O ministro André Mendonça, do STF, relator do caso “Master” determinou a prisão de Daniel Vorcaro à prisão.

Melhor dizendo: determinou o seu retorno à prisão, afinal de contas, dela ele havia saído em razão dos fantasiosos argumentos apresentados pela sua impressionante e competentíssima banca de advogados, embora o mesmo já estivesse cumprindo algumas restrições à sua própria liberdade, entre elas, o uso das incômodas tornozeleiras eletrônicas e a indisponibilidade de seu correspondente passaporte.

Como as falcatruas que o dito cujo já havia patrocinadas foram tantas que, ao invés de presidente de uma instituição bancária o mesmo se comportava como se fosse comandante em chefe de uma organização criminosa. À propósito, já devidamente contabilizadas, as suas falcatruas já ultrapassam, salvo provas em contrário, a casa dos R$-40,00 Bilhões.

Num particular, registre-se: malandramente, em suas festas, tidas e havidas como de arromba, pois era assim que os nossos mais destacados colunistas sociais denominavam, ele conseguia reunir, e sentados da mesma mesa, lulistas e bolsonaristas, algo praticamente impossível em razão da nossa radical polarização política.

Que os bolsonaristas estejam apontando os nomes dos lulistas, e ao mesmo tempo, os lulistas apontando os nomes dos bolsonaristas que mantinham relações com Daniel Varcaro, melhor fariam se deixassem por conta da nossa PF-Polícia Federal, do nosso MP-Ministério e por fim, do nosso Poder Judiciário determinar o verdadeiro papel desempenhado pelo cristão Daniel Varcaro. De mais a mais, a sua família é constituída por diversos pastores evangélicos e todos vinculados à Igreja Batista de Lagoinha. Daí a pergunta que precisa ser respondida: o que o pastor Silas Malafaia tem dito a respeito da religiosidade da família do próprio Daniel Varcaro e do seu pai e avo?

Enquanto relator do caso “Master” o Ministro do STF Dias Toffoli, deixou muito a desejar, embora já bastante sufocado, e de certo modo bastante comprometido, tenha renunciado a condição, de relator, função está, ora sob a responsabilidade pelo ministro André Mendonça.

Ante a repercussão do gigantesco escândalo que o próprio Daniel Varcaro havia pilotado, e do qual o seu antecessor ministro Dias Toffoli havia se afastado, ao substituí-lo, o ministro André Mendonça, em razão do pepino que terá a descascar, embora tenha chagado ao STF no governo do então presidente Jair Bolsonaro, jamais ele irá se posicionar levando em consideração a nossa polarização.

De certo uma coisa: o escândalo do Banco Master, o maior de nossa história bancária precisa ter fim e ser o último. Para tanto, que a justiça seja feita, ou seja, culpando os culpados e inocentando os inocentes.