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Acordo de são Francisco

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Os dirigentes do PMDB tiraram uma pedra interna no caminho da candidatura de Fernando Melo (PMDB) a prefeito da Capital. Fizeram um acordo pelo qual o pré-candidato Rodrigo Pinto (PMDB) retiraria sua candidatura e em troca o partido descarregaria em sua reeleição.

Acordo vantajoso
Para Rodrigo Pinto foi um acordo vantajoso: não tinha chance de ser indicado candidato a prefeito pelo PMDB e reforçou a sua chance de reeleição sendo candidato da cúpula.

Língua queimada
Queimei a língua com o Áden Araújo e o Bruno Cota Paiva. O RIO BRANCO contratou de novo Testinha-ZéMarco-Ismael, o trio que há quatro temporadas afunda o time na “Série C”.

Volta, Natal Xavier!
Se era para manter o time perdedor, deixasse o Natal Xavier. Gritemos, pois, volta, Natal!.

Bom dia, prefeito!
Bom dia, prefeito Juracy Nogueira, a “Praça do Tropical” continua na escuridão.

Evitar desgaste
A proposta de “prévias” no PMDB é um isca para o dissidente João Correia (PMDB) aceitar, ser derrotado, e assim evitar que transforme a convenção municipal num libelo contra a cúpula.

Muito tranqüilo
O deputado Astério Moreira (PRP) se diz tranqüilo quanto á investigação do MPE: faz o seu programa na TV-RIOBRANCO sem qualquer contrato financeiro com a emissora.

Esperando definição

O PMDB não vai se mexer em busca de um vice para Fernando Melo (PMDB) enquanto o PP não se pronunciar oficialmente sobre a proposta de uma aliança, ainda sonha com a hipótese.

Embargo de gaveta
A ação que pede a perda de mandato do prefeito do Bujari, Padeiro (PSB), sob o argumento da “infidelidade partidária”, movida pelo PMDB, continua sem ser julgado no TRE-AC.

Bancando a parada
A deputada federal Antonia Lucia (PSC) é quem banca os advogados de Denilson Segóvia (PSC).

Pouco caso
O prefeito de Epitaciolândia, José Ronaldo (PSB), refere-se ao adversário André Hassem (PSDB)-sobrinho da sua mulher-, em tom jocoso, como “eterno candidato a prefeito”.

Durma com esse barulho
São candidatos a prefeito de Epitaciolândia, André Hassem (PSDB), Toinha Hassem (PP) e Caleb Hassem (PRP), os dois últimos sem qualquer chance de ganhar, farão apenas pose para fotos.

Fim do mundo
O dia que a família Hassem apoiar um mesmo candidato, fiquem certos:  é o fim do mundo.

Muito improvável
“Não será detonando o comando do PT que o deputado federal Henrique Afonso (PV) sairá candidato da FPA a prefeito de Cruzeiro do Sul”, comentário ouvido de importante petista.

Tapas e beijos
Henrique vive com o PT um filme de amor e ódio. Saiu do partido para não se expulso. Criticou o PT por não ser democrático no tocante à PMRB, depois elogiou, e volta criticar o PT no Juruá.

Chapa de consenso
Chagas Batista (PCdoB) para prefeito e Rodrigo Damasceno (PT) de vice, é a mais provável chapa que se configura em Tarauacá pela FPA para a disputa da prefeitura.

Chances maiores
Na própria FPA, o que se ouve é que a chapa com Rodrigo Damasceno (PCdoB) para prefeito teria muito mais chance, pelo desgaste de várias derrotas de Chagas Batista (PCdoB).

Delírio de malária
Leio que o deputado Werles Rocha (PSDB) trabalha com a hipótese do PSDB fazer entre cinco e seis vereadores na Capital. Tivesse com malária, eu diria que ele fez a declaração num delírio de febre.

Ação de graça
O partido que fizer dois vereadores solte fogos. Se fizer três vereadores (extremamente difícil), então mande rezar uma missa em ação de graça pelo milagre.

Cidade do abandono
Basta uma volta pelas ruas próximas do centro de Sena para medir o grau de abandono em que se encontra a cidade, o que deixará a oposição com uma bela bandeira na campanha.

Novela sem fim
A construção da nova sede da Câmara Municipal de Rio Branco virou uma novela sem fim. A atual legislatura caminha para o fim e os vereadores continuam errantes como ciganos.

Melhor nome
O ex-prefeito Luiz Pereira (PSDB) é disparado o melhor nome da oposição para disputar a prefeitura de Plácido de Castro. O problema em Plácido é que todo mundo arvora ser candidato, a maioria só tendo o voto da família. E nesse diapasão, o prefeito Paulinho acaba fazendo o seu sucessor. Quem tem a prefeitura em mãos no interior já leva vantagem.

