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Defesa Civil avalia construção de 63 casas após enxurrada em Brasileia

Por
Rebeca Martins

A equipe técnica da Defesa Civil Nacional realizou vistoria, nesta terça (3), às áreas da zona rural atingidas por uma enxurrada no fim de janeiro, junto ao prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, que acompanhou a equipe. A agenda também incluiu visita aos locais previstos para a construção de 63 casas destinadas a famílias afetadas pela inundação de 2024.

Durante a visita, engenheiros e técnicos avaliaram os pontos mais afetados pelas chuvas. Segundo a prefeitura, a enxurrada danificou 13 pontes e 20 linhas de bueiros, o que deixou mais de 500 famílias isoladas na época. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 1,5 milhão. Uma das estruturas vistoriadas foi a ponte do Ramal Santa Luzia, no km 84.

Participaram da vistoria os engenheiros civis da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, Ademar Lopes e Lilian Alves, além de técnicos das defesas civis municipal e estadual. A equipe avaliou os danos estruturais e discutiu as intervenções necessárias para recuperação das áreas afetadas.

No início de fevereiro, a prefeitura decretou situação de emergência em razão dos danos causados pelas chuvas. O governo federal reconheceu a medida após publicação no Diário Oficial da União, o que permite ao município solicitar recursos para obras de recuperação.

A programação começou na segunda-feira (2), com reunião na sala de situação da Defesa Civil Municipal. O encontro reuniu representantes dos órgãos municipal, estadual e federal para análise dos danos e definição de encaminhamentos.

Segundo o prefeito, a visita da equipe federal ocorreu após agenda em Brasília, quando solicitou apoio do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional. “Estamos aqui acompanhados da Defesa Civil Nacional, através de uma ida nossa em Brasília, quando fizemos visita lá em busca de emendas para o nosso município. Lá, conseguimos falar com o secretário nacional de Defesa Civil, que abriu novamente uma oportunidade para que nós de Brasiléia ganhássemos 63 casas populares para serem construídas em decorrência da alagação de 2024”, afirmou.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, destacou a importância da vistoria técnica. “Essa vistoria detalhada com os engenheiros da Defesa Civil Nacional é essencial para consolidarmos os relatórios técnicos, atualizarmos os danos e assegurarmos os recursos necessários para reconstrução das pontes e recuperação dos bueiros”, disse.

A agenda terminou na sede da prefeitura, com a definição dos encaminhamentos técnicos que serão apresentados ao governo federal. O município aguarda a liberação de recursos para recuperação das estruturas danificadas e para a construção das moradias destinadas às famílias atingidas.

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Rebeca Martins