O Acre conquistou a 2ª posição nacional no ranking de Equilíbrio de Gênero no Emprego Público Estadual, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estado registrou pontuação de -1,0, em uma escala que varia de -100 a 100. Quanto mais próximo de zero, maior é o equilíbrio entre homens e mulheres na ocupação de cargos da administração pública estadual — desconsiderando as áreas de saúde e educação.
O Acre ficou atrás apenas do Espírito Santo, que obteve -0,2, a melhor colocação do país no indicador. Na outra ponta da lista aparece o Ceará, com -22,2, registrando a maior distância em relação ao cenário de equilíbrio.
Como funciona o indicador
O indicador de Equilíbrio de Gênero no Emprego Público Estadual mede a distância entre a participação das mulheres em cargos da administração pública estadual (exceto saúde e educação) e a participação feminina na força de trabalho ampliada.
A escala varia de:
• -100: pior cenário possível para as mulheres;
• 100: pior cenário possível para os homens.
Notas mais próximas de zero indicam maior equilíbrio de gênero na estrutura do serviço público estadual.
Destaque para o Acre
Com o resultado de -1,0, o Acre aparece entre os estados mais próximos do cenário ideal de paridade, demonstrando equilíbrio na presença feminina em cargos públicos estaduais fora das áreas tradicionalmente mais ocupadas por mulheres, como saúde e educação.
O levantamento integra o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, que reúne diversos indicadores sociais, econômicos e de gestão pública para avaliar o desempenho das unidades da federação. Os dados utilizados para a construção do indicador têm como base informações do IBGE.