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Com homenagem a Léa Garcia, Mocidade Alegre é campeã do Carnaval 2026

A Mocidade Alegre desfilou o samba-enredo 'Malunga Léa, Rapsódia de uma Deusa Negra'-Imagem: Mariana Pekin/UOL
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A Mocidade Alegre conquistou o título do Carnaval de São Paulo 2026 com um desfile em homenagem a atriz Léa Garcia.

O que aconteceu

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O título foi confirmado no último quesito, fantasia. A escola se isolou na primeira posição no quinto critério, logo após ter sido ultrapassada pela Gaviões da Fiel durante o quarto.

A Mocidade somou 269.8 pontos. Este é o 13º título da escola, que foi campeã pela última vez em 2024.

A escola disputou até os últimos quesitos, com poucos décimos de diferença para a Gaviões da Fiel. A segunda colocada terminou apenas 0,1 atrás da campeã.

O samba-enredo

A Mocidade Alegre apresentou o samba-enredo “Malunga Léa, Rapsódia de uma Deusa Negra”. O desfile foi uma homenagem à atriz Léa Garcia, que morreu em 2023.

As alas e o samba fizeram referência a obras marcantes de Léa Garcia. Um tripé representou a novela “A Escrava Isaura”, cujo “lerê, lerê” da abertura foi incluído no samba em uma releitura mais alegre. Houve também referências ao filme “Orfeu Negro” e “Xica da Silva”.

Uma das alas celebrou as atrizes negras “que vieram antes e virão depois”. Os componentes desfilaram fotos de atrizes como Neusa Borges, Cris Vianna, Jéssica Ellen e Duda Santos.

O último carro ofereceu um “Kikito”, estatueta do Festival de Gramado, a Léa Garcia. A atriz morreu no dia em que receberia homenagem em Gramado. No carro, Léa foi representada pela atriz Adriana Lessa, dourada como a estatueta. Outros famosos participaram do desfile, como os ex-BBBs Thelminha e Fred Nicácio.

A rainha Aline Oliveira está à frente da bateria há 16 anos. Ela empolgou a arquibancada ao balançar o bandeirão da escola enquanto a bateria entrava no recuo.

Aline Oliveira é a rainha de bateria da Mocidade Alegre -Imagem: Mariana Pekin/UOL

A escola precisou apertar o passo para fechar o desfile dentro do tempo. Os portões foram fechados com uma hora, cinco minutos e cinco segundos de desfile, faltando segundos para a Mocidade ultrapassar o tempo máximo.

A Mocidade Alegre desfilou o samba-enredo ‘Malunga Léa, Rapsódia de uma Deusa Negra’-Imagem: Mariana Pekin/UOL

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