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Gladson leva Comissão da Amazônia para Conferência da ONU na África do Sul

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O deputado federal Gladson Cameli (PP-AC), presidente da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, participa a partir de amanhã em Durban, na África do Sul, da COP-17, conferência da ONU sobre mudanças climáticas que acontece em Durban, na África do Sul, até 9 de dezembro. Gladson foi designado pela presidência da Câmara dos Deputados para representar juntamente com outros deputados federais a Câmara Baixa do País, na África.

A equipe de parlamentares brasileira chegará à conferência, justamente para discutir os protocolos de negociações climáticas, já que essa primeira semana de abertura, foram focados os problemas econômicos que afetam o planeta. Para Cameli, a postura do Brasil tem que ser muito firme, já que as pressões internacionais inevitavelmente focalizam a Amazônia como solução para os problemas mundiais. “Temos que discutir a formação de um fundo climático verde, como querem os representantes de 40 países, porém com a consciência de que o investimento e penalidades devem ser de todos – disse o parlamentar”.

Ainda segundo o presidente da Comissão da Amazônia, a criação do Fundo Climático Verde está sendo discutido desde a COP-15, realizada há dois anos em Copenhague (Dinamarca), ganhando força no ano passado, durante a COP-16, realizada em Cancún (México). Um grupo formado por representantes de 40 países foi criado para discutir a implementação do fundo ambiental, mas os trabalhos ao longo de 2011 não deram muito resultado.

Gladson Cameli afirmou ainda que tem a consciência da pequena força do parlamento brasileiro em uma reunião desse nível, porém, disse que a voz da delegação brasileira servirá para defender os interesses da Nação, caso se coloque na mesa, situações contrárias aos interesses do Brasil.

A delegação brasileira contará com os membros da Comissão da Amazônia, Gladson Cameli (PP-AC), Raul Lima (PSD-RR) e Magda Mofatto (PDT-GO).

David Casseb

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Acre

Davi Friale prevê nova friagem e sugere doação de casacos

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

O meteorologista, Davi Friale, em boletim divulgado nesta quinta-feira, 24, anunciou a chegada de uma forte fria ao Acre na próxima segunda (28).

Segundo Friale, a massa de ar polar será tão intensa que deverá cruzar a linha do equador e chegar até a Venezuela, passando antes, pela região de Tabatinga, no oeste do Amazonas e sul da Colômbia. No entanto, nestas áreas, o frio já estará enfraquecido.

A temperatura deve cair de forma brusca e acentuada, podendo chegar a 9ºC entre terça-feira (29) e quinta-feira (31).

“Até a cidade de Manaus deverá sentir uma brisa frasca e suave, soprando da direção sul, como consequência da incursão dessa poderosa onda polar.

Em Rio Branco, em Brasileia e nas áreas próximas, a temperatura mínima deverá oscilar entre 9 e 11ºC, principalmente entre terça-feira e quinta-feira próximas”, afirmou.

O meteorologista cobrou dos poderes públicos e da sociedade em geral a retomada da Campanha do Agasalho. Segundo ele, os moradores de rua sofrerão com a friagem na próxima semana.

“É importantíssimo que a Campanha do Agasalho 2021 seja urgentemente lançada, a fim de que as pessoas menos favorecidas sejam contempladas com o nosso calor”, acrescentou.

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Acre

Acre se aproxima das 300 mil doses aplicadas contra Covid-19

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O Acre deve chegar neste fim de semana às 300 mil doses aplicadas de vacina contra Covid-19. Nesta quinta-feira (24) o Estado alcançou a marca de 297.465 doses, sendo 229.278 imunizados com uma e 68.187 com duas aplicações do imunizante.

Os mutirões que se espalham pelo Estado ajudam a avançar com a vacinação ainda que faltam doses para a 1ª etapa ao público geral. Com a chegada de mais lotes, esse cenário deve mudar temporariamente e a retomada da campanha aos não prioritários deve ocorrer.

Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Sena Madureira seguem como líderes no ranking de vacinação. Capixaba é o último.

Enquanto a vacina avança mesmo que lentamente em algumas situações, as altas aumentam nesta fase da pandemia. Até esta quinta, pelo menos 79.352 pessoas receberam alta médica da doença, enquanto 98 pessoas seguem internadas em UTIs e enfermarias de todo o Estado.