Por Luis Carlos Moreira Jorge

Blog do Crica

Flaviano se despede da política e defende que Jarude seja o presidente do MDB 

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FLAVIANO MELO FOI TUDO o que um político almeja na carreira. Foi prefeito de Rio Branco, governador, senador, e encerra seu ciclo na política como deputado federal. Já tinha antecipado que ganhando ou perdendo, esta seria a última campanha que disputaria. Perdeu, mas fleumático, reconhece ser esta a hora de mudanças. 

Citou ontem na conversa com o BLOG que, o vereador Emerson Jarude (MDB), eleito deputado com uma expressiva votação, saiu da campanha como a grande revelação da nova geração de políticos. “O Jarude é novo, tem vontade, qualidade, e pode ser o próximo presidente do MDB, se o partido assim entender. Eu vou apenas cumprir o meu mandato na presidência e entregar o bastão,” disse Flaviano. 

Sobre a vitória do governador Gladson Cameli, comentou que ele não deve a eleição a nenhum político, e está livre de pressões para compor um novo governo. E, se depender da sua opinião, o MDB não integrará a base do governo e cumprirá o seu papel de oposição. “Mesmo porque o Gladson nem vai precisar de novos aliados”, destacou o velho lobo Flaviano Melo (MDB) na sua despedida da política. 

Pode-se gostar ou não dele, mas foi um vencedor, ocupou todos os cargos relevantes da política no estado. Não se reeleger não lhe tira o mérito. Todos têm seus tempos na vida política. 

CESSEM AS HIPOCRISIAS

O QUE TEM SE VISTO depois da espetacular vitória do  Gladson Cameli para mais um mandato, é deputado, prefeito, se dizendo responsável por sua vitória nas suas bases. É a mais pura hipocrisia. O Gladson não precisou de nenhum deles para vencer. E, venceria mesmo se esta turma estivesse em outro palanque na eleição.

FEZ TUDO PARA PERDER

O QUE impressiona na vitória do Gladson é que, ele fez tudo o que se tem que fazer para perder a eleição. Como por exemplo, brigar com todas as lideranças de peso, que estiveram no seu palanque em 2018. E, venceu. Repete-se o bordão: político não é dono de votos.

O RESTO É CONVERSA

O QUE PESA na escolha de um candidato a presidente da Assembleia Legislativa, pelo menos no estado, não é ter a maior ou menor bancada na casa, mas o apoio de quem se encontra no governo. O resto é conversa fora.

ELEIÇÃO DA POUCA VERGONHA

“NUNCA se comprou tanto voto de forma descarada como nesta eleição”. A afirmação foi feita ontem ao BLOG pelo ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (MDB). “Não se faz mais política séria”, disparou. Citou o caso de Mâncio Lima, onde a deputada federal Jéssica Sales (MDB), sua filha, destinou 18 milhões de reais de emendas parlamentares para obras pela prefeitura, e teve mil votos. “E, tem político que se soltarem num bairro de Mâncio Lima, não sabe voltar para o centro, e teve mais votos no município do que ela para federal. O mesmo aconteceu para deputado estadual”, enfatizou Vagner.

“SEREI VOTO VENCIDO”

A DEPUTADA federal Jéssica Sales (MDB) beirou os 21 mil votos. Não se elegeu por o MDB não ter feito o coeficiente eleitoral. Ficou como um nome forte para disputar a prefeitura de Cruzeiro do Sul daqui dois anos. Mas, se depender da opinião do pai Vagner Sales, ela vai exercer a medicina, já tendo vários convites para entrar em quadros médicos de hospitais. “Ela quer disputar a prefeitura, não quer sair da política, mas se depender de mim, ela vai trabalhar como médica, serei voto vencido quanto a ser candidata”, comentou Vagner.

SEM GRANDES VOTAÇÕES

O GRANDE número de candidatos a deputado federal nesta eleição pulverizou os votos. A legislação obrigava os partidos a terem chapa própria A mais votada na eleição de 2018 foi a Mara Rocha com 40 mil votos. A mais votada agora foi a Socorro Neri, com pouco mais de 25 mil votos.

CEDO PARA DEFINIÇÃO

O SECRETÁRIO-GERAL do MDB, Aldemir Lopes, disse ontem que reconhece ser o deputado eleito Emerson Jarude um bom nome para a presidência do MDB, mas que é cedo para definições; e crê que poderá haver mais de uma chapa disputando a presidência do partido. Não me disse, mas ele pode ser um nome para disputa. 

BANCADA LIBERADA

SOBRE ser base do governo na ALEAC, Aldemir Lopes disse ser norma no MDB liberar seus deputados, como aconteceu com o Roberto Duarte nesta legislatura.

