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Sistema do Banco da Amazônia deixa clientes na mão

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Os clientes do Banco da Amazônia estão impedidos de sacar ou de fazer qualquer operação nos caixas eletrônicos. É grande a reclamação hoje pela manhã na agência matriz, no centro de Rio Branco. Além de não poderem fazer atendimentos essenciais, devido à greve, eles não podem fazer operações nos caixas eletrônicos.

Segundo estagiários que prestam informações na entrada do Banco, o sistema está em mudança e desde ontem não libera as operações bancárias.

Jairo Carioca – da redação de ac24horas
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Acre

Auditores agropecuários podem entrar em greve na próxima semana

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Servidores do Ministério da Agricultura (Mapa), os auditores fiscais federais agropecuários (affas) em todo o país alegam descaso do governo federal com as reivindicações da carreira. Na próxima semana, eles podem paralisar as atividades por tempo indeterminado. A decisão será tomada em Assembleia Geral Nacional Extraordinária (AGNE), segundo informa o ANFFA Sindical, sindicato que representa a categoria.

De acordo com o ANFFA, a decisão de realizar a Assembleia foi tomada na última quinta-feira (19), após reunião do Comando Nacional de Mobilização e o Conselho de Delegados Sindicais (CDS) diante da insatisfação da categoria com o tratamento que o governo federal vem dando ao pedido de reestruturação da carreira, que está em operação-padrão desde o final de dezembro do ano passado.

Mesmo antes de definir a data da assembleia, os affas intensificaram a mobilização em todo o país, o que pode gerar atrasos e filas em portos, aeroportos e fronteiras estratégicas para a entrada e saída de cargas do Brasil. Segundo o ANFFA Sindical, o governo não sinalizou positivamente às necessidades da carreira, de recompor perdas inflacionárias e defasagem salarial de mais de cinco anos sem reajustes.

No Acre, a reportagem conversou com duas representantes da categoria no estado. Rejane Santos, delegada sindical do ANFFA, informou que na próxima terça-feira (23), os filiados se reunirão para tratar da pauta.

“Na próxima terça- feira, dia 23 de maio, realizaremos uma reunião com os nossos filiados. Nossa atuação está nos frigoríficos com Serviço de Inspeção Federal (SIF) e junto à Vigilância Agropecuária nas fronteiras através do VIGIAGRO – Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional”, afirmou.

A auditora fiscal federal agropecuária Katherine Silva, que coordena a mobilização da categoria no Acre, diz que os serviços estão sobrecarregados e lentos pela falta crônica de pessoal em todo o Brasil. Segundo ela, no estado esta falta de pessoal é ainda mais grave, pois dos dez auditores fiscais federais agropecuários filiados à Delegacia Sindical do Acre na atualidade, cinco estão aposentados.

“Então, contamos com cinco profissionais na ativa para desenvolver as atividades em todo o estado. Para se ter uma ideia, temos apenas um agrônomo na ativa em todo o Acre e as atividades desenvolvidas por estes profissionais dependem de forças tarefas vindas de outros estados”, explicou.

Katherine Silva também afirmou que a operação-padrão em vigor desde o fim do ano passado torna mais grave a sobrecarga nos serviços desenvolvidos pela categoria, o que resulta em consequências para o fluxo dos processos relacionados à entrada e saída de produtos agropecuários na fronteira nacional.

“A operação-padrão requer rigor no cumprimento de prazos e normas e agrava ainda mais a sobrecarga nos serviços com o atraso na emissão de certificação e expedição de cargas diversas que saem destes estabelecimentos e também saem e entram na fronteira internacional”, acrescentou.

O indicativo de greve em Assembleia Geral Nacional Extraordinária (AGNE) pode sair na quarta-feira (25). De acordo com Janus Pablo, presidente do ANFFA, se a greve for confirmada serão preservados serviços essenciais à saúde e à segurança alimentar do país e mantidos controles de entrada de pragas e doenças, a fim de não comprometer programas de erradicação e controle importantes para o país, como a febre aftosa, a peste suína africana (PSA) e pragas que representam ameaça às políticas sanitárias do setor agropecuário.

“Na operação-padrão os affas vêm obedecendo aos prazos regimentais e emitindo a documentação necessária à liberação de cargas ao produtor. Nas rotinas de trabalho, os affas também vão priorizar as atividades que podem afetar diretamente o cidadão, como a liberação de cargas vivas e perecíveis, a fiscalização de bagagens de passageiros e de animais de companhia (pets), assim como eles têm feito durante a operação-padrão”, garantiu.

