O advogado Giordano Simplício Jordão divulgou nota à imprensa nesta quinta-feira (29) após ser alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU), no âmbito de investigação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria da ministra Cármen Lúcia, relacionada ao uso de recursos das chamadas “emendas Pix”.
No comunicado, Jordão afirmou ter sido surpreendido com a operação e negou qualquer participação na execução ou destinação de emendas parlamentares. Segundo ele, não atua na indicação de beneficiários, não ordena despesas, não realiza pagamentos e não mantém vínculo com recebimento de recursos oriundos de emendas individuais, de bancada ou de qualquer outra natureza.
“Esclareço, de forma categórica, que não executo emendas parlamentares, não participo da indicação de beneficiários, não ordeno despesas, não realizo pagamentos e não possuo qualquer vínculo com recebimento de recursos oriundos de emendas, sejam elas individuais, de bancada ou de qualquer outra natureza”, diz trecho.
O advogado destacou que atua há 23 anos na área jurídica, com experiência no assessoramento de parlamentares, prefeitos e municípios, e ressaltou que sua trajetória profissional sempre foi pautada pela ética, legalidade e transparência. Ele também mencionou ter exercido a função de Controlador-Geral do Estado do Acre.
“Ressalto que o exercício da advocacia e da consultoria jurídica não se confunde com a execução administrativa ou financeira de políticas públicas, tampouco com a gestão ou movimentação de recursos públicos. Buscarei, com a máxima brevidade, acesso integral aos autos do inquérito policial para compreender os fundamentos da investigação e, a partir disso, apresentar os esclarecimentos e a defesa técnica cabíveis, certo de que os fatos serão devidamente esclarecidos”, pontuou.
Jordão enfatizou que o exercício da advocacia e da consultoria jurídica não se confunde com a execução administrativa ou financeira de políticas públicas, nem com a gestão ou movimentação de recursos públicos.
Ainda na nota, o advogado afirmou que buscará acesso integral aos autos do inquérito policial para compreender os fundamentos da investigação e apresentar esclarecimentos e defesa técnica. O advogado disse confiar nas instituições e no devido processo legal, e declarou ter convicção de que, após a apuração dos fatos, o procedimento será arquivado.
“Confio plenamente nas instituições, no devido processo legal e na Justiça, e tenho convicção de que, uma vez demonstrada a inexistência de qualquer conduta irregular, o procedimento será devidamente arquivado. Reafirmo minha tranquilidade, minha confiança na verdade dos fatos e meu compromisso permanente com a advocacia, com a legalidade e com o interesse público”, finalizou.


















