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Combater o Bullyng é responsabilidade de todos, afirma PGE

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Em agosto passado foi aprovado o projeto de lei que combate o Bullying nas escolas do Acre. De acordo com a norma, a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, vexatória ou preconceituosa será proibida nas escolas tanto da rede pública quanto da rede privada de ensino. As vítimas dessas agressões devem ser amparadas pelas instituições e receber cuidados especiais. Caso seja necessário, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos será acionada para tomar as devidas providências.

De acordo com informações, dezenas de pais têm entrado com ações na justiça na busca de indenização porque seus filhos foram vitimas de Bullying dentro de escola publica pelos próprios colegas de classe.

Com base na própria lei, editada pela Assembleia Legislativa, a Procuradoria-Geral do Estado do Acre, por meio do Procurador do Estado Harlem Sousa, destaca que o Estado do Acre vem tomando as medidas cabíveis diante dos fatos instituindo o Programa de Combate ao Bullying. Segundo a referida lei, caberá a cada unidade escolar criar uma equipe, com a participação de professores, alunos, pais e voluntários, para informar, orientar e prevenir esse tipo de violência. “A sociedade não aceita mais esse tipo de assédio moral. Antigamente era comum ouvir piada envolvendo questões raciais. Hoje isso é totalmente repudiado. Igualmente, o bullying, que era tido somente como ‘brincadeira de mau gosto’, agora é tratado com seriedade, pois as crianças submetidas a essa opressão têm o seu desenvolvimento social e intelectual prejudicado”, ressalta.

A introdução de políticas públicas que combatam o Bullying tem o intuito de desenvolver um grande debate na sociedade, difundindo-se a idéia de que a escola deve ser um ambiente de aprendizado, integração e bem-estar, convencendo os estudantes de que as brincadeiras devem encontrar limites nas regras de boa convivência e de respeito ao próximo.

Nesse sentido, a PGE ressalta a importância das famílias e a sociedade também cumprirem o seu papel: “a Constituição Federal estabelece que é dever do Estado, da sociedade e da família cuidar da formação de crianças e adolescentes, protegendo-as de qualquer forma de violência. Porém, há de se considerar que o educador não pode ser responsabilizado pelos atos de violência dos seus alunos. O papel do Estado é identificar o problema e oferecer meios de conscientização e, se necessário, sanção. Mas é na família que a criança encontra as suas primeiras noções de limites. É fundamental a participação dos pais nesse processo”, finaliza Harlem Moreira, Procurador responsável por acompanhar tais ações na justiça.

Acre

Criminoso se esconde, rende mulher e rouba motocicleta em Rio Branco

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Imagens do sistema de segurança e monitoramento registraram o momento exato em que acontecia um roubo na última sexta-feira, 24, no bairro Santa Inês, situado na região do Segundo Distrito de Rio Branco.

Em vídeo, é possível ver o criminoso andando pela calçada e se escondendo atrás de uma caminhonete, aguardando a vítima. No momento em que uma mulher trafegava numa motocicleta modelo Biz, cor preta, placa QLY-4631, vai se aproximando do carro estacionado.

Com uma arma de fogo, o suspeito entra na frente da moto e rende a jovem, que desesperadamente desce da motocicleta e sai correndo. Em seguida, o criminoso monta na moto e foge do local.

A Polícia Militar foi acionada, fez patrulhamento na região em busca de prender o assaltante, mas ele não foi encontrado. A mulher foi orientada a registrar o boletim de ocorrência na delegacia. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Com informações do Portal FNA

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Acre

Acre tem apenas um novo caso e nenhuma morte pela Covid-19

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O estado do Acre confirmou apenas um novo caso de infecção pela Covid-19 nesta segunda-feira (27). Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre),o número de infectados está em 87.939. Nenhuma cidade acreana teve mortes pela doença nesta segunda.

Dessa forma, o número oficial de mortes por Covid-19 permanece em 1.836 em todo o estado. Até o momento, o Acre registra 248.151 notificações de contaminação pela doença, sendo que 160.174 casos foram descartados e 38 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 85.917 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 14 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas na plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

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Acre

Acreano se nega a “ficar” com homem e é agredido em SP

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O jovem acreano e blogueiro, Thiago Matheus, 26 anos, mais conhecido como “Acreana Real” compartilhou nas redes sociais os momentos de terror que viveu na manhã desta segunda-feira, 27, no centro de São Paulo (SP).

Em uma série de stories divulgados no Instagram, Thiago aparece chorando após ter sido vítima de agressão de um homem que não aceitou um ‘não’ como resposta do blogueiro, após ele se negar a ter relações. No vídeo, é possível constatar o rosto do jovem desfigurado.

“O cara queria me obrigar a ficar com ele e eu não queria. Eu vim ao posto da Polícia Militar e o agente me ignorou. O homem me bateu e eu nunca tinha passado por isso na minha vida. Ele falou que ia me levar pra casa dele e depois começou a me bater”, disse o jovem aos prantos.

“As pessoas aqui de SP são cada uma por si. Eu nunca tinha passado por isso na minha vida e eu pedi ajuda na padaria, mas o homem de lá, mandou eu ir embora e o meu agressor me bateu fora da padaria”, acrescentou.

Em outro trecho, Thiago afirmou que se encontra em casa se recuperando das agressões sofridas e salientou que só foi receber ajuda após mostrar o número de seguidores que tinha no Instagram aos agentes da Polícia Militar de São Paulo.

“Eu corri até o posto de polícia e o agente não me deu nem atenção, aí quando eu disse que era influente o policial começou a me dar confiança. O meu medo era o homem me levar e querer me matar. Eu entrei no desespero”, salientou o jovem aos prantos.

Veja o vídeo:

 

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Acre

Desemprego cresce com bloqueio de ponte em Assis Brasil , diz prefeito

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Após a manifestação de domingo (27) envolvendo brasileiros e peruanos, o prefeito Jerry Correia voltou a criticar o bloqueio sanitário na ponte que liga Assis Brasil a Iñapari. O lado brasileiro está aberto mas há restrição para ingresso no País vizinho, o que segundo Correia facilita abusos.

Não há dados oficiais mas projeções mostram que o movimento econômico de Assis Brasil depende 60% da população peruana vizinha. Há segmentos comerciais que dependem quase 100% de seu movimento normal, como as casas agropecuárias, aos produtores do Pais vizinho.

As madeireiras de Iñapari empregavam cerca de 500 brasileiros, que além de perderem o emprego com o fechamento da ponte ficaram sem poder de compra, uma situação que fragiliza ainda mais a economia da região, sem indústrias, fábricas e com comércio tímido.

“Pedimos que o governo central do Peru reveja essa medida”, disse o prefeito. Em Assis Brasil a população acima de 12 está praticamente toda vacinada contra a Covid-19.

Além da questão econômica, moradores de Iñapari e Assis Brasil reclamam do abuso de parte da polícia peruana em relação ao fluxo na ponte.

“A população de Iñapari também precisa de Assis Brasil, e agora não tem mais o consumo”, completou.

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