Há 55 anos vivendo na mesma casa às margens do Rio Acre, no bairro Cidade Nova, o pescador conhecido como “Mão de Ferro” virou referência quando o assunto é enchente. Acostumado a observar o comportamento do rio e do tempo, ele conta que as mudanças climáticas tornaram tudo mais imprevisível. “Antigamente a gente olhava para o céu e sabia se ia alagar. Agora está tudo mudado”, relata. Desde dezembro, a água já chegou três vezes à sua residência, obrigando a família a dormir em um barco por quase dois meses na última alagação.
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