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Fred morre e Crô chora a perda de seu amante “Me deixou viúva!”, diz

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O capítulo do dia 12 de janeiro será decisivo para Crô (Marcelo Serrado) em “Fina Estampa”. Tudo porque um dos seus amantes vai cair da escada da mansão de Tereza Cristina (Christiane Torloni).

Fred (Carlos Vieira) vai se desequilibrar ao dar de cara com a vilã, irá cair e morrer. Aos prantos e acariciando a tatuagem de escorpião do amado, Crô dirá poucas e boas para a sua patroa.

Crô – Assassina! Cala a boca sua desgraçada!

Tereza – Enlouqueceu? Como é que você ousa falar assim comigo?

Crô – Agora, ele se foi. Me deixou viúva, sem sequer me dar um último beijo!

Tereza – E nem podia. Beijo gay está proibido mesmo!

A madame então se dá conta de que o assistente de René era amante do mordomo.

Baltazar (Alexandre Nero) e Marilda (Katia Moraes) escutam o barulho e seguem para a sala. A empregada vai gritar e levar uma bofetada na cara de Tereza Cristina.

Baltazar reconhece Fred como o cozinheiro do Le Velmont e Tereza conta que ele passou a perseguí-la a partir do momento que ela decidiu fechar o restaurante.

A vilã ainda explica que Fred queria o lugar de chef, mas sem que René (Dalton Vigh) soubesse.

O motorista chama a policia e Crô tem um novo embate com a patroa: “Uma dúvida que me veio. Será que ele caiu mesmo ou devo dizer à polícia que ele foi empurrado?”, questiona o mordomo. Mas em seguida, ele afirma que não vai fazer nada contra sua deusa.

Mais de um amante de Crô

Crô ficará abalado, mas ele logo mostrará que não está tão triste assim. É que ele tem mais de um namorado, e que também tem tatuagem de escorpião no tornozelo.

Em seu Twitter, o autor Aguinaldo Silva já disse que isso iria acontecer: “Pois é queridos, depois que o ’amante’ de Crô morre, a gente descobre que metade do elenco masculino da novela tem o escorpião no tornozelo”, escreveu.

 

Cotidiano

Ministra Damares garante que prestará assistência para mãe e bebê que nasceu em calçada

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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, usou as redes sociais nesta quarta-feira, 26, para lamentar o descaso que ocorreu com a moradora de rua, Leliane Gomes da Cruz, que deu a luz a um bebê na calçada em frente a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco.

Diante do caso, a ministra disse que chegou a se assustar com o episódio que foi divulgado nas redes sociais. Segundo ela, ocorreu violência contra Leiliane e o bebê que, já se encontra com membros da família. “Essas imagens chegaram até mim hoje. Elas me assustaram. Este é um flagrante de inúmeras denúncias que recebemos todos os dias aqui em nosso Ministério. A violência neste vídeo é violência contra duas vidas, a da mamãe e do bebê.

Damares, visivelmente indignada com o descaso, disse que sua equipe deverá prestar apoio a mãe – com problemas psicólogos e a criança. “Essa mulher está desnorteada, essa mulher está sozinha, essa mulher está na rua. Essa mulher deveria estar num lugar aconchegante tendo todo o direito ao parto. O bebê está jogado numa calçada chorando, ele deveria estar num lugar protegido, longe de contaminação. Na gravação, é possível ouvir a voz de uma pessoa surpreendida com o que vê. Entende agora o trabalho de um Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos? Minha equipe já está buscando a criança e a mamãe. Vamos ajudar a ambos!”, escreveu.

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Cotidiano

Cerveja pode aumentar os riscos de ter covid, enquanto vinho pode diminuir

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Muito tem se estudado sobre atividades cotidianas que podem reduzir o risco de contrair o coronavírus. Um estudo desenvolvido pelo Shenzhen Kangning Hospital, na China, publicado no jornal acadêmico Frontiers in Nutrition, analisou os diferentes tipos de bebidas alcoólicas e se elas poderiam ajudar nos riscos de contrair a covid. Pessoas que tomam vinho tinto regularmente, por exemplo, se mostraram com 10% a 17% menos chances de contrair a doença. No entanto, pessoas que bebem cidra ou cerveja, se mostraram com mais chance de contrair a covid-19.

O estudo analisou dados de 473.957 pessoas do UK Biobank Study — um projeto de pesquisa que coleta informações sobre saúde e estilo de vida de quase 500.000 participantes no Reino Unido desde 2006. Eles investigaram a associação do álcool com a covid, observando o impacto na infecção e na mortalidade.

