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A Polícia Militar do Acre apresentou sua versão sobre a intervenção realizada na madrugada deste domingo (1) em uma casa noturna de Rio Branco, que terminou com detenções e o fechamento do estabelecimento. De acordo com a PM, a ação decorreu de fiscalização realizada de forma conjunta por equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), que determinaram o fechamento da casa noturna.
Segundo a corporação, a ocorrência foi registrada durante a Operação Escudo e teve início após fiscalização que constatou irregularidades no local. De acordo com a Polícia Militar, o estabelecimento estava em desacordo com a legislação por não possuir banheiros com acessibilidade, apesar de autorização de segurança.
A Polícia Militar informou que, após a decisão pelo encerramento das atividades, o proprietário do estabelecimento – que estaria entre os detidos – passou a ofender os fiscais e as guarnições policiais. Segundo a corporação, essa atitude teria instigado as pessoas que estavam próximas, dando início à confusão registrada em vídeos que circularam nas redes sociais. Ao todo sete pessoas foram detidas durante a ação, e o estabelecimento foi lacrado pelas equipes de fiscalização.
Questionada pela reportagem sobre o uso de câmeras corporais pelos policiais envolvidos na ocorrência, a assessoria de comunicação da Polícia Militar informou que nenhum dos agentes utilizava esse tipo de equipamento no momento da ação.