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Líder supremo do Irã, Ali Khamenei é alvo de ataque dos EUA, diz Israel

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CNN Brasil

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi alvo do ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao país iraniano neste sábado (28), segundo um oficial israelense. A informação também foi confirmada à CNN por duas fontes próximas à operação militar.

Os resultados do ataque a Khamenei ainda não foram informados. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Sayyid Abdolrahim Mousavi, também foram alvos de ataques.

Outros alvos incluíam o secretário do recém-criado Conselho de Defesa do Irã, Ali Shamkhani, e o secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, de acordo com fontes israelenses.

Até o momento, uma morte foi confirmada durante o conflito no Oriente Médio. Uma pessoa morreu atingida por destroços após as defesas aéreas interceptarem mísseis iranianos que tinham como alvo alvos em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, informou a agência de notícias estatal WAM, citando o Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos.

Os Emirados Árabes Unidos afirmaram em comunicado que interceptaram “vários” mísseis balísticos disparados pelo Irã, descrevendo o ataque como “uma escalada perigosa e um ato covarde”.

Resposta do Irã

O Irã respondeu ao ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao país, neste sábado (28), e lançou mísseis a uma base da Marinha norte-americana no Bahrein. A informação foi confirmada pela CNN com um oficial dos EUA.

A base naval abriga a Quinta Frota da Marinha. A fonte disse à CNN que a situação está “ativa”.

Segundo relatos da mídia estatal iraniana, quatro bases norte-americanas no Oriente Médio foram alvejadas pela Guarda Revolucionária Islâmica em resposta aos ataques.

A base aérea de Al Udeid, no Catar, a base aérea de Al Salem, no Kuwait, a base aérea de Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos, e a base da Quinta Frota dos EUA, no Bahrein, foram alvos de ataques com mísseis iranianos, informou a agência de notícias Fars, citando a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).

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