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Começa o III Congresso do Ministério Público do Acre

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Promover o debate sobre temas que desafiam a atuação do Ministério Público na sociedade contemporânea. É com este objetivo que a Associação dos Membros do Ministério Público do Acre (AMPAC), a Fundação Escola Superior do Ministério Público (FEMPAC) e o Ministério Público do Estado do Acre (MPE), iniciaram ontem, o III Congresso Estadual do MP do Acre, no Teatro Plácido de Castro, em Rio Branco.

A solenidade de abertura contou com a presença de procuradores e promotores de Justiça, além de autoridades convidadas, entre as quais, a Chefe da Casa Civil, Márcia Regina Pereira, representando o governador Tião Viana; o presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Adair Longuini; o Defensor-Geral do Estado, Dión Nóbrega; a Procuradora-Geral Adjunta para Assuntos Jurídicos, Patrícia Rêgo, dentre outras, além de estudantes do curso de Direito.

Entre os assuntos que serão debatidos no Congresso estão questões como a atuação e perspectivas do Ministério Público, a importância dos pequenos negócios para a inclusão social e econômica no Brasil, direitos da criança e do adolescente, dentre outros. Segundo o presidente da AMPAC, promotor de Justiça Ricardo Coelho, o encontro visa analisar e repensar a atuação da instituição. “Esta é uma oportunidade de ouro para que os membros possam reafirmar seu compromisso para melhor servirem a sociedade. Essa é a nossa missão”, disse.

Participam do evento pelo menos 18 presidentes de associações do MP brasileiro, além de membros do Ministério Público dos estados de São Paulo, Espírito Santo e Amazonas, que irão comandar os painéis sobre os temas que estão sendo propostos.

O secretário do Conselho Nacional do Ministério Público (CONAMP), José Silvério Perdigão de Oliveira, em sua fala, destacou que o evento também vai possibilitar o congraçamento de procuradores e promotores de Justiça. “Um congresso não é apenas um momento para discutir teses, não é só cultura, mas a oportunidade de estreitar relacionamentos. Nós temos que caminhar unidos, não podemos deixar que algumas vaidades não permitam que o nosso trabalho seja feito. Que possamos aprender e sair mais fortalecidos deste evento”, analisou.

O Procurador-Geral de Justiça, Sammy Barbosa Lopes, disse que a Constituição Federal de 1988 ampliou as áreas de atuação do Ministério Público, que segundo ele, precisa se adaptar aos desafios impostos pelas inúmeras mudanças que ocorreram na sociedade. “O primeiro desafio é conhecer essa sociedade e suas necessidades. Os estudantes não são mais revolucionários, mas estão com seus netbooks e tabletes, totalmente alheios aos problemas. Nós temos um modelo político que serve de exemplo para o mundo, mas se in ventou o terceiro turno das eleições, quando a vontade do povo precisa ser ratificada pelo Judiciário. Temos que ser vigilantes corajosos e atualizados. É preciso deixar, nem que seja por um minuto, os nossos gabinetes, nossos livros, disputas internas, e irmos para os bairros, presídios e escolas para escutar o cidadão”, enfatizou.

Para o presidente da FEMPAC, promotor Danilo Lovisaro, é necessário pensar na atuação do Ministério Público com foco no futuro e no presente, mas sem esquecer o passado. “Hoje o Ministério Público enfrenta desafios que nunca antes foram pensados. Com uma sociedade moderna e complexa, os problemas passaram a ser globais. Nós queremos uma sociedade onde todos passam ter as mesmas oportunidades”, avaliou.

A Chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Márcia Regina Pereira, fez uma avaliação das ações governamentais e disse que o trabalho do Ministério Público é fundamental para promover as mudanças que a sociedade espera, especialmente na política. “Pelos exemplos negativos que nós vemos na política acabamos fazendo julgamentos precipitados. A atuação do Ministério Público é fundamental para transformar essa realidade”, acrescentou.

A programação segue nesta quinta-feira, 22. À tarde, está previsto o lançamento do projeto “Bichos na Escola”, uma iniciativa do MPE, Prefeitura de Rio Branco e Universidade Federal do Acre (UFAC) que visa levar conscientização ambiental para as escolas. Também serão realizados cinco painéis sobre diversos temas, entre os quais, mandados de criminalização e novas formas de criminalidade e o perfil histórico e prospectivo do Ministério Público.

A programação do evento está disponível na página http://www.fempac.com.br/congresso2011/, na internet, e demonstra a integração do Ministério Público com a sociedade na busca da resolução dos desafios do Acre.

