É um vacilo sem tamanho Governo do Acre e/ou Prefeitura de Rio Branco não “adotarem” o Carnaval do Tucumã. Sem dúvidas, é o maior Carnaval do Acre e o único com cara de carnaval de verdade, de rua e do povo. Mas Deus sabe o que faz e olhe lá se a institucionalização do evento não imponha entraves.
E por falar em festa, alguém sabe informar por onde anda Gladson? Estaria recluso, viajando ou na casa de Papai, em Manaus? O certo é que neste carnaval, com a sua ausência na pista, o prefeito Bocalom deita e rola para os holofotes de uma mídia que precisa de notícias.
Tião Bocalom encerra o Carnaval 2026 da prefeitura de Rio Branco com um fato concreto: ele sabe fazer festa familiar. O homem gosta de reunir crianças, idosos e pais em celebração saudável, sem extravagância ou excessos.
Porém… Há quem discorde dessa mania de Bocalom por festas familiares. A turma mais jovem, que curte umas biritas das boas, passar um pouco dos limites e extravasar no Carnaval, reclama da festa central, na Praça da Revolução, que acaba “excluindo” grupos que gostariam de uma festa para 18+.
No Eldorado, a situação das ruas virou motivo de revolta. Moradores apelidaram a região de “Bairro da Lua”, em referência às crateras espalhadas pelas vias. A comunidade afirma que, em cinco anos de gestão do prefeito Tião Bocalom, não houve operação de tapa-buracos e que o programa Asfalta Rio Branco ainda não chegou ao bairro.
Com 76,5% de aprovação, Olavo Rezende lidera no Acre e contrasta com os 4,9% de Zequinha Lima e 24,1% de Bocalom, segundo pesquisa A Tribuna/Data Control. O abismo revela gestões desiguais e reforça o peso de resultados concretos na percepção popular.
Tem um moço que se diz jornalista e usa o espaço de internet para plantar Fake News na tentativa de ganhar visibilidade. A última dele foi inventar, literalmente, que o prefeito Bocalom teve um atendimento de emergência. A mentira foi tão absurda que o hospital mencionado como sendo a instituição que tratou do prefeito, teve de vir a público negar o episódio por meio de uma nota de esclarecimento. Bocalom está vivíssimo, visitando obras de dia e pulando carnaval à noite. Xô, ave de mau agouro!
Circula nos bastidores da Prefeitura de Rio Branco que a saída de Clendes Vilas Boas teria ocorrido por interferência direta do chefe da Casa Civil, Valtim José. A leitura interna é de que o movimento também passa pelo tabuleiro eleitoral de 2026: enquanto Valtim trabalha para viabilizar uma candidatura à Câmara Federal, Clendes tende a declarar apoio a João Marcos Luz.
O ouro de Lucas Braathen quebra um jejum histórico: Brasil nunca havia medalhado no inverno e supera o 9º lugar de Isabel Clark em 2006. O feito expõe como dupla nacionalidade e investimento externo moldam conquistas nacionais.
O Acre alcança 186,9 mil toneladas em grãos e raízes, com 62,8 mil ha plantados, avanço sustentado por políticas públicas. Apesar do crescimento, a dependência estatal ainda é alta entre pequenos produtores.
O Celular Seguro soma 3,81 milhões de usuários e 98,7 mil alertas em 2025, alta de 5,5%. A ferramenta avança, mas evidencia que o roubo de celulares virou risco estrutural da folia urbana brasileira.
A eleição do Rei Momo e da Rainha reforça o Carnaval como política cultural e identidade urbana. A 7ª vitória de Júnior de Mônaco evidencia tradição, mas também a pouca renovação de figuras simbólicas.
A apreensão de 10kg de cocaína na BR-364 confirma o Acre como rota sensível do narcotráfico andino. A sofisticação do “mocó” mostra adaptação criminosa frente à fiscalização, exigindo inteligência além de barreiras.
Parceria MDS-ICMBio destina R$ 13,1 milhões ao PAA para povos tradicionais em UCs, incluindo o Acre. O modelo integra renda e preservação, mas a escala ainda é modesta frente às 2.015 famílias mapeadas.
Projeto que equipara vendas nas áreas de livre comércio à exportação inclui Brasiléia e Cruzeiro do Sul. O incentivo fiscal pode atrair logística e indústria, mas depende de infraestrutura que o Acre ainda carece.
A morte de Rubens Pinheiro resgata a Saudosa Maloca e a sociabilidade boêmia de Rio Branco. A perda simboliza o apagamento de personagens culturais locais pouco registrados fora da memória oral. Os ciclos vão se encerrando e nós, por enquanto, só contamos os momentos históricos que o Acre já viveu.
Com superávit recorde e R$ 74 milhões na merenda, o governo acumula ativos para 2026. Resultados econômicos e sociais tendem a virar vitrine eleitoral.
O investimento de R$ 56,6 milhões próprios na alimentação reforça discurso de protagonismo estadual. A comparação com os R$ 17,7 milhões federais alimenta disputa política.
A interiorização das exportações fortalece lideranças fora da capital. Municípios como Brasiléia ganham peso político ao concentrar US$ 26,6 milhões em vendas externas.