no jornal Página 20, pelo jornalista Archibaldo Antunes, ancora do programa Tribuna Livre, da TV Rio Branco. Em sua defesa, Rocha apresentou cópias de seu sigilo bancário e afirma que não recebeu um centavo dos recursos apontados na denúncia.


– Se alguém alugou essa caminhonete que responda pelo ato. Eu não tive conhecimento do aluguel, o veículo sempre esteve à disposição da Associação dos Militares do Acre [AME] – acrescentou.


O tucano atribui víeis político à acusação. Para ele, os processos movidos contra a sua pessoa ocorrem em função de sua atuação contra o governo do Estado. Ele disse que a ordem para denunciá-lo partiu do gabinete do governador.

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– Estamos combatendo um grupo muito bem organizado, especialista em poder de influência, na troca de favores, no nepotismo cruzado.  É muito difícil fazer oposição em qualquer lugar no Brasil e no Acre com o poder de cooptação em curso, é quase que impossível – comentou o deputado.


O parlamentar foi duro nas criticas aos promotores que lhe denunciaram. Com relação à Waldirene Cordeiro ele disse que “a promotora que assume o oficio de fiscalizar o Estado é esposa do Secretário de Fazenda do governador. Isso é o que podemos chamar de um lugar ao sol”, afirmou.


Disse ainda que não é a primeira vez que o promotor Danilo Lovisaro o ameaça. No Movimento dos Militares “ele disse que eu iria ser preso e perderia a farda”, acrescentou.  O deputado lembrou o escândalo que envolveu o pai do promotor, o juiz Nestor Nascimento.


– O promotor pensa que todo mundo é igual ao seu pai, Nestor Nascimento que era juiz da 3ª Vara Cível no Rio de Janeiro. Com a participação de diversos advogados como Jorgina de Freitas, procuradores de autarquia e autoridades, desviou vultosa quantia do erário, dos quais, 4 milhões de dólares foram localizados em banco da Suíça. Depois de ele ser condenado a 15 anos de reclusão em regime fechado, em 1994, foi condenado a mais 4 anos pelo crime de facilitação a terceiro na posse de cocaína – lembrou.


Muito tranquilo, o líder da oposição disse que acredita no Poder Judiciário do Acre. Ele colocou seu sigilo bancário à disposição da sociedade e garantiu que não vai se intimidar com as investidas do governo.


(Da assessoria)


 


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