 

Agência de Notícias – MP/AC
Assessoria de Comunicação Social – ASCOM

Acre

Alan Rick é alvo de clonagem de telefone e alerta seguidores

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O senador eleito, deputado federal Alan Rick (União), usou as redes sociais nesta terça-feira, 4, para alertar seus seguidores quanto à realização de uma clonagem em seu número de telefone por criminosos.

O parlamentar destacou que os internautas devem ficar atentos a quaisquer mensagens estranhas ou pedidos de dinheiro. “Amigos, novamente alguém está se passando por mim no WhatsApp. Já fiz denúncia à polícia. Fiquem atentos”, declarou o parlamentar.

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Acre

Rodrigo Damasceno se põe como pré-candidato a prefeito de Tarauacá

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O ex-prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno (PODE), candidato derrotado à Câmara Federal neste ano, concedeu entrevista à rádio Boas Novas, nesta terça-feira, 3, e já se colocou à disposição para pleitear a disputa da prefeitura nas eleições municipais de 2024.

No entanto, Damasceno adiantou que não precisa ser ele o candidato, porém, reclamou da gestão da atual prefeita Lucinéia do PDT. “Se as coisas continuarem desse jeito e não vemos trabalho, coloco -me à disposição”, comentou.

Damasceno, contudo, defendeu a união das forças políticas do município contra a máquina pública. “Não era fácil lutar contra a máquina. Então, com entendimento da população, estaremos lá”, ressaltou.

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Acre

Cerca de 12 ex-deputados do Acre não conseguiram se eleger

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Além dos deputados estaduais que não conseguiram a reeleição, pelo menos 12 ex-parlamentares que já estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) em outras legislaturas, tentaram sem sucesso retornar ao parlamento estadual.

Alguns ainda conseguiram a suplência em seus partidos, mas nenhum dos ex-deputados estaduais que concorriam a uma vaga na Aleac tiveram sucesso.

Os atuais deputados estaduais que não conseguiram a reeleição foram: Antônio Pedro (União), Daniel Zen (PT), Bestene (PP), Neném Almeida (Podemos), Cadmiel Bonfim (PSDB), Marcus Cavalcante (PDT) e Wagner Felipe (Republicanos).

Veja a lista DOS EX-DEPUTADOS:

Leila Galvão – MDB – 4.046 votos

Jairo Carvalho – Republicanos – 4.001 votos

Raimundinho da Saúde – Pros – 3.558 votos

Eber Machado – Republicanos – 3.446 votos

Jamyl Asfury – Republicanos – 2.385 votos

Heitor júnior – PSD – 2.852 votos

Josemir Anute – Patriotas – 2.598 votos

Tarcísio Pinheiro – PL – 2.193 votos

Moisés Diniz – Solidariedade – 1.848 votos

Gilberto Diniz – MDB – 1.333 votos

Lourival Marques – MDB – 1.013 votos

Manoel Machado – Solidariedade – 509 votos

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Acre

Aleac tem agradecimentos de reeleitos e lamentação de Bestene

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A primeira sessão da Assembleia Legislativa do Acre pós-eleição nesta terça-feira, 4, foi marcada por agradecimentos dos deputados reeleitos e a lamentação isolada do parlamentar José Bestene (Progressistas), o único dos derrotados nas urnas que compareceu à Casa Legislativa. Dos 24 deputados da casa, somente 11 compareceram na sessão de hoje.

Primeiro a subir na tribuna da casa, o deputado Roberto Duarte (Republicanos), que foi eleito deputado federal, afirmou que seu objetivo é tirar totalmente o Partido dos Trabalhadores do poder, se referindo ao fato do candidato à presidência Luis Inácio da Lula disputar o 2º turno com o atual presidente Jair Bolsonaro. “Vamos fazer no Brasil o que foi exemplo do Acre, tirando totalmente o PT do poder”, disse.

Já Bestene, o segundo a se manifestar no pequeno expediente, parabenizou nesta a todos os eleitos no último domingo, 2 de outubro. “Foi uma alegria muito grande, percorrer o Estado. Recentemente estivemos em Acrelândia e a indicação nossa favoreceu o agronegócio e economia do município com técnicos agrícolas orientando os produtores”, disse, citando outros exemplos de obras que são resultado de seu trabalho na Assembleia Legislativa. Ele criticou a direção do Partido Progressista pela distribuição das candidaturas, alegando que a legenda poderia ter eleito mais parlamentares. “Estaremos fora atentos porque a gente milita há muito tempo e as pessoas nos procuram para conversar”, disse o parlamentar lamentando.

O líder do governo, deputado Pedro Longo (PDT) afirmou estar agradecido à população por sua reeleição. “Mais que dobramos os votos em relação à última eleição”, disse. Ele contrapôs a narrativa de que Líder de Governo não consegue eleição afirmando que seu trabalho, ao contrário, deu resultado porque foi com boa-fé. “Eram pautas importantes para que ao final a sociedade acreana fosse contemplada”, disse.

