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Caminho da roça

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Há uma semana dei em primeira mão que o vice-governador César Messias (PP) e o deputado Élson Santiago (PP) não iriam para o PMN, mas, para o PSB, caso o presidente Gladson Cameli (PP) se afastasse da FPA. Gladson não recuou. César e Élson, então, decidiram dar adeus ao PP.

Não retalia
Uma fonte muito próxima do presidente do PP, deputado federal Gladson Cameli, me garantiu ontem que, ele não retaliará pedindo os mandatos e dará a ambos uma “carta de liberação”.

Fatos que pesaram
Para a decisão da saída do César  pesaram ter seu grupo sido apeado do comando do PP e a declaração de Gladson que, em Cruzeiro do Sul, apoiará a reeleição de Wagner Sales (PMDB).

Questão de lealdade
Já o deputado Élson Santiago (PP) foi pragmático: “jamais abandonaria o Tião Viana e a FPA”.

Com essa ressalva
Com a ressalva de ter entendimento contrário à volta dos radares (servem só para aumentar a renda do Detran), no mais, a diretora Sawana Carvalho é uma boa e bem intencionada gestora.

Cresce a chance
Para minha surpresa, uma fonte de trânsito no círculo fechado do PT, revelou ontem que, ao contrário do que se especula, Daniel Zen está bem cotado para ser o nome do PT à PMRB.

Só reviravolta
Segundo a fonte, só uma grande reviravolta colocaria os deputados Ney Amorim (PT) e Sibá Machado (PT) como favoritos para abiscoitar a indicação do partido para a disputa da PMRB.

Comentar no concreto
Embora a fonte seja boa, prefiro aguardar o dia 13, data do anuncio do nome do candidato, para um comentário concreto. Quem sabe o peso do pote é quem vai segurar na rodilha.

Não perderia nada
Setores do PT tentam convencer o vice César Messias topar a parada duríssima de tentar derrotar o prefeito de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales, já que não precisaria deixar o cargo.

Único nome
César candidato não significa vitória, mas, é o único nome da FPA a endurecer a disputa.

Outro contexto
O senador Anibal Diniz (PT) ainda está naquela do PT eleger qualquer um. Cita como exemplo a vitória do Binho que, segundo ele, “saiu do zero”, mas, se esquece que foi em outro contexto.

Contextos diferentes
Anibal sabe que cada eleição acontece em um contexto e nuances diferentes.

Situações antagônicas
O PT vive hoje situações antagônicas: o governador Tião Viana está com uma imagem positiva (é o que se ouve até de adversários), mas, quando se fala o nome “PT”, a reação é negativa.

Trem da alegria
Aumentar o número de vereadores na Capital é criar um trem da alegria: nada, além disso.

Postura correta
O presidente da Câmara Municipal, vereador Juracy Nogueira (PP), tem tido uma postura ética ao ser contra. Se o aumento fosse trazer algum benefício ao povo, tudo bem, mas não vai.

Sem aliança
O senador Sérgio Petecão (PSD), em que pese a direção nacional do PT ser a favor, descarta qualquer possibilidade de uma aliança, no Acre, seja na eleição de 2012 ou em 2014.

Catando nome
Sobre a eleição municipal, Petecão avalia vários nomes para indicar um ao PMDB como “vice” do mais provável candidato a prefeito da Capital do partido, Fernando Melo (PMDB).

Tirar a limpo
O deputado federal Henrique Afonso (PV) poderia vir de público e esclarecer a quizumba em que se transformou a polêmica da sua pré-candidatura a prefeito de Rio Branco.

Mar de dúvidas
Em que pese a seriedade do Henrique, pouca gente crê na história dele trombar com a FPA.

Gato por lebre
Ao trazer a prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino (DEM), o PCdo B comprou gato por lebre. Marilete está perdida, em baixa popular, e não será um bom nome para disputar a reeleição.

No máximo
A filiação de Marilete ao PCdoB, no máximo serve para tirar uma prefeitura da oposição.

Duas baixas
Com a sua ida para o PCdoB a oposição sofre a sua segunda baixa, a primeira foi o prefeito do Bujari, Padeiro, que deixou o PMDB pela FPA.

Nome forte
Com um problema atrás do outro na justiça, o prefeito de Porto Walter, Neuzari Pinheiro (PT), deixa o caminho livre para o candidato Zezinho Barbari (PMDB), ganhar aquela prefeitura.

Cada eleição é uma história
Que o PT não vive no Acre um bom momento político é notório. Mas, é frágil o argumento que a oposição “já ganhou” a prefeitura da Capital. No governo está um político, Tião Viana, que conhece o caminho das pedras. O PT detém a Prefeitura. São duas máquinas que pesam. A oposição é hoje favorita. Mas isso é volátil, a campanha, que definirá tudo, nem começou.

 Por Luis Carlos Moreira Jorge

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