Em entrevista ao Boa Conversa – Edição Aleac, o deputado estadual Tchê (PDT) comentou nesta terça-feira, 10, sobre a polêmica envolvendo a emenda destinada de R$ 250 mil ao pôquer, esclarecendo o uso dos recursos e destacando a importância do esporte como ferramenta educacional.
A declaração veio em meio a polêmica sobre o debate acerca da aplicação de recursos públicos em atividades extracurriculares, com Tchê defendendo que iniciativas como pôquer e xadrez podem contribuir para o desenvolvimento cognitivo dos estudantes.
“Não, isso aí, eu até disse para o Marcos, ele ficou muito preocupado e tal, eu falei, Marcos, não se preocupa, não, porque o dia que eu chegar na Assembleia, eu esclareço. Eu, todo mundo sabe, é um esporte que eu sou adepto, inclusive, no final de semana, participei do Campeonato Acreano de Pôquer, e eu venho disputando esses campeonatos já há anos, já conseguindo, não ganhar o campeonato todo, mas ganhar etapas. É um esporte da mente, com certeza, não só o esporte da mente do pôquer, mas o xadrez e outros, a gente vem fazendo o projeto para poder inserir nas nossas escolas, escolas estaduais, escolas municipais, tem muita gente com habilidade”, afirmou o parlamentar.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Segundo Tchê, a emenda alocada para essa finalidade ainda tem saldo disponível para 2026: “Essa emenda, inclusive, é do ano passado, era R$ 250 mil e nós executamos R$ 174 mil. Então, eu não tenho nada a esconder, minha vida é muito transparente quanto a emenda para esse ano. Tem mais de R$ 200 mil para esse ano. A expectativa é que seja executada, e até cobrei para a gente não perder nada, entendeu? Então, o plano de trabalho está sendo feito, e aí vamos apresentar no momento oportuno, não tem problema”, destacou.
O deputado ainda destacou que mantém diálogo com colegas parlamentares sobre outras emendas e parcerias: “O Marcos é um parceiro, é um deputado do partido, e a gente tem dialogado, ele é muito democrático, e a gente conversou e eu indiquei, digo, Marcos, eu preciso indicar algumas emendas para um fulano de tal, tal, mas fica a critério dele, lógico, porque ele estava com a caneta. Mas, com certeza, as emendas que ele colocou, nós vamos cumprir à risca. A política não tem documento, mas tem palavra. Então, pode confiar que a minha palavra eu vou cumprir”, finalizou.
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