Já o deputado Fagner Calegário (Podemos), eleito para novo mandato, prometeu manter a defesa dos terceirizados na casa. “Externo com carinho e respeito meus agradecimentos aos pais e mães, amigos, trabalhadores terceirizados do Acre que me confiaram o retorno a esta Casa. Reafirmo o compromisso de defender o interesse dos trabalhadores públicos, todos os servidores e em especial os terceirizados”.

Em tom conciliador, o presidente da casa, deputado Nicolau Júnior (PP), que obteve mais de 16 mil votos nestas eleições e se tornou o parlamentar da Aleac mais votado da história, agradeceu a Deus pela campanha e cumprimentou um a um os eleitos, afirmando que o resultado é a prova do trabalho parlamentar. “Desejo sucesso a todos e vamos continuar da mesma forma, com o pé no chão, ajudando as pessoas que mais precisam”, disse. Ele reafirmou que a campanha política é difícil e todos se dedicaram muito. “Foi uma eleição tranquila, onde a democracia falou mais alto”, disse, lamentando o sistema eleitoral em que o Acre acabou não conseguindo reeleger Jéssica Sales e Perpétua Almeida, entre outros, devido à proporcionalidade.

O deputado Luiz Tchê (PDT) afirmou que a palavra de ordem é gratidão ao povo do Acre pelo quarto mandato na Aleac. “Estou muito motivado para continuar”, disse, agradecendo pelo trabalho do PDT, seu partido, na campanha. “O crescimento do PDT não foi surpresa para o próprio partido, já que seus integrantes se preparam para crescer muito nestas eleições. Tudo o que vier pela frente é decisão do partido”, disse. De acordo com Tchê o planejamento para 2026/2030 é governar o Estado.

O deputado Whendy Lima (União Brasil) se emocionou ao falar de sua reeleição e diz que recebeu sinais de Deus que o levaram a novo mandato. “Se estou aqui é porque Deus deu nova chance de vida e algum propósito ele tem”, disse Lima, que chegou a falar que abandonaria a carreira política e não seria mais candidato durante sua convalescença fora do Estado. “Tive três sinais: população pedindo para não desistir, a equipe e os enviados de Deus, quatro colegas dizendo que eu faço falta na Assembleia”, relatou. Chorando, Lima destacou o movimento divino que mudou tudo na sua vida. “Fomos o último a entrar na campanha e Deus concedeu a oportunidade. Agradeço a todos municípios, a minha mãe que sempre orou pela minha campanha e o Estado, e agradeço a minha esposa e ao velho N. Lima”, disse, destacando o caráter de seu pai, presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco.

Eleito deputado federal, o deputado estadual Gerlen Diniz (PP), agradeceu ao deputado petista Jonas Lima, que não concorreu a reeleição, mas ajudou o Progressista a obter votos em Mâncio Lima. “Desde Mâncio Lima a Assis Brasil. Meus amigos mostraram que posso contar com eles”, disse, agradecendo a Jonas Lima, do PT, pela colaboração. Em Mâncio Lima, Gerlen obteve 1.000 votos. “Jonas Lima está saindo da política pela porta da frente. É uma honra para mim você dizer que é meu amigo e para mim é uma honra dizer que sou seu amigo”, disse. Ele diz que não trai, não engana mas na política há traições. Ele foi votado nos 22 municípios do Acre, e destacou o trabalho de todos.

Já o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), projetou mandato de Gladson em salto alto e teme pelo que vem aí. “O governo fez barba, cabelo e bigode. A base governista e isso pode virar um problema porque tudo demais pode virar problema na gestão dos processos”, disse. “Quando as urnas se manifestam a primeira atitude que devemos ter não é de revolta dos resultados. Quem se revolta não está preparado para tirar lições do processo”, disse, lembrando que as eleições são fruto de um momento. “Meu papel aqui será de ser fiel à decisão tomada pelo povo acreano. Fiz uma campanha encarnada, não só vermelha, porque queria que os resultados das eleições as pessoas se escondem. Em um Estado bolsonarista fiz questão de mostrar que sou lulista”, disse. Para ele, será necessário um gesto ao centro na disputa presidencial. “Nos próximos dias teremos a batalha da costura para construir o processo eleitoral”.

Encerrando a sessão, o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), também reeleito, disse que está grato ao povo do Acre, que o reconduziu ao Parlamento, e ressaltou a família e apoiadores. “Em nenhum momento eu tive medo de não me reeleger porque trabalhei muito”, disse. Ele agradeceu a Deus, a população e a todos que contribuíram pela reeleição. “Infelizmente, alguns não conseguiram voltar”, disse, destacando os que se elegeram deputado federal.

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