OPOSIÇÃO MAJORITÁRIA

DOS TRÊS deputados eleitos pelo MDB, apenas um é declaradamente governista e deverá compor a base do Gladson Cameli, o ex-prefeito Tanízio de Sá. Antônia Sales e Emerson Jarude têm perfil de oposição.

VOTEI NA SIMONE

MEU VOTO para presidente foi na Simone Tebet (MDB). Não me sinto então responsável por o Brasil não ter na disputa do segundo turno um nome de centro, equilibrado, com perfil de estadista, como a Simone; e ter de escolher entre o Lula e o Bolsonaro.

PENSAR E REPENSAR

O COMANDO DO PT tem que pensar e repensar o papel do partido para as próximas disputas majoritárias. Vem de derrotas acachapantes. Perdeu tudo em 2018, na disputa da PMRB; e agora não elegeu um deputado para fazer um chá. O JV foi o mais votado da oposição, mas perdeu feio a disputa do governo. E, na política, o que vale é ter mandato. A hora no PT deve ser de meditação.

ERROU NA ESCOLHA

O professor Minoru Kinpara perdeu a eleição, no momento em que, ele escolheu o PSDB para disputar o mandato de deputado federal, apostando que teria 30 mil votos e compensaria a fraca chapa. Errou na escolha.

TUDO SERÁ DIFERENTE

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) vai dar destinação diferente para as suas emendas parlamentares; muitos prefeitos beneficiados na distribuição anterior, vão ficar de fora. Cada senador prioriza como quer suas emendas.

VOTOS CASADOS

PELA votação que se viu, os votos da deputada federal Vanda Milani (PROS) para o Senado, foram casados na capital, com o candidato ao governo Sérgio Petecão (PSD). Foi de uma lealdade extrema á aliança montada.

COISAS QUE NÃO SE EXPLICAM

HÁ COISAS na política que não se explicam. O deputado Nicolau Junior (PP) foi o artífice na montagem de uma aliança de 11 partidos para eleger o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha (PP). Não fosse o Nicolau, nem escolhido candidato teria sido. E, Nicolau não teve a recíproca nesta eleição; quando perdeu em CZS para o candidato Clodoaldo Rodrigues, apoiado pela prefeitura. Com isso, o Nicolau não será obrigado a manter a aliança. Na política, ou tem mão dupla ou não tem nada.

LIVRE PARA MUDAR

ALIADOS do deputado Nicolau Junior (PP) comentaram ontem com o BLOG que, agora ele ficará livre para daqui dois anos apoiar um outro nome a prefeito de CZS. “Não poderemos ser leais, com quem não foi leal com a gente”, ponderou um dos aliados do Nicolau. 

FRASE MARCANTE

“Não existe soldado fraco quando o general é forte”. (Ditado coreano).

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Blog do Crica

Alan Rick deverá ser o novo presidente do União Brasil no Acre

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A BRIGA que permeou toda a eleição entre o senador Márcio Bittar (União Brasil) e o então candidato ao Senado, Alan Rick (União Brasil), começa a ter desdobramento com a conquista por Alan da única cadeira de senador. Depois da sua vitória, ele já vinha condicionando a sua permanência na sigla à saída do atual presidente da União, senador Márcio Bittar. 

Com a garantia agora da direção nacional de que será o novo presidente do partido, Alan resolveu ficar. “A minha condição foi a de que só permaneceria no União Brasil se o Márcio Bittar deixasse a presidência e o partido, e tenho a garantia de que isso já está decidido pela Executiva Nacional. Não quero conversar com o Bittar, onde ele estiver eu não estarei”, resumiu convicto o novo senador. Não ficou definida qual será a data da troca, mas o BLOG foi informado que o senador Márcio Bittar (União Brasil) já está ciente da mudança. 

SE QUISER QUE ME LIGUE

DURANTE A CONVERSA ontem com o BLOG, o senador eleito Alan Rick (União Brasil) disse que já recebeu  ligação de todo o alto escalão da República, menos do governador Gladson Cameli. E, avisou: “Se ele quiser falar que me ligue, porque eu não vou ligar para ele”.

NÃO ENTRA NA SALA

NO DECORRER do papo Alan Rick (União Brasil) voltou a defender que o governador Gladson troque toda a sua assessoria política, que só prejuízos trouxe com perseguição à sua campanha. “Numa sala em que estiver o chefe de gabinete do governo, Jonathan Donadoni, por exemplo, eu não entro”, enfatizou Alan, lhe debitando o comando da campanha de perseguição que sofreu da máquina estatal na eleição. Em breve, cenas do próximo capítulo.