O presidente nacional da categoria também destacou que a carreira vem se esforçando para compensar a carência de 1.620 affas, o acúmulo de serviço, o excesso de horas trabalhadas, com turnos estendidos, sem direito a usufruir dessas horas-extras e nem dos bancos de horas. De acordo com o Sindicato, hoje o Mapa tem pouco mais de 2,5 mil Affas na ativa.

Comparado ao número de affas em 2000, quando o contingente era de 4.040, o número acima mostra uma redução de 37,3% no quadro de auditores agropecuários, somente em 2021. Essa diminuição do quadro ocorreu, em grande parte, devido a aposentadoria desses servidores, sem a reposição, conforme dados de maio de 2021.

Diante desse cenário, Janus Pablo reforçou a importância do trabalho dos affas, com impacto anual positivo na manutenção de 183 mil postos de trabalho no agronegócio, contribuindo com os R$ 87,5 bilhões alcançados no resultado da economia brasileira.

“É inadmissível uma carreira que tem desempenho crucial na segurança alimentar do país e nos resultados positivos do agronegócio ser tratada com tanto descaso pelo Planalto”, afirmou.

Sobre os auditores agropecuários

Os auditores fiscais federais agropecuários são servidores de carreira do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). São engenheiros agrônomos, farmacêuticos, químicos, médicos veterinários e zootecnistas, que exercem suas funções há mais de 150 anos no serviço público federal, e como carreira, desde 2000. Trabalham para garantir qualidade de vida, saúde e segurança alimentar às famílias brasileiras.

São responsáveis por garantir a saúde animal, a sanidade vegetal e a qualidade e segurança dos produtos agropecuários que chegam até o consumidor final, seja no Brasil ou no exterior. Atuam nos portos, aeroportos e postos de fronteira, nos campos de produção, nas empresas agropecuárias, nas cidades, nos programas de desenvolvimento agropecuários elaborados pelo Mapa, nas negociações internacionais, entre outros ambientes ligados a atividades agropecuárias.

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Acre

Cresce o número de presos que estudam e trabalham no Acre

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Departamento Penitenciário Nacional (Depen) lança o novo Levantamento de Informações Penitenciárias com dados de dezembro de 2021 do sistema penitenciário brasileiro. Segundo o Depen, dos 5.830 presos, 982 tinham algum trabalho. Esse número representa 16,84% da população carcerária e um crescimento de 144% em comparação a 2020, quando 401 presos estavam trabalhando.

Os presídios de Rio Branco reuniam o maior contingente e Sena Madureira, o menor.

O número de presos trabalhando havia caído com a chegada da pandemia da Covid-19 mas já em 2021 começou a recuperar.

No País, o número de presos que trabalham aumentou quase 23% dentro das unidades prisionais, passando de 105.140 em dezembro de 2020 para 129.133 em dezembro de 2021. O estado do Amapá foi o que apresentou maior crescimento na quantidade de custodiados em atividades laborais com aumento de 572%, seguido pelo Ceará 257% e Sergipe 249%.

“A gente percebe esse crescimento. Foi diante da pandemia que estreitamos parcerias com as instituições. Na pandemia foram criadas frentes de trabalho tomando as precações sanitárias e o trabalho tem sido fomentado com as parcerias, sejam elas públicas ou privadas”, disse Glauber Feitoza, presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen).

Ele citou frentes de trabalho criadas na pandemia nas reformas do Into com o advento do Hospital de Campanha contra a Covid-19, entre outras organizadas com parceiros institucionais.

O maior destaque desse levantamento é para o aumento de presos em atividades educacionais. Nos presídios brasileiros houve aumento de 99 % na quantidade total de atividades educacionais realizadas pelos custodiados nas unidades prisionais do sistema prisional brasileiro: de 166.324 em dezembro/2020 para 330.405 em dezembro/2021.

O Estado do Maranhão mostrou um crescimento de 521% na quantidade de apenados envolvidos nesta temática, seguido pelo Rio Grande do Sul (347%) e Piauí (232%).

No Acre, os números melhoraram mas ainda estão entre os menores da Amazônia: 36,40% dos presos estudam, pouco mais que em Roraima, onde está o menor contingente de detentos em escola.

