Um servidor do Ministério Público do Amapá (MP-AP) teve a prisão preventiva decretada após ser investigado por suspeita de cometer crimes sexuais contra dez mulheres no ambiente de trabalho.
O investigado, cuja identidade não foi divulgada, havia firmado acordo com a Polícia Civil para se apresentar voluntariamente nesta quarta-feira (11). No entanto, ele não compareceu à delegacia na data prevista.
De acordo com a delegada Katiuscia Pinheiro, titular da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam) de Santana, a apresentação havia sido previamente acertada com o advogado do suspeito. Ainda assim, nem o investigado nem o defensor estiveram na unidade policial.
A representação pela prisão preventiva foi fundamentada em provas documentais, depoimentos de vítimas e testemunhas, além de elementos técnicos e digitais reunidos ao longo da investigação.
O servidor é investigado por assédio sexual, importunação sexual e estupro supostamente praticados contra colegas de trabalho.
A Polícia Civil informou que as diligências continuam e que todas as medidas estão sendo adotadas para preservar a integridade das vítimas e das testemunhas.


