ANTÔNIA LÚCIA DE OLHO NO REPUBLICANOS

O BLOG TEM INFORMAÇÃO segura de que a deputada federal eleita Antônia Lúcia (REPUBLICANOS) se articula forte junto à direção nacional do partido, para assumir a presidência no estado. Lhe ajuda na missão o bem articulado político junto à esfera da sigla em Brasília, seu marido e deputado federal Silas Câmara.

BONS NA ORAÇÃO, FRACOS NA POLÍTICA

OS PASTORES evangélicos, pelo menos no Acre, podem ser bons na oração, mas são fracos na política, onde não mostraram prestígio. O Pastor Pedro Abreu, que comanda boa parte das igrejas da denominação Assembleia de Deus, não elegeu seu candidato a deputado estadual, Jairo Carvalho; o Pastor Luiz Gonzaga, que tem o domínio de um outro grupo da Assembleia de Deus, não elegeu a nora Yael Saraiva deputada estadual; e o Pastor principal da Assembleia de Deus Madureira, deputado Vagner Felipe, não se reelegeu. Nestes casos, as ovelhas se desgarraram.

FORA DO CONTEXTO

O SENADOR eleito ALAN RICK não pode entrar com a sua eleição como resultado do apoio evangélico, por ter disputado uma eleição majoritária.

CONTABILIDADE DA FERNANDA

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, mandou postagem para registrar que seu grupo foi vencedor no Alto Acre, elegendo o irmão Tadeu Hassem a estadual, com 4 mil votos da sua votação vindo daquela região; mesmo com o PT com candidato próprio e o governo abraçando as candidaturas dos deputados Nicolau Junior (PP) e Maria Antônia (PP). Tadeu ainda teve 600 votos entre Brasiléia e Manuel Urbano e 1400 na parceria com o candidato derrotado e seu esposo, Israel Milani, que disputou uma vaga de deputado federal. Citou que fez ainda o marido Israel o mais votado de Brasiléia, e que, se ele não se elegeu foi por falha da estratégia na capital.

ALIANÇA CONFIRMADA

O PREFEITO de Rio Branco, Tião Bocalom, disse ontem que o anúncio de uma aliança política com o senador Márcio Bittar (União Brasil), anunciada por este, é a reafirmação de uma velha parceria e é bem recebida.

ALIANÇA PARA A PMRB

O PROJETO da parceria com Bocalom divulgada pelo senador Márcio Bittar (União Brasil), passa pelo envio de recursos de suas emendas parlamentares para a PMRB; e apoio à sua reeleição para prefeitura da capital.

O ADEUS DO VELHO LOBO

A DERROTA do deputado federal Flaviano Melo (MDB), com uma fraca votação, foi um sinal que seu tempo acabou na política, depois de ser prefeito de Rio Branco, governador, senador e deputado federal. O velho lobo sairá da política como um exemplo para as novas gerações. A hora agora é do MDB se renovar, urgente!

UM DOS GRANDES DERROTADOS

O MDB, também foi um dos grandes derrotados desta eleição, ao perder os dois deputados federais que tinha. Fazer três deputados estaduais, para direção nacional não significa nada no jogo político. O que dá mais tempo de televisão e mais dinheiro do Fundo Eleitoral é ter deputados federais. O resto é mera figuração.

VIRA UMA BAGUNÇA

COM MAIORIA dos deputados federais e estaduais do seu grupo político, o governador Gladson tem tudo para fazer um governo menos atrapalhado do que foi o atual. O primeiro ponto para começar bem a sua nova gestão, é não dar secretarias de porteira fechada, como fez ao longo deste mandato, o que só lhe prejudicou. Ou toma essa providência ou tudo vira uma grande bagunça.

DONA LINDA, É DO BABADO!

Dona Linda Cameli, é mesmo do babado político. Ao longo da eleição foi para cima dos adversários do filho Gladson Cameli, e foi uma das personagens ativas da campanha que se encerrou para a disputa do governo.

DOIS ANOS PARA SEDIMENTAR

O PREFEITO Bocalom, que melhorou muito a gestão, terá os próximos dois anos para se firmar e chegar na eleição de 2024, com cacife alto para buscar a reeleição.

PERDA DE QUALIDADE

A DERROTA do deputado Daniel Zen (PT) não só foi um insucesso do seu partido, que ficará sem um parlamentar na ALEACRE; mas será também a perda de alguém qualificado, para os debates que virão na casa.

EXEMPLO DE CIDADANIA

O SENADOR Petecão (PSD) deu um exemplo de cidadania depois da derrota para o governo, ao falar que não culpa ninguém, e que respeita o eleitor que não votou nele. Sem rancor, terá mais 4 anos de mandato.

UM NOME PARA PREFEITURA

COM quase 21 mil votos – não e reelegeu por o MDB não atingir o coeficiente eleitoral- a deputada federal Jéssica Sales (MDB) se credencia para disputar a prefeitura de Cruzeiro do Sul daqui dois anos.

