Foto: Sérgio Vale
O governador Gladson Cameli foi o entrevistado no Programa Bar do Vaz, apresentado pelo jornalista Roberto, e transmitido ao vivo simultaneamente pelo ac24horas no Youtube, Instagram e Facebook nesta terça-feira, 3, Ele aproveitou a oportunidade para fazer uma prestação de contas na sua primeira entrevista a um veículo de comunicação em 2026.
Cameli lembrou que a fazer a leitura da mensagem governamental hoje na Assembleia Legislativa, fez questão de destacar que 2019 para cá o Acre avançou muito. “Valorizamos o serviço público, comissionados, concursos, convocamos todos os compromissos. Além de valorizar e antecipar salários, nós fizemos. Quando eu assumi o governo em 2019, as secretarias precisava de reformas e melhorias, nós fizemos. Eu convoquei mais de 1.000 servidores para a segurança pública”, disse o governador que ressaltou uma meta antes de deixar o cargo em abril para disputar uma das duas vagas ao senado federal pelo Estado. “Antes de eu sair do governo, eu quero anunciar a nossa faculdade estadual”, pontuou.
O chefe do Palácio destacou ainda que seus adversários diziam que ele não conseguiria pagar os salários em dias, mas que as previsões pessimistas não se cumpriram. ”Os adversários diziam que não pagaria os salários. Eu provei fazendo. Eu inauguro até março o viaduto da Ceará. Vou entregar a primeira etapa da maternidade”, disse Cameli empolgado,
Questionado sobre a diretora-presidente do Deracre, Sula Ximenes, Gladson afirmou que ela é uma grata surpresa na gestão. A Sula é uma surpresa. A primeira mulher da história a exercer o cargo e tá dando um show. Eu tô vendo, é muita coisa. A Sula é uma guerreira. Ela tem o meu aval. Ela tem autorização para passar a caneta”, disse o governador, lembrando a inauguração recente da Ponte da Sibéria. “Eu nunca disse que ia fazer a Ponte da Sibéria, eu fui lá e fiz”, frisou.
Foto: Sérgio Vale
Cameli falou também sobre as criticas que recebe. “As construtivas, eu não tenho problema nenhum. Já a politicagem, eu nem perco tempo”, pontuou.
O governador revelou ainda em primeira-mão que os secretários Amarisio Freitas (Sefaz) Pedro Pascoal (Saúde), Ricardo Brandão (Planejamento), Sula Ximenes (Deracre) e Aberson Carvalho (Educação) continuarão no comando de suas pastas na gestão de Mailza. “Esse time que ajudou o Gladson, permanece com a Mailza. Amarisio, Pedro Pascoal, Ricardo Brandao, Sula, Aberson Carvalho. Os comissionados não precisam ficar preocupados, vai ficar todo mundo seguro. Toda a equipe que mencionei aqui, se eu tivesse um ternceiro mandato, estariam todos comigo.
“, assegurou.
Sobre a candidatura de Bocalom ao governo, Gladson espera que seu grupo político possa estar junto com ele no segundo turno. “Ele foi me comunicar, eu disse que era direito dele. Que ele entendesse que minha candidata era Mailza e se tiver segundo turno, que possamos estar juntos”, disse o governador, que aproveitou a oportunidade para ressaltar as qualidade de sua vice. “O principal da Mailza é a Ledade. Tive paz nos últimos 4 anos. Ela sempre foi fiel e reconhece o lugar dela. É por isso quando eu largar o governo, eu vou sair uns dias do Estado para que ela possa comandar. Se precisar, estarei à disposição”, destaca.
Já sobre a parceria cm o senador Márcio Bittar (PL), Cameli afirmou que conversou com ele hoje e obteve a seguinte resposta. “Eu falei com o Márcio. Eu falei pra ele. Ele disse pra mim que depois do carnaval resolve esse problema do PL. Ele precisa resolver esse problema interno do PL. A prioridade do partido é fazer senadores. Essa é a prioridade. Eu tenho um acordo com o Marcio que até depois do carnaval essas questões do PL, sejam resolvidas. Ninguém vai dar murro em ponta de faca”, revelou.
Cameli finalizou a entrevista afirmando que no dia 3 de abril apresenta a carta de renúncia do cargo de governador para disputar uma das duas vagas ao senado. “Eu vou concorrer a uma vaga. Apresento a minha carta de renúncia no dia 3 de abril, que é numa sexta-feira. Faço a transição de cargo e no outro dia eu vou comer uma baixaria. E vou poder andar na rua. A pior coisa é não puder andar na rua. Eu vou tranquilo quanto a isso’, encerrou.
Assista à entrevista completa:
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