Hoje o jornalista Roberto Vaz recebe no seu bar o governador Gladson Cameli. Os dois vão atualizar a audiência sobre os últimos acontecimentos dos bastidores políticos. O programa vai ao ar, AO VIVO, às 16 horas. É uma bela oportunidade para saber o que Gladson vai falar sobre a sua sucessão. Você pode acompanhar a entrevista pela capa do site ac24horas.com ou pelo YouTube.
A PF e caixa de pandora
Ainda sobre a operação Graco, da CGU e da Polícia Federal, deflagrada na semana passada, um grupo íntimo de um dos investigados está em crise por causa da apreensão de um dispositivo que seria crítico, abarrotado de conteúdo comprometedor: dizem as más línguas que celulares, documentos e computadores não comprometeriam os alvos em nada, mas um tablet que funcionava como uma verdadeira caixa preta também foi apreendido. “Era a caixa de pandora, e dela tem muitas legiões de demônios pra sair”, comentou uma pessoa próxima de um dos alvos.
Tudo executado
Alguns deputados andam nervosos com as operações da PF que investigam a destinação e execução de emendas parlamentares. Nos bastidores, eles se confiam que todos os processos foram executados, com fotos e vídeos, demonstrando a aplicação do serviço. Mas que é estranho enfermeiros receberem R$ 60 mil (cada um) para prestar serviços aos finais de semana, é. Falei demais!
Operação com nome de cobra
Investigadores estão afoitos com uma operação que deve ser deflagrada em breve. Ela terá o nome de uma cobra devido “aos descobrimentos”. Eles estão apenas estudando qual o melhor nome se encaixa. Oremos!

No ar!
A primeira-amiga não descansa. Mesmo com o fim do relacionamento do príncipe com a sacoleira, ela não sai do pé do ex da “best”. Situação confusa, uma falta de semancol, mas ele gosta disso [por enquanto]. Vai ser estranho quando ele enjoar e descartar. Ela deve chorar nos stories ou mandar mensagens subliminares e se fazer de vítima do universo.
Faltando gado de corte
A semana começou com dois frigoríficos sifados parados: não há boi para abate. Os alertas têm sido apresentados.
ZPE
Com 117 lotes disponíveis, a ZPE de Senador Guiomard entra na fase prática após anos no papel. O gargalo agora não é legal, mas político: sem empresas âncora, a estrutura pode virar vitrine sem operação real.
Tempo
“Não dá para mexer com máquina, chovendo”. A fala é do secretário de Agropecuária de Rio Branco, Eracides Caetano, justificando o porquê de a Prefeitura da capital não estar fazendo serviço de melhoramento dos ramais. O tempo não ajuda no argumento do gestor. Simples: antes do inverno, teve o verão. E aí?
Provocação
Colocar Eracides Caetano como pré-candidato à Aleac é quase uma provocação de Bocalom. Além do gesto ser motivado pelo orgulho e pela vaidade, ninguém abarca qual o cálculo do prefeito.
Desgaste
Um dos segmentos em que Bocalom é pior avaliado é justamente na área rural. Não adianta fazer pesquisa e enquete com quem está sendo beneficiado. Aí é um autoengano que nem o pior dos assessores seria capaz de pensar.
Campanha
O Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) iniciou uma campanha para reforçar a obrigatoriedade da instalação de boias em caixas-d’água. Segundo a autarquia, a medida tem como objetivo evitar desperdícios e garantir a distribuição de água em toda a cidade. As fiscalizações já começaram, e quem não se adequar poderá ser autuado.
O que muda?
O prefeito Tião Bocalom afirmou que acredita contar com o apoio da maioria dos vereadores da Câmara Municipal em sua campanha. No entanto, avalia que, após deixar o cargo, dificilmente conseguirá manter a mesma influência sobre os parlamentares.
Iphan
Deve ter novidade importante na definição de quem será o (ou a) responsável pelo Iphan no Acre. Falta um detalhe a ser ajustado com o Instituto Federal do Acre (Ifac) para liberação de uma servidora.
“E vai?”
Comentário de um vendedor de banana frita sobre o fato de que a Câmara de Vereadores de Rio Branco voltará aos trabalhos nesta terça-feira (3). “E vai?”, perguntou em riso e tom sarcástico. Vendedor de banana frita… de besta… nem o pisado!

Do mesmo jeito
A Câmara de Rio Branco reinicia os trabalhos nesta terça-feira (3), mas desacompanhada de qualquer perspectiva de que a atuação dela vá resultar na melhora da qualidade de vida da população. Mesa diretora fraca, vereança medíocre — com algumas exceções. Um puxadinho, vocês sabem do quê?
Anota aí…
Três vereadores da Câmara Municipal manifestaram interesse em disputar uma vaga na Câmara Federal: André Kamai, Felipe Tchê e Aiache.
Cultura
A rabada no tucupi só virou “tendência” após aparecer no BBB 26, escancarando o eixo desigual da visibilidade cultural. O prato sempre esteve no Acre; o interesse veio quando o Sudeste ouviu. Possa ser que agora o rio-branquense visite o Point do Pato, que já oferece a iguaria há mais de três décadas.
Identidade
A repercussão gastronômica mostra como a cultura amazônica ainda depende de chancela externa. Sem políticas de difusão próprias, o reconhecimento continua episódico, não estruturante.
Prazo
O edital da 6ª Teia Nacional chegou ao limite até a segunda (2), com Estados inteiros — como o Acre — ainda sem inscrições até o dia anterior. O problema não é falta de edital, mas falha crônica de comunicação e mobilização cultural.
Desigualdade
Estados como Acre e Amapá zerados em categorias revelam assimetrias históricas de acesso. A promessa de “uma vaga por UF” só funciona se houver condições reais de participação.
Indígena
O Novo PAC prevê 2 escolas indígenas no Acre, número modesto diante da extensão territorial e diversidade étnica. O dado é avanço, mas ainda insuficiente frente à demanda reprimida.
Território
A escolha por Territórios Etnoeducacionais, e não limites administrativos, corrige uma distorção antiga. Educação indígena sem lógica territorial é obra que nasce inadequada.
Bilhões
Na educação superior, o PAC soma R$ 3,4 bilhões em consolidação e R$ 6,6 milhões em expansão. A disparidade mostra que o foco atual é consertar estruturas, não crescer a rede.
Integração
Seja na ZPE, nos resgates ou nas escolas indígenas, o discurso oficial repete a palavra “integração”. O teste real será transformar coordenação institucional em resultado mensurável para a população.

