Tricas & Futricas

Engraçado

Por
Da Redação

Se os grupos de “homens de bem” soubessem as circunstâncias e o contexto político que justificaram a criação do Dia Internacional da Mulher, jamais aceitariam essa subversão. É até engraçado perceber como os grandes veículos de comunicação, calculadamente, foram deixando a data se desvirtuar. É o jogo jogado; tem “de um tudo”.

Exceção

Mapa abriu uma série de exceções para os exportadores de carne de frango para o Oriente Médio. Ano passado, as exportações para a região somaram US$ 3,2 bilhões. Não dá para brincar com tanto dinheiro.

Bocalom e o jogo político de 2026

Nos bastidores da política acreana, comenta-se que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, pode endurecer o discurso caso não consiga viabilizar sua candidatura ao governo do Estado em 2026. A leitura de alguns aliados é de que um eventual movimento nesse sentido poderia impactar diretamente o projeto político do senador Marcio Bittar, que tem sido um dos principais destinadores de emendas para a gestão municipal.

Efeito colateral nas chapas

Outro ponto levantado nos bastidores é a possibilidade de a primeira-dama, Kellen Bocalom, entrar na disputa por uma vaga na Câmara Federal. Caso isso ocorra, o movimento poderia alterar o cenário de candidaturas dentro do próprio campo político.

Alysson no radar

Há também quem observe com atenção a situação do vice-prefeito Alysson Bestene, que dizem estar até fazendo “mandinga”. Em caso de eventual saída de Bocalom da prefeitura para disputar outro cargo, ele seria o principal beneficiado politicamente, assumindo o comando da administração municipal por mais de dois anos.

Espalhando apoio

Pelas bandas do Juruá, tem deputado estadual “fechando” com Deus e o mundo. Alguns, já prometeram apoio para algo em torno de três candidatos a deputado federal. O curioso é que eles repetem a estratégia das eleições passadas, prometendo apoio para vários lados, só que agora alguns dos nomes são diferentes. Na política, promessa demais costuma gerar conta difícil de fechar depois.

Um traidor

Em tempo: você sabia que o vereador João Paulo, que exerceu o mandato de diretor da Fundação Hospitalar, por indicação do presidente da Aleac, traiu a confiança do deputado Nicolau Júnior, que vai disputar a reeleição? Em um encontro de equipe de apoio, o vereador teria cobrado a importância de R$ 150 mil para apoiá-lo. Nicolau sorriu e disse: “Obrigado, meu amor. Siga sua carreira porque minha campanha não vai distribuir dinheiro; é uma campanha de grupo político”. O cara ficou branco, sem ação e constrangido.

Indígenas na cidade

Em Cruzeiro do Sul, é cada vez maior o número de indígenas morando na cidade. Alguns fazem o curso de Licenciatura da Ufac, outros vendem artesanato e muitos não fazem nada.

Indígenas

A cooperação entre governo do Acre e a Funai reforça políticas voltadas à proteção de territórios e povos originários. O Estado concentra dezenas de terras indígenas e milhares de habitantes tradicionais. A articulação institucional tenta reduzir conflitos fundiários e ampliar políticas públicas.

Gestão territorial

As terras indígenas e unidades de conservação formam parcela significativa do território acreano. Em alguns municípios, essas áreas representam mais de metade da extensão territorial. O dado mostra como a gestão ambiental influencia diretamente o planejamento regional.

Dados animadores

A segurança pública do Acre voltou a ganhar visibilidade nacional em debates do Conselho Nacional de Secretários. Indicadores recentes mostram queda em alguns crimes violentos, mas o Estado ainda enfrenta desafios nas áreas de fronteira. A comparação com outras regiões amazônicas revela problemas comuns.

Integração

A atuação conjunta entre órgãos federais e estaduais aparece como estratégia recorrente nas políticas públicas recentes. Parcerias institucionais ampliam capacidade de ação em áreas como segurança e proteção territorial. Sem integração, muitos programas acabam limitados por recursos ou alcance.