FRASE MARCANTE

“Fortuna perdida? Pouco se perdeu! Coragem perdida? Muito se perdeu! Honra perdida? Tudo se perdeu! Ditado irlandês.

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Blog do Crica

Eleição se ganha com um bom candidato e com alianças firmadas nos bastidores

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O PP TINHA UM NOME com o requisito principal para ser o candidato ideal ao governo do estado, o da simpatia do eleitorado: Gladson Cameli. Mas, uma campanha precisa de complementação, que são as alianças políticas, e isso só acontece nos cantos dos bastidores. E, neste ponto o governador Gladson teve um componente importante, a coordenação das alianças partidárias e com os candidatos a deputado, nas mãos de alguém muito discreto, do diálogo e competente, o ex-chefe do gabinete civil, Rômulo Grandidier. 

Amarrou alianças políticas de Marechal Thaumaturgo até Assis Brasil, sem aparecer na mídia. Juntou-se um bom candidato a governador com uma boa coordenação de campanha nos bastidores e se teve a mistura ideal, que acabou na vitória esmagadora do Gladson Cameli para mais um mandato, esmagando por completo a oposição.

LIÇÃO QUE FICOU

ATAQUES PESSOAIS deixaram de ter importância em uma campanha política, foi o que provou o candidato ao governo Gladson Cameli, que foi alvo fixo de ataques.

PEDRA CANTADA

ANTES DA ELEIÇÃO, o deputado Manoel Moraes (PP) previu numa conversa com o BLOG, que o candidato Antônio Pedro (União Brasil) estava com uma candidatura fragilizada. E, isso se confirmou nas urnas, Antônio Pedro, aparente favorito, não se reelegeu.

TRAÍDA ATÉ A MEDULA

A DEPUTADA FEDERAL Vanda Milani (PROS) derramou emendas nas prefeituras, e esperava uma recíproca com o apoio à sua candidatura ao Senado. Alguns nem pediram votos para ela, outros fizeram corpo mole e lhe deram uma votação pífia. Ela foi traída até a medula.

EXATAMENTE O QUE COLOQUEI

PUBLIQUEI no BLOG que, ninguém se admirasse se o prefeito de Sena Madureira, Mazinho, elegesse a mulher Meire Serafim (União Brasil) deputada federal e seu vice-prefeito Gilberto Lira a estadual. Elegeu ambos. E tudo graças a ser um craque em fazer campanhas.

NÃO FICA NO UNIÃO BRASIL

NÃO CHAMEM o senador eleito Alan Rick (União Brasil) e o senador Márcio Bittar (União Brasil), para o mesmo tacacá. Alan debita todas as atribulações de sua campanha ao Bittar. Por isso, deixará o União Brasil.

NÃO FALOU NADA

ATÉ agora o deputado José Bestene (PP) não falou nada sobre a sua surpreendente derrota para a ALEAC. Não se sabe com exatidão, que motivos o levaram a perder.

PEQUENA CORREÇÃO

UMA PEQUENA correção de data: o Denis do Data-Control, já em setembro dava como certa a vitória do Gladson no primeiro turno, com a atual votação.

VOTAÇÃO ESTUPENDA

POR MAIS de uma vez destaquei neste espaço que o deputado Nicolau Junior (PP), caminhava para ser o mais votado da eleição. Só não esperava que acabasse como tendo a maior votação até hoje para a ALEAC.

BARBA E CABELO

QUEM TAMBÉM saiu forte da eleição foram os irmãos Diniz. Gérlen Diniz (PP) elegeu-se deputado federal; e o irmão Gene Diniz (REPUBLICANOS), deputado estadual.

VIROU UM ANÃO

A BANCADA governista terá uma maioria esmagadora na ALEAC, no próximo governo do Gladson. Já a oposição para valer, contará com o deputado eleito Emerson Jarude (MDB) e com o deputado reeleito Edvaldo Magalhães (PCdoB). A oposição virou um anão.

SEM UM NOME DE DENSIDADE

O PT vai chegar na próxima eleição para prefeito da capital daqui dois anos sem um nome que entre na disputa, com cacife para ganhar a PMRB. Improvável que o ex-prefeito Marcus Alexandre entre na fogueira.

NÃO TEVE VÍTIMA

NA ÚLTIMA disputa da PMRB, o PSB do deputado Jenilson Leite, chutou o PT e foi juntar-se com o Gladson, apoiando a Socorro Neri a prefeita. O PT alega agora que apenas foi dado o troco ao PSB, para a eleição de senador, que o Jenilson disputou. Chumbo trocado não dói.