A partir das análises, os pesquisadores perceberam que os bebedores de vinho branco e champanhe — que consomem entre 1 a 4 copos por semana — tiveram um risco de 7% a 8% menor de contrair a covid-19, em comparação com os não bebedores. Mas, esse efeito não foi significativo quando consumiram cinco ou mais copos por semana.

Quem consumiu vinho fortificado (entre 1 a 2 copos por semana), apresentaram risco 12% menor de infecção. No entanto, qualquer consumo de três ou mais copos por pessoa não foi associado a menores riscos.

Analisando a cerveja e a cidra, os que consumiram apresentaram de 7% a 28% maior risco de contrair covid-19, independentemente da quantidade que consumiram, em comparação com os não bebedores.

Ou seja, o alto consumo de vinho tinto, vinho branco, champanhe e a baixa ingestão de vinho fortificado tiveram efeitos protetores contra a covid-19. Já o consumo de cerveja e cidra, independentemente da frequência e quantidade de ingestão de álcool, e alto consumo de destilados (mais de cinco copos por semana) foram associados ao aumento do risco de contrair a covid-19.

E por que isso acontece?

Segundo os pesquisadores o menor ou maior risco de covid não está no grau de álcool presente nas bebidas, mas e sim no teor de polifenóis, que têm propriedades antioxidantes.

O vinho tinto, por exemplo, tem as maiores concentrações de compostos fenólicos, como estilbenos, proantocianidinas e resveratrol. Esses polifenóis podem diminuir a pressão arterial, reduzir a inflamação e inibir os efeitos de vírus como a gripe e outras infecções relacionadas ao trato respiratório.

Quando se aderem às células humanas, essas partículas ajudam o corpo a se defender. A cerveja não apresenta esse composto e isso pode ser a chave para entender porquê o vinho se provou mais “defensivo” contra a covid, enquanto outras bebidas não.

Essas descobertas podem sugerir que a classe específica de constituintes polifenólicos pode ser responsável pelo efeito benéfico das bebidas alcoólicas contra a covid-19, e não pela concentração de álcool.

Os pesquisadores explicam ainda que não levaram em consideração os ingredientes e a concentração de polifenóis (estrutura química comum, que atuam como antioxidantes) dos subtipos de bebidas alcoólicas, sendo necessário um estudo com mais detalhes sobre os ingredientes e a concentração de polifenóis no futuro.

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Cotidiano

Idoso vai alimentar os peixes e é encontrado morto em açude na zona rural de Rio Branco

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O idoso Saul Pereira de Queiroz, de 81 anos, foi encontrado morto na tarde desta quarta-feira, 26, dentro de um açude numa chácara localizada no ramal do Clodoaldo, no km 14 da BR-364, zona rural de Rio Branco.

Segundo informações de familiares, todos os dias o idoso alimentava os peixes no açude e no início da tarde enquanto jogava a ração, Saul sofreu um mal súbito e caiu dentro do açude. Depois de algumas horas o filho desconfiou da demora do pai e resolveu ir no local e encontrou o idoso morto boiando na água.

A ambulância o suporte avançado do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) foi acionado e o médico atestou a morte de Saul.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos do Perito em criminalística. O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

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Cotidiano

Em Feijó, polícia apreende mais de 1 kg de cocaína e R$ 14 mil reais

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Na tarde desta quarta-feira, 26, a Polícia Civil no município de Feijó, apreendeu em uma região floresta 1,180 kg de cocaína e R$ 14.000,00 (quatorze mil reais).

O trabalho investigativo da equipe da Polícia Civil de Feijó em parceria com a Divisão Especializada em Investigação Criminal (Deic), localizou o entorpecente e o dinheiro que estavam enterrados em uma região de mata, na zona rural da cidade. Os objetos estavam enterrados dentro de potes plásticos em meio à floresta.

A ação da polícia logrou êxito em encontrar – após algum tempo de busca na “mata bruta” – o entorpecente. “A droga era embalada dentro da mata, longe dos olhos da polícia, mas pautando as ações num trabalho de inteligência, a polícia civil não mediu esforços para retirar de circulação a cocaína apreendida, que de acordo com a média de preço, causou um prejuízo de mais de R$ 41.000,00 (quarenta e um mil reais) aos criminosos”, destaca o delegado de Feijó, Railson Ferreira.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar o proprietário da droga e consequentemente sua responsabilização.

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