Amazônia

O Acre segue inserido no debate estratégico sobre governança da Amazônia e desenvolvimento regional. Estados amazônicos concentram desafios ambientais e sociais distintos do restante do país. Políticas públicas para a região exigem equilíbrio entre conservação e crescimento econômico.

Perigo nas estradas

Autoridades e moradores da região de fronteira têm demonstrado preocupação com a frequência de acidentes graves registrados nas rodovias ao longo deste ano. Os episódios, muitos deles violentos, reacendem o debate sobre fiscalização, sinalização e segurança viária na região.

Fronteira

Sobre a posição do Acre no tabuleiro da segurança nacional, a posição geográfica do Estado, na fronteira com Peru e Bolívia, torna a segurança pública um tema permanente. Rotas internacionais ampliam desafios de fiscalização e combate a crimes transnacionais. Estados fronteiriços costumam enfrentar indicadores diferentes da média nacional.

Gestão

O debate sobre políticas públicas recentes evidencia a importância da coordenação entre diferentes níveis de governo. Programas federais dependem de execução local para gerar resultados concretos. Sem gestão integrada, metas nacionais dificilmente se traduzem em impactos regionais.

Monitoramento

Dados epidemiológicos e indicadores de segurança mostram como a gestão pública depende cada vez mais de monitoramento contínuo. Informações atualizadas permitem ajustar políticas antes que crises se ampliem. Estados que investem em dados tendem a reagir com mais rapidez.

Cenário

Os temas discutidos no Acre ao longo da primeira semana de março — saúde, segurança e governança territorial — refletem nada menos que os desafios estruturais do país. Em comum, todos exigem planejamento de longo prazo e cooperação institucional. A comparação entre regiões mostra desigualdades persistentes nas políticas públicas.

Ruas de Cruzeiro do Sul

Agora, com o período mais intenso de chuvas ficando para trás, as ruas de Cruzeiro do Sul começam a apresentar mudanças. Com a melhora do tempo, os serviços de recuperação são intensificados. A informação que circula é de que, neste verão, vai ter asfalto novo no balde na cidade.

Só de “boinha”

Gladson não está conseguindo esconder uma certa impaciência com os ritos governamentais. A verdade precisa ser dita: ele está contando as horas para ficar do mesmo jeitinho que a charge da coluna expôs no início da semana passada: praia, bermudão, sol, relógio da moda no pulso, drinks. Só de ‘boinha’, antes da campanha que ele julga já ganha.

Cuidado

O Governo do Acre comemora um suposto “equilíbrio” na relação de salários entre homens e mulheres. Uma forma de tentar amenizar os dados sobre feminicídio com a muleta torta de uma conta mal feita.

É o máximo

Não se trata de “equilíbrio”. A questão é que, no Acre, a média salarial é nivelada por baixo. Seja homem ou seja mulher, a maior parte da classe trabalhadora acreana recebe o salário mínimo. É o máximo. E quem recebe regularmente tem que se sentir muito contemplado.

Cuidado

É preciso ter cuidado com a classificação imediata dos episódios de explosões em uma boate no Peru como “atentado”. A não ser que as investigações assegurem. Quem tem mais de 50 anos cresceu com o noticiário recheado de atentados, em Lima, sobretudo, assinados pelo grupo Sendero Luminoso. Uma coisa é disputa de facções. Outra é um atentado por motivação política clara.

Lamentável

O episódio da entrevista do governador Gladson Camelí se engasgando para falar “Minha Casa Minha Vida” é lamentável. Gladson, definitivamente, não precisa disto. Mal orientado, apequena-se.

Azul

É só o escriba desta coluna que acha feia a estética apresentada pelas obras da Prefeitura de Rio Branco? É um azul que agride. Há um excesso. Ou não?

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