VOTOS PELO TRABALHO

MAS, deixando de lado a briga PSB-PT, o deputado Jenilson Leite (PSB) foi um gigante. Sem máquina estatal ou municipal, com um partido fraco, saiu de 8 mil votos a deputado estadual, para 65 mil votos ao Senado. E, só em Rio Branco, ele cravou 35 mil votos. Um nome que fica para futuras disputas majoritárias.

MEROS TARIFEIROS

O SENADOR eleito Alan Rick (União Brasil) disparou críticas aos assessores políticos do governador, na sua entrevista ao ac24horas. Um equívoco do Alan. Assessor é um mero tarafeiro das ordens vindas do governador. 

NEM LULA E NEM BOLSONARO

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) disse ontem ao BLOG que vai apenas votar no segundo turno para presidente, e não pedirá votos nem para Lula e nem para Bolsonaro. Petecão ainda tem quatro anos no Senado.

UMA FRASE

PETECÃO, sobre a sua derrota: “Não culpo ninguém, perdi a eleição porque não tive votos”.

ESPAÇO GARANTIDO

O CANDIDATO derrotado para o Senado, Ney Amorim (PODEMOS), terá espaço nobre garantido no futuro secretariado do governador Gladson Cameli. O anúncio foi do próprio governador, na sua última entrevista.

COMO É QUE PODIA?

O PT não tem muito o que reclamar da falta de apoios à candidatura do Jorge Viana (PT) ao governo. O PT não conseguiu convencer nem seus prefeitos Isaac Lima, Fernanda Hassem e Jerry Correia a votarem no JV; como esperar ajuda dos que estavam fora do partido?

SALVO PELO GONGO

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) foi salvo pelo gongo. Foi o único eleito da coligação PT-PV-PCdoB.

MAIORIA ESMAGADORA

O Gladson Cameli vai iniciar o novo governo com uma maioria esmagadora na Assembleia Legislativa, e com votos para aprovar até a compra de terreno na lua.

FATOR MARCANTE

A CANDIDATURA do médico Rodrigo Damasceno (PODEMOS) á Câmara Federal, foi fatal para o deputado federal Jesus Sérgio (PDT), no seu principal reduto, que é Tarauacá. Foi fator marcante para a derrota de Jesus.

BANCADA DO BATOM MINORITÁRIA

ANTÔNIA SALES (MDB), Michelle Melo (PDT) e Maria Antônia (PP), vão integrar a bancada do batom na nova legislatura da ALEAC. Os homens terão maioria acachapante, com vinte e um parlamentares.

NOME DESCONSTRUÍDO

A MÁRCIA BITTAR (PL) perdeu de cabeça erguida. Por tudo o que sofreu desde que seu nome foi anunciado para vice-governadora e depois para o Senado, ainda assim fez uma campanha com fleuma e sem baixaria.

FECHADO COM BOCALOM

O PRESIDENTE do REPUBLICANOS, João Paulo , disse ontem ao BLOG que o grupo do senador Márcio Bittar (União Brasil) fechou questão e vai apoiar a reeleição do prefeito Tião Bocalom. ” Vamos ser Leais a quem foi leal conosco”, ressaltou João Paulo.

FRASE MARCANTE

“O dinheiro pode tudo, só não pode mudar a sorte e evitar a morte”. Ditado português.

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Blog do Crica

Entre uma dancinha aqui e uma conversa com calango acolá

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ANTES ATÉ DA CAMPANHA começar, já na pré-campanha, havia uma dúvida se o governador Gladson Cameli (PP), foto, conseguiria suprir a baixa de suas tropas de 2018. Os generais da sua campanha da época, Flaviano Melo (MDB), Major Rocha (MDB), Mara Rocha (MDB), Márcio Bittar (União Brasil), Vanda Milani (PROS), Sérgio Petecão (PSD) lhe abandonaram e foram para outros palanques disputar a eleição contra ele. E, todos eles bem votados em seus mandatos.

O mote é que iriam destruir o Gladson com ataques em massa contra o seu governo. E fizeram ataques durante toda a campanha. Mas não conseguiram colar uma pauta negativa em sua imagem. Entre uma dancinha aqui e uma conversa com um calango acolá, o candidato do PP foi levando a campanha, sem responder aos ataques. O governo do Gladson não foi nunca a oitava maravilha do mundo, nem grandes realizações no campo de obras conseguiu executar, mas tinha algo que valia mais do que as obras prometidas e não cumpridas: a empatia com a população.  Conseguiu forjar no seio do eleitor a figura de um governador paizão, sempre solicito, de não ser perseguidor, de ter salvado vidas na pandemia, e foi isso que pegou e virou pautas positivas, que acabaram por lhe render uma espetacular vitória no primeiro turno.

