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Acre ainda lidera números de doentes por causa da malária

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Embora na Amazônia Brasileira, entre os anos de 2006 a 2009, o maior risco de adoecimento por malária ocorreu em 2006 (22,90/1000 hab) o Acre, diferente dos demais estados, ainda lidera o ranking de doentes de malária com a taxa de (37,64/1.000 hab.), seguido do estado de Roraima, que apresentou o segundo maior IPA da região (32,12/1.000 hab.).

Os dados são do Ministério da Saúde através do Documento de Orientações acerca dos Indicadores de Monitoramento e Avaliação do Pacto pela Saúde, nos componentes pela Vida e de Gestão, relativo ao biênio 2010 – 2011.  Os municípios da região do Juruá, continuam sendo os de maior risco. O tipo predominante na região, a vivax soma 82% dos casos, cuja quase totalidade das ocorrências, encontram-se nos municípios de Rodrigues Alves, Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul, considerados de alto risco.

O Amazonas foi o terceiro estado com maior risco de adoecer por malária, apresentando um IPA de (30,05/1.000 hab.). Estes estados foram classificados como de médio risco. Os estados do Mato Grosso, Maranhão e Tocantins foram classificados como estados de baixo risco de adoecer por malária.

O Acre está entre os seis estados brasileiros considerados prioritários pelo Programa Nacional de Controle da Malária. Os médicos sanitaristas Manuel Cesario e Raquel Rangel Cesario, alertam para uma nova epidemia no século XXI. Segundo eles, “o mesmo flagelo que ceifou milhares de vidas na Amazônia cem anos atrás, pode se repetir”, como principal causa, os pesquisadores apontam a construção das BR´s, que segundo estudos, demonstra a contribuição de dispersão do vetor da doença.

Jairo Carioca – da redação de ac24horas
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Acre

Em Xapuri, polícia prende homem que se passava por policial militar

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A Polícia Civil de Xapuri prendeu em flagrante, na manhã desta sexta-feira (14), um indivíduo de iniciais J.L.S., de 21 anos de idade, que estava se passando por policial e abordando pessoas que transitavam em via pública no município.

Usando uniforme da Polícia Militar e roupas camufladas, ele portava uma pistola que dispara esferas de aço. Nas abordagens que fazia, o acusado dizia para as vítimas que era policial e que trabalhava na equipe do Inspetor Investigador Eurico Feitosa.

De acordo com a investigação, ele pegava o aparelho celular dos abordados e fazia uma averiguação para saber se a pessoa pertencia a alguma facção criminosa e depois devolvia o telefone para a pessoa.

Com base nas características informadas pela população, a Polícia Civil identificou e prendeu o falso policial juntamente com as roupas que ele utilizava nas abordagens, além de três armas de pressão, sendo duas pistolas e uma carabina.

O falso policial possui diversas passagens pela polícia, inclusive por furto de motocicletas. Ele foi encaminhado para a delegacia da cidade para os procedimentos de praxe e responder pelo crime de falsa identidade.

Com informações da Assessoria da Polícia Civil.

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Acre

Acre mantém alto índice de casos com quase 300 infectados

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O estado do Acre segue registrando alto números de novos casos de contaminação pelo novo coronavírus. Nesta sexta-feira, 14, foram 285 novas pessoas confirmadas com Covid-19 nas últimas 24 horas.

Segundo a secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), o número de infectados subiu para 89.529 em todo o estado.

Nenhum óbito foi registrado nesta sexta-feira, 14 de janeiro, fazendo com que o número oficial de mortes por covid-19 permaneça 1.854 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 256.727 notificações de contaminação pela doença, sendo que 167.131 casos foram descartados e 88 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Pelo menos 86.374 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 11 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Os dados da vacinação contra a covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas na plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

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Acre

No Acre, mulher é nomeada assessora com o nome “Paulinha”

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Um fato inusitado provocou espanto e gargalhadas de quem leu o Diário Oficial do Estado do Acre desta sexta-feira, 14. O que chamou atenção foi uma nomeação da Câmara de Vereadores de Cruzeiro do Sul. O presidente do parlamento municipal, Franciney Freitas publicou a nomeação de uma mulher identificada apenas pelo apelido de “Paulinha”, sem especificar o sobrenome da futura assessora.