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Acre

Acre registra uma morte e 85 novos casos de Covid-19 em 24 horas

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) registrou 85 casos de infecção por coronavírus nesta quinta-feira, 24, sendo 60 casos confirmados por exames RT-PCR, e 25 por testes rápidos. O o número de infectados saltou de 85.043 para 85.128 nas últimas 24 horas.

O boletim mostrou que apenas uma notificação de óbito foi registrada nesta quinta-feira, 24, de junho, sendo este do sexo masculino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 1.735 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 229.056 notificações de contaminação pela doença, sendo que 143.784 casos foram descartados e 144 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux.

Pelo menos 79.352 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 98 pessoas seguem internadas até o fechamento deste boletim.

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Acre

Em Xapuri, católicos retomam romaria de São João do Guarani

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Há mais de 100 anos, o dia 24 de junho é marcado em Xapuri por uma das maiores manifestações religiosas do município. No dia de São João Batista, a comunidade católica local também celebra uma alma milagrosa conhecida como São João do Guarani, cuja fama é conhecida até mesmo em outros estados da federação, atraindo devotos de diversas localidades.

João do Guarani foi, segundo relatos orais, um seringueiro que morreu sozinho no meio da floresta no começo do século 20, possivelmente vítima de malária. Encontrado e sepultado por vizinhos, algum tempo depois teria passado a atender pedidos feitos por moradores da região, que eram adeptos de forte religiosidade, ganhando fama de milagreiro.

Anualmente, é realizada uma romaria que leva centenas de pessoas à localidade distante cerca de 40 quilômetros de Xapuri – hoje uma estrada de chão dá acesso ao local. Geralmente é realizada uma grande festa na comunidade, com o apoio da prefeitura e da igreja católica, cuja programação reúne atividades religiosas, esportivas e culturais.

No ano passado, a pandemia impediu que o evento fosse realizado, talvez pela primeira vez desde a sua origem, o que não impediu que muitas pessoas se dirigissem à localidade, mas o momento vivido em razão do novo coronavírus fez com que, no entanto, pela primeira vez em tantos anos a grande festa não acontecesse como de costume.

Neste ano, o empresário e músico Almir Ribeiro, xapuriense radicado em Rio Branco, pagou a sua promessa de fazer uma reforma completa no santuário de João do Guarani, que estava com a aparência bastante desgastada. No caso do cruzeiro, a peça de bronze foi totalmente lixada e pintada na sua cor original, segundo Ribeiro, que relatou a motivação de sua promessa.

Segundo ele, o cruzeiro que está diante da capela de João do Guarani foi construído em Belém (PA) e instalado no local pelo seringalista Valdemar Teles Brilhante, popularmente conhecido como Nenê França, como pagamento de uma promessa que fez quando seus negócios começaram a desandar. Com a graça alcançada, o seringalista cumpriu o prometido.

“Eu acabei de me criar a 20 minutos dali e meu pai, nessa época, era quem cuidava de tudo lá. Muito tempo depois, quando meus negócios começaram a dar errado, me inspirei na história do Nenê França e fiz uma promessa de reformar o santuário e devolver o cruzeiro ao estado original caso as coisas se resolvessem. E foi isso o que aconteceu”, contou Almir Ribeiro.

A história

As origens do culto ao “santo seringueiro” de Xapuri não são muito claras, mas acredita-se que as manifestações relacionadas a João do Guarani começaram a ocorrer por volta do ano de 1906, depois que um homem se perdeu nas matas daquela região ao desviar de uma cruz, seu objeto de medo, que havia avistado ao longo do varadouro.

Para encontrar o caminho de volta, o homem teria recorrido a uma “promessa” ao seringueiro falecido e, assim, encontrado a saída, avistando novamente a cruz, e atribuindo o fato à alma de João. A partir daí a tradição foi ganhando força com o passar dos anos e o seringueiro de fim trágico se tornou uma das mais conhecidas almas milagrosas do Acre.

Outro relato interessante é o de que João não residiria na colocação Guarani, como muitos pensam, mas sim em uma outra localidade, no seringal Recife, na região do Rio Iaco. O Guarani seria apenas um local de passagem para Xapuri e o seringueiro, que seria pernambucano, teria morrido ali, na beira do varadouro, onde foi levantada a capela em sua homenagem.

É importante ressaltar que não há uma história “oficial” a respeito da alma milagrosa de São João do Guarani. Os relatos são orais e contados de diversas maneiras através dos anos. No entanto, a essência das informações que foram sendo transmitidas de geração em geração é sempre a mesma: a morte de um seringueiro em condições de abandono e sofrimento no meio da floresta.

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