Água de morro abaixo e o eleitor quando se inclina a votar em um candidato, não tem quem segure a enxurrada. E, foi isso que aconteceu. Liderou todas as pesquisas até a reta final e não deixou nenhum dos seus adversários para contar a história no sonhado segundo turno da oposição. E assim, a balsa partiu para a distante Manacapuru. Só retorna depois de 4 anos.

A VITÓRIA DO CONTRA TUDO E CONTRA TODOS

O CANDIDATO ao Senado pelo União Brasil, Alan Rick, marcou uma página histórica na sua vitória, na disputa da única vaga para senador. Ao seu lado só tinha um excelente mandato de deputado federal, a família e muita garra. Até do partido foi execrado. Nada além. Toda a máquina estatal foi colocada contra a sua candidatura. A ordem palaciana era lhe detonar e eleger o candidato Ney Amorim (PODEMOS). Só que esqueceram de combinar com o eleitor. Por conta de toda a perseguição que sofreu virou vítima política. E já diz o ditado que, na política, quando você quiser eleger alguém o faça de vítima. O Alan encarnou o sentimento popular do injustiçado. E isso foi traduzido na estupenda votação que lhe garantiu um mandato de senador por oito anos. Fica a lição: nem sempre a força de um poder é suficientemente forte para derrotar um adversário. que caiu na graça do povão. Alan saiu da eleição sem amarras com poder, que sempre lhe foi adverso.

NOME PARA O GOVERNO

A DEUS o futuro pertence. Mas se o senador eleito Alan Rick (União Brasil) soube comunicar o seu trabalho no Senado como fez para deputado federal, vai se cacifar como um nome muito forte à sucessão do Gladson.

CASA DE CARIDADE

O EX-PREFEITO de Rio Branco, Marcus Alexandre, deveria abandonar a política e montar uma casa de caridade, numa espécie masculina da Madre Tereza de Calcutá. Tinha a eleição segura para deputado estadual, foi fazer caridade para o PT saindo de vice, e acabou a campanha sem norte, sem lenço e sem documento.

NUNCA FOI FÁCIL

DESDE o início as pesquisas apontavam que o governador Gladson era o favorito á reeleição, entrou na roubada de vice-governador sabendo ser difícil ganhar o governo. O Marcus não pode dizer que foi enganado.

QUE TENHA APRENDIDO A LIÇÃO

NO SEU SEGUNDO mandato espera-se que o governador Gladson Cameli tenha aprendido a lição e não dê mais secretarias de porteira fechada para grupo políticogrupos políticos, para não ficar refém pela prática que o deixou engessado em alguns momentos no atual mandato. E, tem tudo para evitar o loteamento, venceu a eleição no primeiro turno. Tem que começar compondo um novo secretariado mais eficiente do que o atual.

FESTIVAL DE BURRICES POLÍTICAS

NA ELEIÇÃO que se encerrou no domingo, ninguém cometeu mais burrices políticas do que a cúpula do PT. Não aprenderam a lição de 2018, quando por arrogância dividiram os votos do seu campo em duas candidaturas, a do Jorge Viana e a do Ney Amorim. Virou o abraço dos afogados. Ambas perderam. As candidaturas do Jenilson Leite (PSB) e da Nazaré Araújo (PT) navegavam no mesmo nicho de votos. Novo abraço dos afogados. E nova derrota para o Senado. E para completar o naufrágio do PT; o partido chutou uma aliança com o PSB, e saiu com a candidatura do Jorge Viana (PT) a governador, rodeado de velhas caras da política, e esquecendo que não gozava mais das benesses do poder. Já não tinha mais a aura do “menino do PT”, já é um senhor de 60 anos. O desastre era só esperar o tempo das urnas abrirem: perderem a eleição para governador, senador, não elegeram nem deputado estadual e nem deputado federal. O PT volta para o buraco em que se meteu nas eleições de 2018. A humildade e o caldo de galinha, mal não fazem. Que o PT aprenda com o novo desastre. eleitoral.

O POVO NÃO QUIS, PACIÊNCIA!

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) não mostrou ontem nenhum rancor após a derrota. Resumiu numa frase o que sentia: “Fiz uma bela campanha, conversando com a população, mas o eleitor não quis votar em mim. Respeito Desejo sucesso ao vencedor, a vida e a política seguem”. Terá mais 4 anos de mandato pela frente.

A DERROTA DOS CACIQUES

A ELEIÇÃO que passou levou com ela os mandatos de velhas raposas, como Flaviano Melo (MDB), Mara Rocha (MDB), Major Rocha (MDB), Sérgio Petecão (PSD), Antônio Pedro (União Brasil), José Bestene (PP), Vanda Milani (PROS), Perpétua Almeida (PCdoB), Jesus Sérgio (PDT), Chico Viga (PDT),Jenilson Leite (PSB) entre outros, confirmando a máxima de que ninguém é dono dos votos na política.

