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Chapa união e luta promete mudanças no Sinspejac

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A chapa união e luta, presidida por Leuson Rangel e com a vice-presidência de Iris Acácio Florêncio, promete mudanças nas atuações do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Acre [SINSPEJAC]. Entre as principais mudanças de gestão, está a criação de um Conselho Consultivo formado por servidores que decidirão as prioridades para aplicação dos recursos do sindicato.

A criação de um fundo de amparo ao servidor, o FAS é outra revolução na forma de atuação entre a instituição e os servidores. Rangel promete destinar 0,5% da contribuição sindical para o fundo, que servirá de auxílio aos servidores em caso de emergência.

– Nossa intenção é aproximar o sindicato do cotidiano dos servidores, fazer uma gestão participativa, atuar junto ao Tribunal de Justiça para diminuir o acumulo de serviço para o servidor, principalmente nas Comarcas do Interior – disse Rangel.

A parte financeira dos funcionários também está na agenda positiva da nova chapa, caso ela consiga se eleger. Eles prometem articulação junto à bancada federal no apoio a aprovação da PEC 190, participação ativa e independente na elaboração do PCCR, aluta por um plano de saúde subsidiado em conjunto com o TJ/AC, além da luta por plantão judiciário remunerado com adicional de 50%, ou folga em dobro.

– Queremos contar com o apoio dos funcionários para podermos de forma independente lutarmos por melhorias para a categoria. O funcionário público do Judiciário será nossa maior meta – garantiu Iris Acácio.

FONTE: ASSESSORIA

MEMBROS DA CHAPA “UNIÃO E LUTA”

Presidente: Leuson Rangel de Souza Araújo;

1º Vice Presidente; Iris Acácio Florêncio;

2º Vice Presidente: Deuvo Alex Sandro Barbosa do Nascimento;

1º Secretário: Queffren Licurgo de Carvalho Rêgo;

2º Secretário: Dirceu Felix Moreira;

 1º Tesoureiro: Isaac Ronaltti Sarah da Costa;

2º Tesoureira: Maria Geane Inácio Morais;

Diretor de Administração e Patrimônio: Wanderley Nogueira;

 Diretor de Relações Públicas e assuntos sociais: Juscelino Guedes Campos;

 Diretor de Formação Sindical: Ana Lúcia Cunha e Silva;

Diretor de Cultura, Esporte e Lazer: Francisco Welington Lima da Silva;

 Diretor de Assuntos Jurídicos: Bêyrh Prado Aguiar Casseb.

 

Suplentes:

1 – Daura Maria da Silva Pinheiro;

2 – Edson Rufino de Lima;

3 – Frank Alves de Brito;

4 – Michel Feitoza Mendonça;

5 – Rogério da Silva Costa;

6 – Rosilene Almeida da Silva;

7 – José Aldenízio Lima Rego;

8 – Mauro de Barros Júnior;

9– Odinéia de Oliveira Farias;

10 – Gláucio Lopes Félix;

11 – Raimundo Nonato da Silva;

12 – Silvanei Camilo de Freitas;

 

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Acre

Acre registra seis óbitos em decorrência da covid-19 e mais 65 novos casos da doença

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Em boletim divulgado neste sábado, 12, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informou o registro de 65 novos casos de infecção por coronavírus, sendo todos confirmados por exames RT-PCR. O número de infectados saltou de 84.039 para 84.104 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 224.330 notificações de contaminação pela doença, sendo que 140.068 casos foram descartados e 158 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 78.886 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 127 pessoas seguem internadas até o fechamento deste boletim.

Mais seis notificações de óbitos foram registradas neste sábado, 12, sendo quatro do sexo masculino e dois do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 1.707 em todo o estado.

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Acre

Motociclista derrapa em óleo espalhado na estrada e vai parar no Pronto-Socorro  

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O motociclista João Paulo Marreiros Vilasboas, 29 anos, sofreu um acidente na rodovia AC-40, na curva do Tucumã na região da Vila Acre, em Rio Branco, e foi parar em estado grave no Hospital de Urgência e Emergência (Huerb), na manhã deste sábado (12). 

Segundo informações dos Policiais de Trânsito, João Paulo trafegava em sua motocicleta modelo MT 03-300 cilindradas, de cor azul na rodovia quando ao fazer a curva passou cima de óleo que vazou de uma máquina do Deracre, perdeu o controle da moto e escorregou vindo a bater o corpo e cabeça contra a estrutura metálica da mureta de proteção da pista.

Populares que passavam pelo local, ao verem João Paulo desmaiado, acionaram a ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e encaminharam o motociclista ao pronto-socorro em estado de saúde grave.

Policiais Militares do Batalhão de Trânsito isolaram a área para os trabalhos de perícia e em seguida juntamente com os policiais do Corpo de Bombeiros espalharam serragem para secar o óleo e evitar novos acidentes. 

A máquina que apresentou defeito e derramou o óleo na pista foi encontrada em uma chácara nas proximidades da curva do Tucumã. A moto do motociclista foi removida por familiares após a perícia

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Acre

“Homofobia é crime”, diz Ministério Público em apoio ao Junho LGBTQI+

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Em apoio ao mês do orgulho LGBTQIA+, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) instalou na fachada da sede localizada na Marechal Deodoro, a frase “Homofobia é crime”, em Rio Branco (AC).