De acordo com o decreto, “Paulinha” vai exercer as funções de assessora parlamentar no gabinete do vereador Gilmar da Saúde, do PDT.

Provavelmente na próxima segunda-feira, 17, data do próximo Diário Oficial, o decreto de nomeação da Paulinha deve ser republicado por incorreção e trazer o nome completo da assessora.

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Acre

Waldirene não descarta mudança de bandeira para conter a Covid

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A governadora em exercício, desembargadora Waldirene Cordeiro, realizou nesta sexta-feira, 14, na sala de reunião do Palácio Rio Branco, uma reunião de alinhamento entre instituições para tratar sobre os casos de Covid-19 e vacinação.

A magistrada enalteceu a presença maciça das autoridades em prol de tentar erradicar o constante aumento de casos da doença. “O que estamos tentando é diminuir o impacto. Vacina, sim, resolve nosso problema. Temos que conscientizar as famílias”, declarou.

Com a avaliação do Pacto Acre Sem Covid em dezembro, onde determinou a classificação do Nível de Risco de todas as três regionais de saúde para o Nível de Atenção (bandeira amarela), até 31 de janeiro de 2022, Waldirene não descarta uma regressão para a bandeira laranja em decorrência do quadro de emergência dos casos de covid-19 e síndrome gripal. “Caso de alteração de bandeira [para a laranja ou vermelha]”.

Em acordo com a decisão da governadora, a procuradora-geral do Ministério Público do Estado do Acre, Kátia Rejane, disse que o órgão controlador, mesmo antes da decisão do comitê, deverá classificar o órgão em bandeira laranja, além de realizar a redução do pessoal dentro do local. “Vamos avançar para bandeira laranja com 30% dos servidores do local. Há uma preocupação do Ministério Público nos cuidados para evitar o contágio”.

A secretária de saúde, Paula Mariano, ressaltou que nos últimos 14 dias foram notificados mais de mil casos de Covid-19, além disso, ela alerta que há uma grande procura no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into). “Estamos com mais de 300 pessoas procurando o Into, mas temos poucas internações e só dois óbitos. Estamos reorganizando o Into para melhorar o atendimento”, ressaltou.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

A coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Estado, Renata Quiles, disse que em relação à imunização das crianças vão corresponder a 5,83% nos 22 municípios do Acre. “Vamos distribuir a partir das 22 horas da noite de hoje. A vacinação no interior se inicia apenas na segunda-feira, com a imunização de comorbidades e indígenas”.

Outro dado alarmante levantado por Quilles é em relação a grande quantidade de vacinas em estoque aguardando a procura da população que não é adepta a imunização. “Temos mais de 80 mil doses de Pfizer esperando a população. Muitos servidores estão cansados, desgastados, porque hoje temos a barreira de negativa e resistência por parte da população que se nega a se vacinar”, explicou.

O deputado estadual Jenilson Leite (PSB)afirmou que a atitude em convidar os poderes é de suma importância para ajudar a população. De acordo com o infectologista, o estado está em um novo cenário epidemiológico. “O governo tentou abrir leitos lá atrás. Hoje temos as vacinas. Temos que desenvolver a nossa estratégia, seguir vacinando a moda população. Nós não deveríamos ficar no modelo habitual de vacinação, se seguimos essa situação não vamos alcançar a meta”, declarou.

O parlamentar sugeriu que o governo precisa tomar medidas eficazes contra a chamada 3° onda da Covid-19. “Tem que convocar as escolas públicas e as igrejas, pois eles precisam ajudar nessa questão, criando um centro de vacinação nesses meses locais para tentar fazer a cobertura imediata”, sugeriu.

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