DERROTADOS PELO SISTEMA

HÁ OS QUE PERDERAM eleição derrotados pelo sistema. Jéssica Sales (MDB) teve quase 21 mil votos. E o Minoru Kinpara (PSDB) beirou os 20 mil votos. Perderam porque os seus partidos não conseguiram coeficiente eleitoral.

QUE BELA VOTAÇÃO!

O QUE DIZER DA SOCORRO NERI (PP), ao não ser: que bela votação! A organização da sua campanha e o fato de ter sido prefeita da capital bem avaliada, lhe fizeram a mais bem votada candidata a deputada federal. E, fica forjado um nome para novos embates políticos, basta que cumpra um bom mandato, divulgando os seus feitos.bem o seu mandato ao longo dos próximos quatro anos.

GRATAS SUPRESAS

DOIS candidatos a deputado federal que não apareciam como favoritos e ganharam a eleição: Zezinho Barbary (PP) e Coronel Ulysses Araújo (União Brasil).

VAMOS SER JUSTOS

UMA semana antes da eleição o Denis do Data-Control me disse que o Gladson Cameli ganharia folgado no primeiro turno. E, acertou até no número final da vitória. Registre-se para dizer que, pesquisa quando feita com seriedade não elege ninguém, mas dá um norte da eleição. E, ponto para o Denis.

PERDERAM TODOS

FORA O ALAN RICK (União Brasil), que disputou o Senado; e a Mara Rocha (MDB), candidata ao governo; os outros seis deputados federais perderam a eleição: Flaviano Melo (MDB), Jéssica Sales (MDB), Jesus Sérgio (PDT), Vanda Milani (PROS), Perpétua Almeida (PCdoB) e Léo de Brito (PT). Foram todos varridos de Brasília.

OLHOU PARA O UMBIGO ALHEIO

O CANDIDATO a deputado federal Israel Milani (REPUBLICANOS) não aprendeu a lição de que, na política, o meu pirão é primeiro. Passou boa parte da campanha se preocupando com a candidatura do cunhado Tadeu Hassem (REPUBLICANOS) a deputado estadual, e esqueceu da sua. Resultado: o Tadeu se elegeu e ele perdeu a eleição. Pagou o preço do erro.

VOTAÇÃO BAIXA

SEM FALAR que a prefeita Fernanda Hassem (PT), sua mulher, uma política ativa, lhe deu uma baixa votação em Brasiléia, já que estava no poder. O Israel, um jovem promissor, tem que aprender que na política não há mais lugar para o amadorismo, e o que vale é vencer.

MDB FRACASSOU

O MDB saiu menor do que entrou na eleição. Tinha dois deputados federais, a Jéssica Sales (MDB) e o Flaviano Melo (MDB), e não reelegeu ninguém. Fez três estaduais, mas a moeda que vale em Brasília, é a de deputado federal. Uma derrota fora das suas contas.

TERÁ DE REPENSAR

O SENADOR Márcio Bittar (União Brasil) é outro que tem de repensar o seu futuro político. Foi triturado pelo governador Gladson Cameli, que não quis a Márcia Bittar (PL) nem de vice e nem de candidata a senadora, na sua chapa. E, ela perdeu para o Sendo. Terá que montar outras alianças para 2026, quando o seu mandato estará na disputa.

O ALVO É O BOCALOM

OUVI ontem de importante figura do governo que, a próxima meta política do grupo é tirar o prefeito Tião Bocalom (PP) da prefeitura de Rio Branco. O Bocalom pode ir e preparando para este embate, que será duro.

CLIMA PESADO

ALGUNS assessores do senador Sérgio Petecão (PSD) defendem o seu afastamento político do prefeito Tião Bocalom. Acham que, ele não se empenhou na campanha, como o Petecão fez na sua para a PMRB. O senador Sérgio Petecão não fala sobre este assunto.

NOME PARA PRESIDÊNCIA

O DEPUTADO Pedro Longo (PDT) foi o mais votado do seu partido. Leal ao governador Gladson Cameli, ele passa ser um nome a ser colocado em discussão para a presidência da ALEAC.

NINGUÉM ARRISCAVA

NÃO CAMPANHA, não encontrei ninguém que desse o deputado José Bestene (PP) como fora do mandato após a eleição. Todas as portas palacianas estiveram fechadas para a sua reeleição e não conseguiu superar o paredão.

ÚLTIMO DOS MOICANOS

O PSDB não fez um deputado federal. E, o único eleito foi o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), justamente, para o qual a direção regional tucana queria negar legenda.

FRASE MARCANTE

“A agulha veste os outros e vive nua”. Ditado árabe.

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