Ao ac24horas, a procuradora de Justiça, Patrícia Rêgo, afirmou que a fachada é para marcar a posição do Ministério Público do Acre (MPAC) no combate a esse tipo de violência, que configura crime de ódio e que deve ser combatido pelas instituições públicas e por toda sociedade. 

“A orientação de sexual e a identidade de gênero são direitos de personalidade ligados à dignidade humana, direito fundamental e pedra angular do Estado Democrático Direito, no qual não se admite, nem se tolera qualquer discriminação”, afirmou. 

Nesses últimos sete dias, os noticiários foram marcados por um caso envolvendo a transexual Jullyana Correia, 36 anos, que acusou funcionários da Prefeitura de Rio Branco de transfobia por usar banheiro feminino do órgão na manhã de terça-feira (8). Jullyana saía do banheiro quando foi abordada por um segurança e orientada a usar o banheiro de deficientes da próxima vez.

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Acre

Livre de aftosa, Acre volta a registrar casos de raiva animal em bovinos

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Estado tem registrado casos da zoonose em bovinos e equídeos; Idaf recomenda vacinação de rebanhos

Casos de raiva, doença infecciosa que atinge mamíferos, inclusive o homem, causando distúrbios no Sistema Nervoso Central, vêm sendo registrados periodicamente em propriedades rurais no Acre afetando, principalmente, bovinos, mas também atingindo espécies como os equídeos.

A confirmação recente de novos casos no estado preocupa as autoridades sanitárias, pois a doença não tem cura e caso não seja controlada pode se tornar um sério problema para a saúde animal e humana. Sem tratamento possível, a única forma de combater a raiva é vacinando os rebanhos.

Neste ano, de acordo com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf/Ac), foram registrados casos de raiva bovina em Feijó, Tarauacá e Xapuri. Neste último município, a doença foi confirmada em um cavalo entre cinco animais que morreram em uma propriedade no seringal São Francisco do Iracema.

Xapuri havia registrado outro caso de raiva bovina, como na colocação Samaúma, uma comunidade do seringal São Francisco do Espalha, no início de 2019, quando o Idaf impediu a proliferação da doença com ações de Saúde Única, que envolve medidas preventivas voltadas para animais e seres humanos.

De acordo com a médica veterinária Ane Gabrielle Cardoso, chefe da unidade do Idaf em Xapuri, no casos dos cavalos mortos no município não foi verificada a espoliação recente (sinal de mordidas) por morcegos nos animais afetados, assim como nos bovinos da propriedade.

“Minha recomendação é para que os produtores vacinem os equídeos e os bovinos contra a raiva, que é uma zoonose, ou seja, ela pode ser transmitida aos humanos, não esquecendo de declarar a vacinação na unidade do Idaf no seu município. Mesmo que a vacinação não seja obrigatória, é essencial vacinar”, explicou.

Do ponto de vista da Saúde Única, o Idaf se responsabiliza pelas medidas de prevenção relacionadas aos animais de produção e as secretarias municipais de Saúde se ocupam das providências relacionadas a cães e gatos, além dos humanos, que também podem ser contaminados.

No que diz respeito à preocupação com a sanidade do rebanho bovino, em um momento em que o Acre acaba de obter o status de livre de febre aftosa sem vacinação em âmbito internacional, o ac24horas consultou o Idaf sobre se os casos de raiva confirmados recentemente colocam o estado em nível de alerta contra a doença.

“Não, não coloca o estado em nível de alerta, mas a vigilância contra a raiva tem que ser contínua e o Idaf faz isso todo ano. A cada aparecimento de casos de raiva em determinada localidade, o órgão vai lá e faz controle e prevenção da doença”, diz o coordenador de Educação em Saúde do órgão, Everton Arruda.

De acordo com o Idaf, a raiva é considerada uma das zoonoses (doenças que podem ser transmitidas entre animais e humanos) de maior importância em termos de Saúde Pública no Brasil, não só por sua evolução drástica e letal, como também por seu elevado custo social e econômico.

Estima-se que a raiva bovina na América Latina cause prejuízos anuais de centenas de milhões de dólares, provocados pela morte de milhares de cabeças, além dos gastos indiretos que podem ocorrer com a vacinação de milhões de bovinos.

Vírus mortal

O vírus da raiva ataca o sistema nervoso central, causando inflamação grave no cérebro e pode ser transmitido por mordida, arranhão ou lambida de mamíferos contaminados, como morcegos, cães e gatos, que ficam agressivos quando infectados.

Raiva e Saúde Única

Por ser uma infecção que acomete todos os mamíferos, o Idaf trabalha em conjunto com as secretarias municipais de saúde, através da vigilância em saúde na busca de solução para o controle e prevenção da raiva nas localidades.

Raiva humana

Segundo uma revisão recente, entre os anos 2000 e 2017, ocorreram 188 casos de raiva humana no Brasil, sendo a maioria em homens (66,5%) e em moradores de áreas rurais (67%). No Acre, os casos mais recentes da doença em seres humanos ocorreram nos municípios de Assis Brasil, em 2000, e Xapuri, em 2004.

Controlada no ambiente urbano por meio de campanhas de vacinação em massa de cães e gatos, a patologia tem feito registros na zona rural, afetando algumas espécies de mamíferos, entre os quais bovinos e equinos espoliados por morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue).

*Essa matéria usou informações da dissertação de mestrado ‘Perfil Epidemiológico da Raiva Humana no Brasil, 2000-2017’, defendida por Alexander Vargas junto ao Programa de Pós-Graduação do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília, em 13 de julho de 2018.

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