No Acre, são 2.122 em atividade educacional. A maioria, 1.241 detentos, cursam atividades complementares; 284 estão em cursos profissionalizantes; 49 estão no ensino médio e 6 são universitários.

A remição da pena pelo estudo e esporte atende a 382 presos no Acre.

O crescimento do número de presos estudando faz parte do planejamento estratégico do Depen e, para cumprimento das metas e objetivos, o Departamento possui dentro da Diretoria de Políticas Penitenciárias, a Coordenação de Educação, Esporte e Cultura, para apoiar as Secretarias de Administração Penitenciárias Estaduais e Distrital no desenvolvimento de projetos.

Além disso, o Depen, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, ajudou na construção dos Planos Estaduais de Educação de todos os Estados. Os Planos Estaduais de Educação para pessoas privadas de liberdade e egressos são documentos de planejamento da condução da política de educação no contexto prisional, com estabelecimento de metas e indicadores nos eixos educação formal e alfabetização, educação não formal; Exames Nacionais de Educação; qualificação profissional e estrutura física e capacitação de profissional (docentes e servidores penais).

Além disso, em 2021, o Depen e o Conselho Nacional de Justiça lançaram, durante a programação da 2ª Jornada de Leitura no Cárcere, a Nota Técnica (NT) nº 72, que versa sobre procedimentos de fomento à leitura, à cultura e ao esporte nas unidades prisionais de todo o país.

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Acre

Rio Branco tem o maior preço médio do gás de cozinha do país

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A última edição da síntese do comportamento dos preços dos combustíveis referente à semana de 8 a 14 de maio, da Superintendência de Defesa da Concorrência (SDC), da Agência Nacional do Petróleo (ANP), mostra que o Acre teve o maior preço médio do botijão de 13 kg do gás de cozinha.

No estado, o preço médio de revenda GLP P-13 foi de R$ 130,766. Com relação à semana anterior, houve um aumento de 0,76%. No período das últimas quatro semanas, a variação foi de 0,22% e no período de um ano a elevação do preço foi de 25,95%.

O Acre é o terceiro estado do país com o maior preço médio do botijão de 13 kg do gás de cozinha, atrás de Mato Grosso, com preço médio de R$ 134,278, e Rondônia, com preço médio de R$ 133,959.

Considerando apenas a capital acreana, Rio Branco, o preço médio de R$ 130,478 – o maior do país para as capitais. Na última semana, a variação positiva foi de 0,94%, a mensal de 0,27% e a anual de 27,08%.

No país, o preço médio de revenda do GLP P-13 foi de R$ 112,93/13kg, com variação negativa de 0,16% em relação à semana anterior. Houve variação negativa de 0,65% em 4 semanas e elevação de 32,65% em 12 meses.

Na desagregação regional, todas as regiões registraram baixas na comparação semanal exceto pela região Sul (+0,07%). Na comparação em 4 semanas, houve quedas em todas as regiões. Na comparação em 12 meses, foram registradas somente altas.

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Acre

Petecão pede para população contribuir com seu Plano de Governo

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O pré-candidato ao governo do Estado, Sérgio Petecão, lançou uma plataforma para garantir a participação popular na construção do seu plano de governo, em evento do Partido Social Democrático (PSD)realizado na noite desta sexta-feira, 20, na Tenda Amarela.

O evento contou com a presença da suplente de senadora, Maria das Vitórias, do pré-candidato a vice-governador, João Tota Filho, e da pré-candidata a senadora, Dra. Vanda Milani, além dos pré-candidatos a deputados estaduais e federais do PSD.

A apresentação reuniu representantes de diversos segmentos da sociedade. Na ocasião, foi exposto o diagnóstico da situação atual do estado e os eixos que nortearão o Plano de Governo de Petecão, coordenado pelo economista Orlando Sabino.

Petecão falou da importância da participação popular na elaboração do plano. “Nós vamos discutir o plano de governo em todo o estado, ouvindo as pessoas de todas as regionais. Não adianta fazer plano de governo mirabolante, de 1000 folhas, e depois não cumprir nada. O nosso objeto é fazer um plano que nós possamos executar”, garantiu o pré-candidato ao governo.

Qualquer pessoa da sociedade civil pode deixar sua sugestão para a elaboração do plano de governo do Petecão acessando o site www.petecao.com.br/planodegoverno.

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